Este é um titulo inteligentíssimo, feito por uma mente soberba… soberbamente estúpida. Não é de hoje que um dos grandes problemas nos hospitais é o aumento da resistência bacteriana aos medicamentos. Claro, isso não significa que um monte de bactéria filhas-das-unhas estejam em conluio com a direita neo-liberal, sendo subvencionados pela Rede Globo, a fim de manipular corações e mentes das pessoas. É um pouquinho mais simples: bactérias só querem um lugarzinho para morar, só que como todo inquilino safado, acaba ferrando com o dono da casa.
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Não é perseguição. Todos nós sabemos como as mulheres podem ser perigosas
Eu, sinceramente, nunca fui atraído por cozinha japonesa. Não vou com a cara de sushi, fico longe de sashimi e detesto o cheiro de yakisoba. Sem falar que eu odeio miojo; Nihil que coma aquilo. Eu sou um maldito gaijim que prefere um bom bife e danem-se as vaquinhas. Não satisfeito ainda tenho que ver que depois de anos jogando lixo de qualquer jeito pelo mundo afora, os japoneses agora são vítimas do dr. Gori. Chegou a hora do poder dos seres das profundezas tomarem o lugar e exterminarem a humanidade, onde lulas mortíferas voltarão à vida e seus tentáculos… bem, você não vai querer saber o que acontecerá.
Hélios é a personificação do Sol. Embora, às vezes, associado a Apolo (que chegou a perder a cabeça por Aquiles), Helios é uma divindade que retrata o poder do Sol, tal qual Guaraci. Filho dos titãs Hipérion e Teia, Hélios tinha como irmãos Eos, Aurora e Selene, a Lua (ou Jaci, dependendo do mito que você mais goste). Ele está a serviço de Zeus, o deus pegador, e com seu carro de fogo percorre os céus. Se fosse um barco, ele teria outro nome, seria outro mito e este artigo não teria o menor sentido, então, vamos deixar Tolkien descansando de lado um pouquinho.
É interessante como as coisas perdem seu significado primaz com o passar do tempo. Se antes uma ação, movimento ou simplesmente um utensílio começou para ter um determinado fim, depois de certo tempo tais coisas adquirem uma nova utilização (ou nem tanto), acabando por ser muito diferente de quando começou. Um exemplo seria o Viagra, que foi desenvolvido para problemas cardíacos e terminou por ser a felicidade de muita gente, mas por outros motivos.
Na sexta-feira, dia 22/07, o terror caiu sobre a Noruega como uma praga vinda do Inferno. Não era o Império Romano e nem um levante viking. Também não eram as forças alemãs e nem o poder aniquilador de Odin. O pesadelo adquiriu a forma de um homem. Um homem que não estava de turbante, não usa barba e nem disse Allahu Akbar! O homem é cristão e, até onde se consta, é cristão de verdade, armado até os dentes e atirou para matar. O infortúnio fez com que ele tivesse êxito em 93 vezes.
Se existe uma cervejaria famosa na Inglaterra é a cervejaria Green King, em St. Edmunds, perto do laboratório Cavendish e em frente a Escola de Medicina em Downing Street, cujos moradores mais ilustres vivem no número 10. Dois rapazes entram lá; um é tipicamente inglês e o outro é americano. Ambos soltam a bomba: "Nós desvendamos o segredo da Vida!". James Watson e Francis Crick ficam imortalizados por uma das maiores descobertas do século XX: a estrutura da hélice dupla do DNA. O que pouca gente sabe é que a história não é bem assim. Uma história de competição que, por muito pouco, não conferiu mais um prêmio Nobel a um americano pacifista, de sorriso simpático, com mania de se encher de vitamina C: Linus Pauling, e por pura desonestidade não foi conferido no devido tempo à pessoa certa. Esta é a história de quem realmente descobriu o segredo escondido no DNA: Rosalind Franklin.
O soldado exausto repousa numa maca improvisada, abrigada sob uma tenda de lona. Lá fora, o vento gelado da Criméia urra como um monstro e a dor e a exaustão estão prestes a reclamar mais uma alma. O vulto silencioso chega à entrada da imensa barraca e sua vestimenta farfalha ao vento. O medo nos olhos daqueles pobres diabos era palpável e o vulto com a mão levantada traz consigo uma lâmpada. O vulto aproxima-se do soldado e este percebe que chegou seu fim, que a Morte chegara… Não, não foi a morte quem entrou na barraca, mas a Vida.