Como pode coisas minúsculas influenciar tanto assim o nosso conhecimento? Como pode um simples detalhe como uma casquinha mudar o rumo da Ciência? Como pode um peixe vivo viver fora da bacia? Tirando a última pergunta, as perguntas remetem em como a Ciência flui e novas descobertas, apesar de ridiculamente sem sentido, respondem grandes questões e abrem a porta para mistérios escondidos. Antes que dois britânicos roubassem a pesquisa de Lise Meltner, um certo monge havia descoberto o princípio de como somos o que somos, de como nossas características são que nossos pais permitiram que fosse.
Hoje não é um dia comum. Hoje é dia dele. Daquele que ajudou a dar mais sentido no mundo, se bem que sua humildade possa não ter previsto isso. Seu nome é Johann "Gregor" Mendel.

A plateia está em silêncio, exceto alguns comentários sussurrados aqui e ali. A atenção é voltada para o homem de casaca que acaba de subir ao palco, trazendo seu instrumento. O pianista está esperando e se levanta para cumprimentá-lo. O músico retribui seu cumprimento e vai para o centro do palco com seu violino. Silêncio. As notas começam a fluir de seu violino, acompanhado pelo piano bem afinado. As notas fazem parte da música Sad Romance, composta pelo músico vietnamita Thao? Nguyen Xanh.
O cérebro é um projeto inteligente que demonstra como o projetista andava bêbado durante a sua criação. É um dos mais porcos sistemas jamais criados, incrivelmente feito na base da gambiarra macgaiverista. Qualquer dia, um exame mais profundo demonstrará que ele foi feito com chiclete, fita veda-tudo e cortado ao meio com um canivete suíço.
Imagino que você tenha visto alguma vez um esqueleto. Nem que seja aquele esqueletinho de plástico cujas peças vêm em fascículos. Mesmo os mais desligados perceberam que os encaixes em
Estava eu filosofando sobre a vida, a morte e outras coisas
Divulgadores de ciência sempre temos nossas personalidades favoritas. Nunca escondi que Carl Sagan é o modelo que todos os que escrevem sobre Ciência deveriam ser. É injusto, no mais das vezes, termos que escolher um ou outro como preferido, mas isso vai de nossa opinião, onde sabemos que isso em nada desmerece o trabalho de outros. Entretanto, posso escolher mais um, na categoria "Ainda Vivos".
Eu tenho uma visão romântica sobre o mundo. Acho-o fantástico pelo paradoxo que é sua simplicidade e complexidade que coexistem. A complexidade são as diferentes forças atuantes no planeta, moldando-o sem parar, onde sua topologia muda, ainda que beeeeeem lentamente. A simplicidade é que se trata de apenas um reles planeta terrestre, jogado num canto irrelevante de uma galáxia irrelevante. Se nosso planeta fosse especial de alguma forma, sua destruição seria uma perda para o universo, só que o universo sequer se daria conta disso. Qual importância tem uma coisa que ninguém sentirá falta? Ainda assim, vemos o
O Kinect da Microsoft é uma revolução no mundo dos jogos eletrônicos (no Cet.net não usamos anglicismos desnecessários. Se tu usas, és um idiota!). Se antes usávamos teclados, joysticks (este não tem uma tradução à altura e eu sugiro aportuguesá-lo para jóistique), alavancas e outros tipos de controle, hoje usamos a nós mesmos, coisa que nossos pais, avós e bisavós já faziam em termos de diversão. O próximo passo é facilmente imaginável, mas meio difícil de implantar: usar interfaces homem-máquina, onde nossas mentes se fundiriam a computadores e as ordens seriam transmitidas diretamente aos processadores e os softwares fariam o resto.
Estamos em tempos de mudança. Enquanto
Sim, filhos, África. Nem mesmo o Brasil é tão tosco a este ponto (acho). Mais de dez lésbicas são violentadas por semana apenas na Cidade do Cabo, África do Sul. Se antes lá o problema era o apartheid, agora o lance é virar a bateria contra homossexuais, coisa muito normal em países "civilizados". De acordo com a