Microrrobôs já trabalham com metal e até com componentes eletrônicos . RENDA-SE HUMANO!

Eu adoro qualquer tipo de robôs. desde aqueles que se faz com LEGO até robôs assassinos exterminadores de policiais cibernéticos. Temos desde os fofinhos como o Aibo até um drone que leva democracia aos rincões de Deus-me-livre. E agora, temos microrrobôs capazes de construir coisas, mas isso não seria nada demais, também. Os materiais usados podem ser madeira, vidro, circuitos eletrônicos e, se bobear, faz até exame de toque retal.

Chamem Sarah Connors!

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Hutch, o robô extensão do seu próprio corpo

O mundo da telepresença é algo fascinante. Você poder interagir a distância com um ambiente, mesmo estando a quilômetros dali, dá um gosto todo especial de ficção científica, mas que é realidade. Não vivemos no futuro. Vivemos um presente maravilhoso, com um amargo gosto de passado quando vemos que muita coisa não mudou há séculos.

Alguns pesquisadores da Universidade Internacional da Flórida resolveram deixar de lado um pouco os Everglades para criar algo mais maneiro: um policial de aço Jiban robô controlado à distância, repetindo o movimento de uma pessoa de verdade, nos mínimos detalhes.

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Quer fazer um músculo? Pegue agulha e linha

Eu vejo próteses diversas e fico maravilhado de como a Ciência & Tecnologia. Ligas metálicas, polímeros, compósitos e tudo de melhor que se pode usar para substituir ossos está sendo usado. Ainda assim, e por mais que se use motores e amortecedores, ainda não conseguimos algo semelhante aos músculos.

Mas isso está sendo analisado. E quando você sair para pescar – sua mulher bronquear, diga que você vai pesquisar, para um músculo criar.

(deem um tempo. Ainda é quinta-feira)

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Robôs imitam cupins na arte de construir coisas

A engenharia veio para corrigir os problemas do mundo, nem que ela invente o problema antes para poder consertar. E, de acordo com engenheiros, se algo não precisa de conserto, é porque está com perda total.

Claro, engenheiros sabem que eles não têm motivo nenhum para criar algo absolutamente do zero, se alguém criou algo eficiente. Nesse caso, são os 3 bilhões de anos de evolução biológica. Por isso, porque criar um sistema de construção do nada, se cupins já fazem isso excelentemente bem? É o que cientistas de Harvard estão pesquisando.

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A quantas andam as cirurgias robóticas?

O mundo está cada vez mais tecnológico, desde que o primeiro macacão badass resolveu usar ossos como armas para caçar ou mandar seus desafetos pra vala. Automatizamos carros, aviões, navios, celulares, computadores, video-games etc. Seria justo pensar em, quem sabe um dia, termos máquinas que pudessem fazer intervenções cirúrgicas; verdadeiros robôs a serviço da causa médica. Mas será que estamos preparados? E os riscos?

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Quando será crime desligar um robô?

No planeta Aurora, Jander Panell é assassinado. Para investigar o caso, o detetive Elijah Baley precisa entender todo os fatos e o principal é: Quem iria querer matar um robô? Aí começa a trama do livro Robôs do Amanhecer, de Isaac Asimov, no qual discute-se, mais uma vez, o papel dos robôs em meio aos humanos.  Mas, acima de tudo, o problema é "por que não matar um robô?" Qual a diferença entre puxar a tomada de um robozinho (ou robozão) e desligar os equipamentos de suporte de vida de um paciente terminal?

Em outras palavras: robôs têm direitos?

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Mãe, me dá a barata pr’eu brincar?

Ontem, eu escrevi sobre inciativas voltadas para crianças se aproximarem mais da Ciência. Desde periódicos científicos escritos para crianças até robôs sugadores de cérebros fofinhos para se brincar. Mas nada, NADA, supera esta maravilha que eu vi (curiosamente, foi ontem também, mas não tenho tempo de ficar aqui escrevendo o dia todo). Trata-se do primeiro controle remoto de barata. Não, não é um robô barata ou carrinho com uma "capa’ de barata por cima. É uma barata, MESMO!

Quero isso de natal, já sabem!

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Skynet quer se apoderar da alma de nossas crianças. E elas irão adorar!

Eu sempre trago cosas incentivando o ensino de Ciências, Computação e Robótica para crianças. Desde o Meu Pequeno Químico, até os Mobots. Essas áreas desenvolvem o cérebro, melhora o aprendizado, diverte e instrui. Não daquela forma chata e insípida que chamam de "Programa", estipulado pelo MEC, o ministério brasileiro semelhante ao ministério da marinha da Bolívia. Crianças podem fazer mágica, podem programar o NXT da Lego ou mesmo Arduino. Elas podem fazer qualquer coisa, basta ter as ferramentas.

Bem, a ferramenta da vez é o Play-i e, eu adoraria meter as mãos nesta gracinha, digo, dar de presente aos meus filhos.

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Uma voltinha pela Lua

A Lua foi um dos primeiros astros inspiradores de nosso mundo. Poetas, cientistas, loucos e lobisomens sempre se fascinaram por aquela imensa bola prateada onde mora São Jorge (eu juro que nunca consegui ver a cara do sujeito lá, mas se minhas tias dizem que está lá, é porque está lá).

A câmera do Orbitador de Reconhecimento Lunar (Reconnaissance Orbiter – LRO) é poderosa. A nave robótica que desvela os segredos da Lua custou a bagatela de 504 milhões de dólares em 2009, quando foi lançada (dinheiro desperdiçado, né? O que conta mesmo como importante é os 100 milhões de euros, valor do passe do jogador Gareth Bale), nos traz imagens, que depois de tratadas, acabaram em um filme como este a seguir:

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Carpinteiro faz mágica e devolve as mãos a crianças amputadas

Não, não é desse carpinteiro que eu estou falando. Este carpinteiro não gosta de amputados.O carpinteiro mágico que estou falando é Richard Van As (sim, você que sabe algo de inglês pensou a mesma coisa que eu e dá razão às mulheres em achar que nunca passamos dos 13 anos), um camarada muito legal que ao sofrer um acidente percebeu que podia fazer muito mais pras pessoas do que simplesmente se lamentar.

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