Eu gosto das associações que costumam fazer. Algumas, totalmente despropositadas. Outras, têm até um motivo para a associação e esse motivo é simplesmente ser notado. Tive um belo vislumbre disso ao ler uma pesquisa científica que determinou a presença de cloreto de sódio (o sal de cozinha, você sabe) em um lago de Europa (o satélite de Júpiter e não o continente).
Uma das conclusões da pesquisadora é que isso podia ser indício de ter seres vivos lá.
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Ajeitar a lente de um óculos é chatinho. polir o espelho do seu banheiro é fácil ou difícil, dependendo da tranqueira que você tenha comprado. Calibrar um microscópio também dá trabalho. Agora, calibrar e focalizar um monstro gigantesco com a mais linda tecnologia óptica para vasculhar o Espaço como o telescópio espacial James Webb realmente é chato, demorado, trabalhoso e tudo com a precisão de algo que faria um fio do seu cabelo algo enorme.
O Telescópio Espacial Hubble continua firme e forte dando uma zoiada pelo Universo enquanto ainda não é descomissionado de vez, o que eu espero que nunca aconteça porque… bem, é o Hubble, né? Dessa vez, ele estava registrando umas imagens de Marte, quando o pequeno satélite Phobos estava em sua órbita normal e acabou sendo registrada pelo Hubble, mas tão pequena que é este satélite que ele parece uma pequena estrela.
A missão NEOWISE é buscar asteroides e cometas perto da órbita terrestre, usando a capacidade de detecção pós-criogênica, e usando sensores infravermelhos. Em fevereiro de 2011, a NASA anunciou que NEOWISE havia descoberto muitos objetos novos no Sistema Solar, incluindo vinte cometas. Durante suas missões primárias e estendidas, a nave espacial forneceu caracterizações de 158.000 planetas menores, incluindo mais de 35.000 objetos recém-descobertos.
Uma equipe de astrônomos da Universidade Estadual de Ohio assistiu a uma estrela desaparecer e possivelmente se tornar um buraco negro. O diferencial é que esta estrela não tinha se tornado uma supernova, como a teoria corrente diz.
O cluster de Perseus é um aglomerado de galáxias na constelação Perseus e é um dos objetos mais massivos do universo conhecido, contendo milhares de galáxias imersas em uma vasta nuvem de gás de vários milhões de graus. O telescópio espacial Hubble e o telescópio de raios-X Chandra captaram imagens quando um aglomerado de galáxias pequenas passou perto do cluster, perturbando os gases, formando o que chamamos de onda de Kelvin-Helmholtz.
Quanto mais aprendemos, mais temos a aprender,. Quanto mais descobrimos, mais aprendemos. Quanto mais aprendemos, vemos que tem mais a se descobrir e isso nos explica muito sobre o que temos aqui perto de nós. Quando nós estudamos exoplanetas, muitas respostas aparecem que ilustram coisas que acontecem em planetas do nosso Sistema Solar.
O telescópio espacial Kepler da NASA observa o oitavo planeta em nosso Sistema Solar, Netuno. O Kepler detectou pequenas mudanças no brilho de Netuno causado pela rotação diária do planeta, o movimento de nuvens e até mesmo ondas sísmicas do próprio Sol!
A NASA sempre atua junto com crianças. Dessa forma eles tem um projeto Desenhe um Planeta, em que a criança desenha e define características de como esse planeta seria. Daí cientistas analisam para saber se aquilo é condizente com as atuais observações.