A supercelula de Satã formando um ciclone

Mãe Natureza é daquelas desnaturadas. Mamãe Natureza é uma bela duma sem-vergonha, pior que a Madrasta da Branca de Neve, só que mais eficiente. Se por um lado temos terremotos, vulcões, maremotos e, claro, não podemos deixar de lado os ciclones.

Uma supercélula é uma tempestade Chuck Norris. É algo feio, horroroso e se você for esperto vai fugir pra primeira montanha; o que não garantirá nada e você encontrara com Satã, de braços abertos, perguntando por que demorou tanto. Neste tipo de tempestade, temos uma corrente ascendente de ar, chamada de mesociclone, e o que ele faz é isso aqui:

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Um reino tão vasto cujo Sol nunca se põe

O título faz alusão ao mundo conquistado por Alexandre da Macedônia. Indo do Egito até quase chegar no Oriente Distante. Um império tão imenso (e fugaz, entretanto) que em algum ponto dele estava fazendo Sol, não importando em que momento fosse.

Nós abrimos mais horizontes que Alexandre, conquistamos outros mundos sem que um exército chegasse lá e mandasse tudo para a vala. Nossa última fronteira é o Espaço, mesmo tendo nos aventurado muito, muito pouco, conquistamos o inimaginável. Um reino onde realmente o Sol nunc se põe.

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Como voar sem gravidade (ou quase nada de gravidade)

Um dos artigos que mais gostei (dentre uma saraivada deles), é o da Kate Upton em microgravidade. Aliás, não foi só eu. Muita gente adorou o artigo, ao ponto até de "se inspirar" nele. O voo parabólico é uma das coisas mais maneiras que existem e não é coisa recente. Ele sempre foi usado para o treinamento de astronautas, mesmo quando ainda não havia efetivamente astronautas, mas sem ele não haveriam astronautas.

Imaginem o seguinte: se hoje o treinamento para um astronauta é rígido, como seria o treinamento para o início dos anos 1960, quando Kennedy lançou a corrida espacial (que, DE FATO, os EUA chegaram atrasados em tudo, e só foram primeiro à Lua, porque a URSS nunca teve intenção de mandar ninguém pra lá). Entre testes de paraquedas, quedas e ações centrífugas, como seria o comportamento de seres vivos em ambientes com microgravidade (NÃO É GRAVIDADE ZERO!!!!!)?

Só o LIVRO DOS PORQUÊS para nos explicar.

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O gelado reino de Netuno

O reino dos planetas-deuses é desolado. A partir do planeta-guerreiro, o sistema solar já está muito frio, espaçado, praticamente morto. Quando chegamos no planeta-deus Netuno, não há água líquida, seu reino marinho repousa apenas na mitologia. É muito frio, deserto, sem vida; mas, nem por isso, vazio. Há uma imensa vizinhança circundando o reino de Netuno, magnífica, mas indiferente, com uma frieza de dar dó, pois além de não dar bola para as bactérias que andam sobre a Terra e constroem mísseis balísticos, os longínquos mundos perto de Netuno estão longe demais do Sol para serem paraísos caribenhos. No máximo são como Zamhareer , o infeno de gelo.

Com informações infernalmente precisas, abram o seu LIVRO DOS PORQUÊS, seção Astronomia.

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Dep. Eurico xinga Xuxa em audiência. Bancada Crental tira o cu da reta

Eu já falei, não tenho nada contra religiosos. Se eu acho a religião um câncer sociológico, acho que cada um tem o direito a seguir o que quiser. O problema é que todo mundo tem o direito a ter opiniões, só não tem o direito de ser escroto, como no caso do Deputado Eurico – já conhecido do pessoal que acompanha os desmazelos de idiotas das bancadas evangélicas –, que surtou durante a sessão da comissão da Câmara dos Deputados que tentava votar proposta para proibir castigos físicos em crianças, a chamada Lei da Palmada.

Euricão, o ético pastor, surtou e começou a xingar a Xuxa por ela ter participado de um filme erótico e tarou um garoto (sortudo) de 12 anos na época. Aí o tempo fechou.

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O que acontece se fervermos coca-cola?

