fev 05

Estou aqui hoje só para dizer como sou um afortunado. Digo, sem ter nenhum pudor quanto a isso, que sou um cara de muita sorte. Nossos avós, bisavós ou nossos mais antigos antepassados olhavam para o mundo que então conheciam e se perguntavam o que era aquilo. Os riscos no céu durante uma noite chuvosa era algo que eles não sabiam.

Ao longo de nossa história, buscamos perguntas e tivemos muitas respostas. De início, não eram as que esperávamos e muitas delas eram tão ou mais misteriosas que as perguntas feitas anteriormente. Durante todo este percurso, fomos adicionando mais e mais conhecimento, saber. E este conhecimento tinha um nome na Roma Antiga: Scientia, que hoje nós chamamos de Ciência.

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jan 19

Eu sou um apaixonado por livros. Olho para a minha direita e vejo livros sobre a história de Roma, Química Orgânica, Mitologia Comparada, manuais de reagentes, os romances de Tom Clancy e Frederick Forsyth, dicionários, teologia do Novo Testamento, algumas apostilas (escritas por mim ou nem tanto), papéis avulsos e outras histórias. Às vezes, quando estou fora de casa, me pego numa questão que não tenho como responder na hora. Seja durante a aula, seja conversando com pessoas ou até mesmo respondendo a um comentário. Posso aprovar os comentários daqui quando estou no almoço, direto do celular. Sempre pensei em ter este acervo em ebook (que eu também possuo aos montes, a ponto de nem saber direito o que tenho no HD). A pesquisa online nem sempre me retorna o que eu quero, acabando por olhar nos meus livros.

Os livros estão ali, quietos, prontos para entrar em ação. Desde algumas obras bem velhas, do século XIX, até edições novinhas em folha (algumas ainda nem receberam a luz dos meus olhos). Eles estão ali, imutáveis e este é um dos grandes problemas dos livros: sua imexibilidade (salve, pai Magri de Ogum!). Eles são estáticos, parados, perfeitos na perfeição em que foram planejadas, mas muitas vezes isso é pouco, como num mundo de grandes mudanças que sempre precisa estar atualizado. Como se faz?

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nov 25

Em 1859, as ciências biológicas mudaram radicalmente. Pode-se dizer que a começou o E.D.: Era Darwin, quando o naturalista britânico publicou sua opus maxima, cujo título completo é Sobre a Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida. Bem, se as pessoas já se assustam com um parágrafo de blog hoje, um título quilométrico desse é capaz de fazer muitas pessoas saírem correndo gritando, ou tascar logo um TL;DR. Antigamente não era muito diferente, o que se perpetuou até hoje, quando um bando de apedeutas ainda insiste em dizer que Darwin falou que a) O Homem veio do macaco (examinando alguns comentários que aparecem aqui, acho que alguns vieram das antas) e b) A Natureza seleciona o mais forte.

A obra de Darwin não tinha o que poderíamos chamar de apelo estético. Nada de fontes muito caprichadas ou diagramações supimpas, o que separa homens de meninos. Se por um lado tivemos o "feio" livro da "Origem das Espécies" sem nenhum fru-fru, pelo outro temos o festival de dizáine daquela bosta de "O Segredo". Agora, uma artista especializada em História Natural resolveu dar uma contribuição ao tio Darwin, preparando belíssimas ilustrações para uma edição da obra de Darwin.

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nov 04

Eu sempre quis ter uma coisa, mas nunca tive quando pequeno: um kit de pequeno cientista. Era uma coisa tão mágica para mim que devia ser a verdade suprema trazida por Moisés (na época que acreditava em Moisés, Noé e outros contos de fada). Não ganhei um kit daqueles, mas ganhei um Falcon. Eu matei muitos exércitos inimigos com meu Falcon, antes que psicopedarretardadas decidirem que isso poderia me transformar num psicopata. Não transformou. Virei um psicopata por outros motivos. Tempo passou e acabei me esquecendo daquilo. A gente entra naquele período em que alcança a Sabedoria Suprema e acha que sabe tudo – período que chamam de "adolescência". Na faculdade eu vi como a Química ensinada no Ensino Médio era a coisa mais ridiculamente inútil, chata, incômoda e totalmente sem o menor sentido. Não tinha percebido que a Química poderia ser muito mais, já que eu não tinha brincado com kits de Química (meus kits eram improvisados com xampus, cremes, detergente, óleo etc, tendo meu cachorro como cobaia. Me divertia um bocado antes de ganhar minha merecida surra).

