Pedagoga safadinha vai em cana por dar uns pegas no cachorro da família (e não foi o marido)

Estou calmo e plácido vendo pela janela o céu plúmbeo (alguém realmente fala assim na vida real?) quando meus Oompa Loompas trazem notícias a serem postadas (hoje, vocês terão meio pão de forma de brinde, fiéis lacaios). Enquanto no Brasil os pedagogos acham que professores devem ter relações erótico-freudianas com alunos (não fui eu quem disse isso), nos Estados Unidos, o lance lá é partir pra cima de animais domésticos, como foi o caso de uma orientadora. Ela achou que xingar o marido de cachorro não tinha sentido, então passou a ter… cahan… intercursos mais íntimos com o cão da família.

O @Poteusso me apareceu com a notícia que apareceu na ANDA, que pegou do G1, que pegou do Weekly Vice, que pegou do Baltimore News, que pegou da rede ABC. Notem que a notícia original é do dia 7 de maio. Valeu, G1, sempre em cima do lance! O problema começou quando começaram a investigar Stephanie Mikles, contratada como “especialista comportamental”, uma espécie de orientadora pedagógica, no sistema de ensino público do condado de Harford , em Maryland. Por que estavam investigando-a? Não foi dito. Durante a caça às bruxas na vida da distinta, a polícia encontrou fotos em que a distinta educadora estava em condições nada educacionais com seu cachorro, que data de 2008 e, pelo que se sabe, Rex ainda mora com a família.

As fotos são antigas, mas em Maryland não tem essa e crime de bestialismo não prescreve. Ela foi em cana e teve que desembolsar 5 mil dólares de fiança, sendo processada por “prática sexual não-natural”, e eu fico imaginando se lá em Maryland só pode “Papai-Mamãe”. Abaixo, a reportagem da ABC sobre o caso.

Eu fico pensando uma coisa. Não foi dada nenhuma explicação do porque estavam investigando a dona. Encontrar as fotos foi um fato aleatório, não era isso que os investigadores do equivalente ao juizado infância e juventude daqui. As mentes brilhantes estavam preocupadas pois já que tia Stephanie lida cm crianças, não é legal que ela dê uns pegas no cachorro da família, cuja raça não foi divulgada nem detalhes do que ela estava fazendo com o cão (ou o que o cão estava fazendo com ela). Sei lá, acho que quem transa com um cão não dará muita atenção a crianças, mas a pergunta que fica é “até onde as autoridades podem esmiuçar a vida de uma pessoa? Se as acusações iniciais que a colocaram sob investigação antes da descoberta do material eram tão sérias, teriam dito, pois não? Ou então é a versão ilustrada do Processo, de Kafka, onde o crime dela era tão malicioso que nem mesmo ela poderia saber.

Maryland tem muitas crianças e as pessoas temem que uma orientadora perva assim possa desencaminhá-las. De repente, se as colocarem sob a tutela de gente mais séria, como as da classe sacerdotal como o padre Wayland Brown

Um comentário em “Pedagoga safadinha vai em cana por dar uns pegas no cachorro da família (e não foi o marido)

  1. “Estou calmo e plácido vendo pela janela o céu plúmbeo (alguém realmente fala assim na vida real?)…”.

    Sim meu ex professor de Desafios Sociais Contemporâneos fala dessa forma, como por exemplo, web sites é web sítios (não deixa de estar certo, mas que é estranho é), celular é telemóvel, Smartphone é telefone inteligente, e muitas outras coisas.

    “…Enquanto no Brasil os pedagogos acham que professores devem ter relações erótico-freudianas com alunos (não fui eu quem disse isso)…”.

    A senhorita do comentário deve ter se formado em 2000~2004 quando psicanalise era mais forte que cognitivo comportamental, ainda se usa abordagens psicanalíticas (não psicOanalíticas) em aprendizagem (e esquecem que criança americana não é igual a criança brasileira, e não fazem as adaptações para a nossa cultura), mas está em decadencia. Mas a moda hoje em questão de aprendizagem é Vigotsky (se é assim que se escreve o nome do cara). Pelo menos saímos de Piaget.

    Mas a ritalina sempre estará ali para o psiquiatra receitar para a criancinha que a professora (ou professor, tem que cuidar com feministas radicais) achou que é muito ansiosa tadinha.

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