Cientistas usam impressão 3D para produzir tumores. Er… hã?

As pessoas acham que cientistas são loucos querendo dominar o mundo, para depois destruí-lo (eu só estou interessado na primeira parte); assim, acham que só fazemos coisas macabras, quando produzimos muita coisa legal, como imprimir células tumorais em laboratório e… PERAÍ! Andam fabricando tumores cancerígenos com uma impressora 3D? E SÓ AGORA ME AVISAM???

Sim, isso mesmo! Um grupo de pesquisadores na China e os EUA criaram com sucesso um modelo 3D de um tumor canceroso usando uma impressora 3D. Isso deve ser mais maneiro que brincar de LEGO!

O dr. Wei Sun, além de ter vários homônimos em várias universidades, é professor do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Tsinghua e professor de Faculdade de Engenharia Biomédica,  Ciência e Sistemas de Saúda da Universidade Drexel, sendo financiado pelo Instituto Nacional de Padronagem e Tecnologia dos EUA, NASA, o Laboratório de Pesquisa do Exército entre outras coisas que eu fiquei com preguiça de escrever. Sério, eu não sei como ele tem tempo pra isso e, segundo informações, ainda tem uma barraquinha na feirinha na Praça da Liberdade em São Paulo.

O dr. Sun gosta de brincar com tecidos. Não que ele seja alfaiate, mas tecidos humanos. Não que ele faça incríveis iguarias culinárias com elas. Ele as imprime em impressoras 3D, uma coisa que eu estou querendo comprar, nem que seja para imprimir pequenas réplicas de mim, mas preciso antes ter cérebros positrônicos.

O dr. Sun e seus colaboradores usaram um modelo 3D de um tumor canceroso "impresso" para poder estudá-lo. O modelo consiste em uma estrutura de grelha, de 10 mm de largura e de comprimento, feita de um gel composto por alginato e de fibrina, já que muito dificilmente gelatina Royal serviria para alguma coisa neste sentido.

Esta "gelatina" recria as proteínas fibrosas que compõem a matriz extracelular de um tumor. Isto significa que eles criaram artificialmente um "alicerce" para sustentar as células, as quais serão usadas para se estudar como se dá o crescimento, invasão e até a metástase de células tumorais. É como se criassem um tumorzinho feliz in vitro, desde pequenininho. Capaz até de terem dado um nome fofo, como Herbie e filmar "Se meu tumor falasse".

A ideia é que ao se entender perfeitamente como um tumor nasce, cresce e se espalha, cientistas seriam capazes de desenvolver melhores medicamentos. mesmo porque, ficar que nem Platão pensando sobre as vicissitudes da vida dos cancerosos não vai ajudar muito. Mas, claro, isso é cientificismo. Quem precisa disso?

Por sorte,pesquisadores estão pouco se importando com masturbações mentais desses pensadores de sofá. Pois o que importa é meter as caras e trabalhar em cima do problema para resolvê-lo, como pegar um pano-de-chão e limpar o sorvete caído, ao invés de ficar se lamentando e pensando, oh Deus, porque o sorvete caiu quando muitas outras coisas poderiam acontecer e como isso se refletirá na família.

Da mesma forma, é preciso trabalhar em cima desses tumores para poder minimizar o sofrimento daqueles que sofrem deste mal. E é aí que entra pesquisadores como o dr. Sun. Sua pesquisa foi publicada no periódico Biofabrication.

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