Volta e meia me perguntam esta palhaçada. "O que acontece se ferver coca-cola?" ou "Coca-cola faz mal. Derrete prego e desentope pia" ou "Coca-cola é veneno, dá cárie e faz você ter espinhela caída, mau-hálito, broxa e faz seu cunhado vir morar com você". É tanto boato e manias com a coca-cola (a bebida do povo engajado que usa tênis Nike, torce pro Chicago Bulls e escreve Yankees Go Home nas paredes).

Então me falam que coca-cola faz um mal desgraçado porque quando se ferve ela, o troço fica preto, gosmento, fedido e venenoso, praticamente é o bife que servem no refeitório do meu trabalho.

Guarde a barrinha de cereais, jogue fora o suquinho e abra o LIVRO DOS PORQUÊS!

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Nós podemos ver o som?

Você sabe o que é a luz: uma onda eletromagnética que tem os componentes dos campos elétrico e magnético, oscilando em um ao outro, perpendicularmente entre si e perpendicular à direção de propagação dessa onda. Ela não é vista se não tiver algo a ser visto. A bem da verdade, jamais veríamos os disparos de lasers (neste momento você fez PEW! PEW! PEW! mentalmente que eu sei!) das naves espaciais, pois só vemos os raios por causa da refração, iluminando as partículas dispersas.

A luz não precisa do meio material para se propagar, podendo viajar tranquilamente pelo vácuo, diferente do som, que é uma vibração do meio que percorre meio material e chega aos nossos ouvidos. Mas, será possível que nossos olhos vejam o som? "Não", é a resposta. Pelo menos, é que se pensava até provarmos o contrário.

Você gosta de Física e assiste Cosmos? Bem, aqui você verá tudo em altíssima resolução (diferente da NatGeo BR) . Afinal, aqui é o LIVRO DOS PORQUÊS!

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A levitação que aquece nossos corações e derretem alumínios

O bom da Ciência é que podemos fazer qualquer coisa maneira com os conhecimentos mais básicos que ela nos proporciona. O ruim de ensinar Ciência é não poder mostrar estas coisas maneiras. Ficamos ensinando besteiras como números quânticos, subníveis energéticos, cada um dos passos da divisão celular, calcular a trajetória de qualquer coisa, sem efetivamente mostrarmos nada disso. É um saco ter que falar de reações químicas no quadro e os alunos com aquela cara de “OOOOOOOH, que legaaaaaaaaZZZZZZZzzzzzzzzZZZzzzz”.

Mas, e se pegássemos um pedação de cobre, enrolarmos e passarmos corrente alternada nela? Simples: seremos que nem o Magneto e faremos um pedaço de alumínio flutuar até derreter e PLOFT cair fundido e mal-pago.

Eu sei que hoje é domingo, mas nunca devemos descuidar dos estudos. Vão para a estante e peguem seu LIVRO DOS PORQUÊS!

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A lenta e microscópica vida nos mares

Há um grande problema em acompanhar o mundo natural. Ou ele é muito rápido, muito grande, muito pequeno ou é muito lento. Ou uma mistura dessas coisas, duas a duas. No caso da vida, é difícil acompanhar o que acontece, já que temos que ver as minúcias, os detalhes e, mais importante, a paciência de acompanhar tudo isso. O problema que muitos detalhes escapam já que há mínimas variações e só juntando tudo e acelerando o processo para termos noção.

O vídeo a seguir mostra a lenta vida dos corais e esponjas, pequenos seres marinhos que parem estar lá, paradões, sem contribuir com nada. Mas suas estruturas são vibrantes e recheadas de vida.

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O que se faz com seus implantes depois que você morre?

Morte nunca é agradável. Salvo se for de algum rato, barata ou van que corta o seu carro, vindo pelo acostamento. Normalmente, a família fica com a cabeça cheia e, com isso, acaba-se esquecendo uma coisa: e se o falecido(a) tinha uma prótese w/ou implante médico? O que se faz com eles?

Se formos pensar bem, é uma pergunta intrigante. São milhões de peças como próteses de membros como braços e pernas, silicone para os seios, marca-passos e até dente postiço. Parafusos, pedaços de titânio para substituir ossos etc. Para onde vai tudo isso depois que a gente morre? Para o caixão? Algumas modelos que tem por aí, depois que morrerem, virarão uma poça de silicone.

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