Eu adoro qualquer tipo de robôs. desde aqueles que se faz com LEGO até robôs assassinos exterminadores de policiais cibernéticos. Temos desde os fofinhos como o Aibo até um drone que leva democracia aos rincões de Deus-me-livre. E agora, temos microrrobôs capazes de construir coisas, mas isso não seria nada demais, também. Os materiais usados podem ser madeira, vidro, circuitos eletrônicos e, se bobear, faz até exame de toque retal.
Chamem Sarah Connors!

O mundo da telepresença é algo fascinante. Você poder interagir a distância com um ambiente, mesmo estando a quilômetros dali, dá um gosto todo especial de ficção científica, mas que é realidade. Não vivemos no futuro. Vivemos um presente maravilhoso, com um amargo gosto de passado quando vemos que muita coisa não mudou há séculos.
Eu vejo próteses diversas e fico maravilhado de como a Ciência & Tecnologia. Ligas metálicas, polímeros, compósitos e tudo de melhor que se pode usar para substituir ossos está sendo usado. Ainda assim, e por mais que se use motores e amortecedores, ainda não conseguimos algo semelhante aos músculos.
A engenharia veio para corrigir os problemas do mundo, nem que ela invente o problema antes para poder consertar. E, de acordo com engenheiros, se algo não precisa de conserto, é porque está com perda total.
O mundo está cada vez mais tecnológico, desde que o primeiro macacão badass resolveu usar ossos como armas para caçar ou mandar seus desafetos pra vala. Automatizamos carros, aviões, navios, celulares, computadores, video-games etc. Seria justo pensar em, quem sabe um dia, termos máquinas que pudessem fazer intervenções cirúrgicas; verdadeiros robôs a serviço da causa médica. Mas será que estamos preparados? E os riscos?
Ontem, eu escrevi sobre inciativas voltadas para crianças se aproximarem mais da Ciência. Desde periódicos científicos escritos para crianças até robôs
Eu sempre trago cosas incentivando o ensino de Ciências, Computação e Robótica para crianças. Desde o
A Lua foi um dos primeiros astros inspiradores de nosso mundo. Poetas, cientistas, loucos e lobisomens sempre se fascinaram por aquela imensa bola prateada onde mora São Jorge (eu juro que nunca consegui ver a cara do sujeito lá, mas se minhas tias dizem que está lá, é porque está lá).
Não, não é desse carpinteiro que eu estou falando. Este carpinteiro não gosta de amputados.O carpinteiro mágico que estou falando é Richard Van As (sim, você que sabe algo de inglês pensou a mesma coisa que eu e dá razão às mulheres em achar que nunca passamos dos 13 anos), um camarada muito legal que ao sofrer um acidente percebeu que podia fazer muito mais pras pessoas do que simplesmente se lamentar.