Mas e hoje? O que temos?

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nov 02

Mimimi, mas hoje nem é mais Dia das Bruxas, é dia de venerar os mortos, pois Dia das Bruxas é coisa dos imperialistas americanos com pacto com o diabo e a imprensa golpista. Temos que respeitar as tradições brasileiras e… e…

CHEGA! A questão é simples: o site não é SEU. Posto o que quiser, no dia que me der na telha.

Recebi um e-mail sugerindo um vídeo que eu achei muito legal (bem, eu também "leio" 9GAG nas horas vagas), mostrando poder sobrenatural da Química.

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out 30

Entra ano, sai ano e todo ano vem a mesma palhaçada que perdura o ano todo. O ENEM já disse a que veio (para nada). De maluquices pseudoeducacionais vocês devem estar fartos, frente à insânia que é o MEC, o Ministério da Estupidez Cavalar. Entre fraudes e incompetência, resta pouco a se dizer de um sistema falido, ridículo, acéfalo, irresponsável, tosco e absurdamente idiota. E olhem que eu ainda nem comecei a xingar. Qual o futuro nos reserva? Fácil de responder: a inguinorânça jeneralizada. E ai daquele que me corrigir. Eu prosseço vossêis por prekomçeito lingoístiko

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out 24

Eu creio que vocês devem se lembrar da tosquinha que, no ano passado, perdeu a hora estando EM FRENTE ao portão de entrada da UFPR, ficando impossibilitada de prestar o vestibular. Galdalf encarnou no segurança e este disse YOU SHALL NOT PASS!

Ontem não teve vestibular, mas teve ENEM, onde nossos briosos estudantes foram colocar seus dejetos cerebrais na prova (favor NÃO perderem tempo enviando aquele e-mail fake com as "pérolas do ENEM"). Como nada é tão maluco que um bando de crente tosco não faça ficar mais insano, um bando de desocupados foram orar pelos "feras" se saírem bem na prova. Ahã. Sei.

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out 18

Lidar com pais é um saco. Eu sei, eu sou um! Normalmente, eles reclamam de tudo. Reclamam se você dá nota zero pro filho, reclama que você não foi rígido, reclama que você passou muito dever, reclama que você quase não passa deveres e reclama até da reclamação que você reclamaria se ele não reclamasse do que o aluno reclamou do que você estava reclamando em sala. Mas algumas reclamações têm seu lugar e merecem ser levadas a sério. MUITO a sério, como foi o caso dos pais de alunos de um jardim de infância em Brasília, que toda manhã começa uma sessão de desencapetamento oração, onde as crianças são induzidas a agradecerem. A quem? Adivinhem.

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out 15

Em algum momento da história da Humanidade, resolveram que as pessoas tinham que aprender alguma coisa. Não só que sementes dificilmente brotarão se não forem enterradas em terra úmida, como fazer uma pirâmide com o lado maior para cima não era uma boa ideia. As pessoas precisavam daqueles com os quais podiam sempre contar. Construíram locais de aprendizado e, é claro, havia crianças por pertos. Local de aprendizado + Crianças deu origem a uma das profissões mais amadas de todas: o pipoqueiro!

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set 08

Dando uma repassada no insano submundo imundo de Hades chamado Twitter, vi um comentário da @fatimatardelli que mencionava uma reportagem tosca (como é de praxe no meio jornalístico) sobre o fim da obrigatoriedade do uso da letra cursiva nos colégios. Em resumo, isso se deve ao fato (?) de todos os quase 7 bilhões de pessoas usarem computadores, celulares e trecos informáticos em geral. Não que se cogite, ainda, uma idiotice dessas no Brasil, mas com o histórico imbecil que o MEC tem, não duvido nada que alguma psicopedarretardada veja que isso ajudará ao educando a… bem, não sei, mas ela achará que ajudará em algo.

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