Já tínhamos falado sobre o Antropoceno AQUI e AQUI. Nossa ação sobre o ambiente mudou radicalmente a História da Terra. Somos responsáveis por alterar o ambiente ao nosso bel prazer, e isso está causando sérios riscos a outras espécies vivas, tendo gente que acredita que estamos causando mais uma grande extinção, mas aí eu acho exagero, pois muito dificilmente nós mandaremos 95% dos seres vivos pra vala, como aconteceu no Permiano.
Até agora, a comunidade científica estava debatendo se os seres humanos têm mudado o sistema da Terra suficientemente para produzir uma assinatura estratigráfica em sedimentos e gelo. Bem, parece que a resposta chegou. E não é algo muito animador.
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Gás carbônico, carinhosamente chamado de CO2, é um saco. Além de ser gás de efeito estuufa, ele tem o problema de ser estável, já que está no seu estado máximo de oxidação. Desa forma, cinetistas procuram uma maneira de tentar retirar o danadinho da atmosfera; mas não é só isso. Como isso demanda uma bela duma quantidade de energia, a meta é tornar isso rentável, ou que, pelo menos, se pague. Assim, a busca é uma maneira pela qual possa-se transformar este CO2 em algo reaproveitável.
Anotem a citação a seguir:
Nossas raízes evolutivas nos faz gostar de prados, savanas e uma ou outra arvorezinha. Gostamos de terrenos amplos, aconchegantes e do verde. Verde acalma, verde nos deixa em paz, verde é usado em semáforos e lousas por causa disso (até que algum idiota resolveu implantar quadro branco, e assim começou o declínio da Humanidade).
Caminhando pelos caminhos tortuosos desse mundo esquecido por Hades, me deparei com um artigo que questionava o impacto que a reciclagem de latinhas de alumínio traria em termos de redução de poluição atmosférica. Será mesmo que reciclar aquela latinha de refri ajuda o ambiente? Ou o problema está no nosso modo de vida?
Sim, dona de casa, você é daquelas que limpa, tira pós, desengordura e passa desinfetante, que mais deixa cheiroso que efetivamente mata vírus, bactérias e malwares. Só que nada é tão legal que a Ciência não estrague, que o diga o estudo da Universidade de Sheffield que descobriu que o ar de nossas casas podem ser cerca de 3 vezes mais poluído que o ambiente ao ar livre no centro da cidade e ao longo de estradas movimentadas.
É fato que algumas igrejas evangélicas são um verdadeiro pé-no-saco com sua gritaria absurda e desespero em altos volumes, desrespeitando a chamada Lei do Silêncio. Só que nem sempre as coisas se resolvem de maneira amigável, e muitos casos acabam em tragédia. Que o diga o pastor Hegnaldo (sim, eu sei), que foi assassinado, por causa dos berros e sons em altíssimo volume na Igreja Comunidade Evangélica de Deus, no bairro de Santíssimo, no Rio de Janeiro. Agora, ele poderá falar diretamente com o Todo-Poderoso, e sem gritar, já que Deus não é surdo (acho).
Este é mais um artigo da série "Jornalistas Diplomados falando merda sobre o que não sabem". Ainda não entendi por que jornaleiros, digo, jornalistas enchem a boca pra falar "Jornalista Com Diploma", como se isso fosse o mesmo que ganhar um prêmio Nobel. A Imprensa Golpista mais uma vez usa suas manipulações neo-liberais para afastar as pessoas do saber e conhecimento. Dessa vez, foi o Estadão, que soltou a bombástica manchete "Poluição do Rio Hudson em NY faz com que peixes evoluam". Isso parece coisa de quadrinhos, onde algum evento caótico causou imediata mutação, dando superpoderes aos peixes. Será que foi isso que aconteceu? (pergunta retórica, claro. Mais uma vez escreveram besteiras).