Este é mais um artigo da série "Jornalistas Diplomados falando merda sobre o que não sabem". Ainda não entendi por que jornaleiros, digo, jornalistas enchem a boca pra falar "Jornalista Com Diploma", como se isso fosse o mesmo que ganhar um prêmio Nobel. A Imprensa Golpista mais uma vez usa suas manipulações neo-liberais para afastar as pessoas do saber e conhecimento. Dessa vez, foi o Estadão, que soltou a bombástica manchete "Poluição do Rio Hudson em NY faz com que peixes evoluam". Isso parece coisa de quadrinhos, onde algum evento caótico causou imediata mutação, dando superpoderes aos peixes. Será que foi isso que aconteceu? (pergunta retórica, claro. Mais uma vez escreveram besteiras).
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Sobre a lei que restringe o uso de sacolas plásticas no Rio
Sexta-feira passada (16/07) entrou em vigor, no Rio de Janeiro, uma lei que limita o uso de sacolas plásticas pelos supermercados de grande porte. De acordo com a lei, os grandes supermercados não poderão mais oferecer sacolas plásticas, ficando responsáveis também pelo seu recolhimento, tendo que oferecer um desconto de 3 centavos por cada cinco produtos comprados. A estúpida ideia foi proposta pelo ex-ministro do Meio Ambiente e deputado estadual Carlos Minc (PT), que se acha mais inteligente que uma abóbora, mas eu tenho cá as minhas dúvidas.
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Reservas marinhas ajudam na recuperação de recifes de corais
Os recifes de coral em todo o mundo têm tomado uma surra ao longo das últimas décadas. As temperaturas de aquecimento de água e o aumento da acidez nos oceanos têm trazido problemas aos corais, pois além de atacar o carbonato de cálcio, impede-se que os corais (que são os animais e não as estruturas) possam produzir mais. E é o carbonato de cálcio (ou calcário, CaCO3) que forma a estrutura que vemos (e nos arranhamos), e recebem o nome de “recifes”. O “bichinho” em si não é aquela estrutura. Os corais são cnidários e vivem naquela estrutura calcária, que podem ter dimensões imensas, como a Grande Barreira de Coral localizada na costa da Austrália.
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Termelétricas terão de plantar árvore para compensar a emissão de CO2
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou nesta segunda-feira (13/04) que as usinas termelétricas movidas a carvão e óleo terão que plantar árvores para compensar a emissão de dióxido de carbono (CO2) durante o processo de geração de energia elétrica.
As novas regras devem ser publicadas na edição de quarta-feira (15/04) do Diário Oficial da União. Segundo Minc, uma usina com capacidade para produzir 100 MW de energia (o suficiente para abastecer uma cidade de 200 mil habitantes) terá de plantar em média 600 mil árvores em uma área de 3 mil hectares, caso ela funcione três meses por ano. A norma, no entanto, só entrará em validade no momento da renovação da licença ambiental da usina. Continuar lendo “Termelétricas terão de plantar árvore para compensar a emissão de CO2”
“Gelo inflamável” promete energia limpa contra o aquecimento global
O gás natural encerrado no retículo cristalino de moléculas de água pode ser uma fonte de grandes quantidades de energia, além de ser livre de emissões poluentes também. Essa “mistura” é chamada de “clatrato” e trata-se de uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso que ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza.
Às vezes, eles são erroneamente chamados de “hidratos”, mas considerando que as respectivas moléculas e/ou átomos estão dispostos no interior do retículo formado pela molécula de água, tal terminologia é considerada errônea, posto que hidratos são substâncias que contém água, não que estão presas nela. Sendo assim, eles serão referidos aqui unicamente como “clatratos”.
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“Gelo inflamável” promete energia limpa contra o aquecimento global
O gás natural encerrado no retículo cristalino de moléculas de água pode ser uma fonte de grandes quantidades de energia, além de ser livre de emissões poluentes também. Essa “mistura” é chamada de “clatrato” e trata-se de uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso que ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza.
Às vezes, eles são erroneamente chamados de “hidratos”, mas considerando que as respectivas moléculas e/ou átomos estão dispostos no interior do retículo formado pela molécula de água, tal terminologia é considerada errônea, posto que hidratos são substâncias que contém água, não que estão presas nela. Sendo assim, eles serão referidos aqui unicamente como “clatratos”. Continuar lendo ““Gelo inflamável” promete energia limpa contra o aquecimento global”
Escurecimento global
Céu azul? Nem tanto. Pelo menos não como costumava ser há apenas três décadas, segundo pesquisa publicada nesta sexta-feira (13/3) pela revista Science. O estudo, feito por pesquisadores das universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, analisou dados de concentrações de aerossóis desde 1973 e apontou que a visibilidade sobre os continentes tem caído seguidamente.
Aerossóis são partículas sólidas ou líquidas em suspensão na atmosfera, que podem ser, por exemplo, fuligem, poeira e partículas de dióxido de enxofre. Ou seja, poluição, principalmente derivada da queima de combustíveis fósseis.
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Escurecimento global
Céu azul? Nem tanto. Pelo menos não como costumava ser há apenas três décadas, segundo pesquisa publicada nesta sexta-feira (13/3) pela revista Science. O estudo, feito por pesquisadores das universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, analisou dados de concentrações de aerossóis desde 1973 e apontou que a visibilidade sobre os continentes tem caído seguidamente. Vocês podem ler o resumo AQUI.
Aerossóis são partículas sólidas ou líquidas em suspensão na atmosfera, que podem ser, por exemplo, fuligem, poeira e partículas de dióxido de enxofre. Ou seja, poluição, principalmente derivada da queima de combustíveis fósseis. Continuar lendo “Escurecimento global”
Materiais alternativos são usados para refrigeração de água
Garrafas PET e fibra de coco podem ser uma solução simples, barata e original para resfriar água quente derivada de processos industriais. Esses materiais podem ser usados nas torres que resfriam a água e permitem, assim, seu reaproveitamento pelas indústrias. Um protótipo do equipamento, feito por pesquisadores do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), está sendo testado com sucesso. Continuar lendo “Materiais alternativos são usados para refrigeração de água”
Plantas ajudam na despoluição de metais pesados
No futuro algumas espécies vegetais poderão funcionar como verdadeiras faxineiras de solos contaminados por metais pesados. É o que aponta estudo realizado no Laboratório de Fitopatologia Molecular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Já se sabia que algumas plantas são capazes de absorver agentes que contaminam o solo. A novidade é que, com os progressos da biotecnologia, diferentes espécies de vegetais poderão, nesse processo de limpeza, fazer uma espécie de trabalho em equipe. Continuar lendo “Plantas ajudam na despoluição de metais pesados”
