No ano passado, o caldo, digo, a barragem entornou em Minas Gerais, espalhando sujeira, lama, metais pesados, morte e destruição, não necessariamente nessa ordem. Enquanto o Sebastião Salgado não resolve o problema tirando milhares de fotos mágicas, pesquisadores de verdade buscam um meio de filtrar aquela água, criando uma técnica para reter metais pesados por filtração.
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Já tínhamos falado sobre o Antropoceno
Gás carbônico, carinhosamente chamado de CO2, é um saco. Além de ser gás de efeito estuufa, ele tem o problema de ser estável, já que está no seu estado máximo de oxidação. Desa forma, cinetistas procuram uma maneira de tentar retirar o danadinho da atmosfera; mas não é só isso. Como isso demanda uma bela duma quantidade de energia, a meta é tornar isso rentável, ou que, pelo menos, se pague. Assim, a busca é uma maneira pela qual possa-se transformar este CO2 em algo reaproveitável.
Anotem a citação a seguir:
Nossas raízes evolutivas nos faz gostar de prados, savanas e uma ou outra arvorezinha. Gostamos de terrenos amplos, aconchegantes e do verde. Verde acalma, verde nos deixa em paz, verde é usado em semáforos e lousas por causa disso (até que algum idiota resolveu implantar quadro branco, e assim começou o declínio da Humanidade).
Caminhando pelos caminhos tortuosos desse mundo esquecido por Hades, me deparei com um artigo que questionava o impacto que a reciclagem de latinhas de alumínio traria em termos de redução de poluição atmosférica. Será mesmo que reciclar aquela latinha de refri ajuda o ambiente? Ou o problema está no nosso modo de vida?
Sim, dona de casa, você é daquelas que limpa, tira pós, desengordura e passa desinfetante, que mais deixa cheiroso que efetivamente mata vírus, bactérias e malwares. Só que nada é tão legal que a Ciência não estrague, que o diga o estudo da Universidade de Sheffield que descobriu que o ar de nossas casas podem ser cerca de 3 vezes mais poluído que o ambiente ao ar livre no centro da cidade e ao longo de estradas movimentadas.
É fato que algumas igrejas evangélicas são um verdadeiro pé-no-saco com sua gritaria absurda e desespero em altos volumes, desrespeitando a chamada Lei do Silêncio. Só que nem sempre as coisas se resolvem de maneira amigável, e muitos casos acabam em tragédia. Que o diga o pastor Hegnaldo (sim, eu sei), que foi assassinado, por causa dos berros e sons em altíssimo volume na Igreja Comunidade Evangélica de Deus, no bairro de Santíssimo, no Rio de Janeiro. Agora, ele poderá falar diretamente com o Todo-Poderoso, e sem gritar, já que Deus não é surdo (acho).