Disse Oscar Wilde que ele resistia a tudo, menos às tentações. O que a bee inglesa não sabia direito era o que acontecia no cérebro, aquela coisa que todos têm e 90% não sabe pra que serve. Agora, cientistas se voltam para estudar o que acontece no interior do cérebro quando duas informações contrárias se encontram, jogando na mesa a mais vil de todas as armas: as doces tentações.
Continuar lendo “As tentações que os olhos vêem e o cérebro pira”

Isso é bem pavloviano. Cientistas "adestram" essa gambiarra evolutiva que você tem dentro da cabeça de forma a ter respostas mediante estímulos. Claro, isso não é novidade. Também não é novidade aquela receita milagrosa (e enganadora) que você pode aprender conteúdos durante o sono. Bem, colocar a sua avó recitando Cícero e seu De Profvndis Clamavi ad Te, Domine (sim, eu sei) enquanto você dorme não o fará saber de cor os Lusíadas. Mas segundo uma pesquisa, seu cérebro pode aprender a "responder" de certas maneiras quando estimulado durante o sono.
QI, no caso, não é a abreviatura de Quociente de Inteligência. QI é a abreviação do programa
Não, não estou xingando seu filho. A pergunta acima é baseada no mais puro espírito científico. Corvos, longe de sua má fama como companheiros de bruxos e serem espiões de Sarumã, o Branco, são espertos e sabem resolver problemas. Num estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge, comparando a capacidade de resolver problemas de corvos e crianças, vemos que há pouca diferença no modo de pensar de ambos. E isso com o auxílio de um fabulista do século VI antes da Era Comum.
Mas obviamente a Ciência não serve pra nada. Ela apenas nos deu armas nucleares, não é? Não é o que um paciente de 71 anos pensa. Ele sofreu uma lesão na medula espinhal após um acidente de carro há quatro anos e este acidente ceifou-lhe grande parte de seus movimentos. Muito mal conseguia mover seus braços, mas nada muito mais que isso. Seu destino estava escrito por um poder invisível e nada poderia reverter isso.
O operário está pronto para entrar para a história. Mas ele não sabe disso. Ele olha o caminho que será feito ali e é muito pouco provável que ele sequer imagine o quanto aquela obra será importante para seu país, bem como um acontecimento fortuito escreverá seu nome em livros de medicina. O homem caminha calmamente até o rochedo de forma um tanto displicente. Em sua mão não há nada mais que um punhado de pólvora e uma barra de ferro. O homem não esboça medo, pois não havia nada a temer, em sua opinião. Mas acontece um acidente e uma explosão faz com que Phineas Gage seja um dos nomes mais conhecidos da neurociência.
Os perversos cientistas da
Uma das maravilhas em nossos olhos é perceber o que chamamos de "3 dimensões". O mundo é muito diferente ao se olhar pela janela do que o que vemos na tela de um computador. Até mesmo o cinema em 3D não se compara ao nosso dia-a-dia.
Neurônios, como toda criança problemática, às vezes surta e pensa que pode fazer o que quer, como coisa que células conseguem pensar. Eu sei que você pode achar que isso é algum tipo de piadinha, mas não é. Neurônio NÃO PENSA. O "pensamento" nosso de cada momento é formado por um fluxo de elétrons que fica saracoteando de lá pra cá, graças às propriedades físicas e químicas das células em questão. A estrutura do neurônio dependerá muito dos seus vizinhos, pois ele precisará estabelecer ligações sinápticas. Entenderam onde eu quero chegar? Não? Então continuem lendo.
Se você não fugiu correndo de um colégio e aos berros (ainda mais se foi meu aluno), você sabe que morcegos possuem um sonar nato que o ajuda a se guiar durante o voo. Não que morcegos sejam cegos, mas que de noite é realmente bem difícil poder enxergar. Seu sistema de ecolocalização é o responsável por isso, coisa que toda criança de Ensino Fundamental sabe. O que não se sabia até agora é como é feita esta ecolocalização, isto é, se a intensidade do som emitido pelo filhote do Batman tem alguma influência no modo de voar, desviando dos obstáculos.