O Telescópio Espacial Hubble é lindo. Lançado em 24 de abril de 1990, os 2,5 bilhões de dólares são uma ninharia para as toneladas de dados e informações que ele nos trouxe. Uma pena que políticos e a população não veja assim. De qualquer forma, sendo responsável por 3 prêmios Nobel, zilhões de informações e belíssimas imagens, o Hubble é a nossa janela para a mais fascinante das fronteiras: O Espaço.
Sendo assim, eu não podia ficar sem legendar este vídeo, de forma a compartilhar com vocês um pouco das maravilhas que este aparelho trouxe. Aparelho, mas que se existir alma, com certeza ele tem uma e quando máquinas ganharem consciência, ele saberá do tanto de cientistas, pesquisadores e pessoas comuns que tanto adoram o trabalho que ele executa. Valeu, Hubble!

Já catalogamos vários exoplanetas. Mas à medida que nossa tecnologia avança, estamos a cada dia descobrindo mais e mais novos mundos. Mundos que antes estavam escondidos dada a distância, mas com iniciativas como o MOA II, podemos ter um vislumbre do que temos lá fora.
A cada dia aprendemos mais sobre o Universo. Claro, nada é divulgado na mesma hora. Vai que digam que os anéis de Saturno curam o câncer? Daí o Judiciário poderá obrigar a União Astronômica Internacional a distribuir para os doentes. Não ia ser fácil. Com o advento do avanço tecnológico, conseguimos imagens nunca antes vistas. Agora, podemos ver jatos de partículas em melhores detalhes do que antes e isso nos ajuda a compreender melhor nosso Universo.
Eu sou um homem velho. Sou do tempo que o canal National Geographic era sobre Geografia, o Discovery era sobre Ciência e o History, sobre História. Agora essas bagaças viraram caça-níqueis trazendo gente maluca pelada num reality, que se fosse real mesmo, a taxa de sobrevivência seria medida em horas. Mostra gente comprando quinquilharias (e tudo real, o cara já chega arrumado, e com vários “especialistas” presentes) e malucos conspiracionistas com alienígenas, jesus, Jesus é um alien ou coisas loucas nesse sentido.
Olhos atentos estão observando a tela. Pessoas normais veriam números, letras, mais números, informações, uma algaravia sem-fim de dados. Mas dois olhos veem algo um tanto diferente. Veem o resultado de pesquisas, o canto desses olhos se franze, mostrando pequenas pregas que ilustrariam um sorriso, como quando vimos nosso bebê pela primeira vez.
