Todo dia tem sempre um bando de idiotas dispostos a mostrar quanto são retardados. Em épocas de crise, mais desses imbecis aparecem, como quando o clima fica quente e as baratas saem pelos ralos de noite.
Com a onda de furacões cataclísmicos assolando os EUA, surge outra desgraça de proporções bíblicas: gente retardada, como o bando de lunáticos, digo ativistas… ah, é tudo a mesma coisa, que resolveu sacanear o furacão Irma apontando ventiladores pro Céu. São Pedro deu um soco na mesa e disse: “Malditos! Por essa eu não esperava”.
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Léo Montenegro era um articulista do jornal O Dia, do Rio de Janeiro. Em suas crônicas, sempre tinha alguma situação engraçada, com personagens diversos. Desde a senhora gorda, até um negão e um sujeito com capacete de Jim das Selvas. Era o cotidiano insano de subúrbio que, em quase todas as histórias, acabava com pessoal saindo na porrada.
Eu adoro filmes de exorcismos. Todos, sem exceção, mesmo os mais toscos. Adoro ver aquele monte de padres babacas brigando com um ser demoníaco mega-foderoso, com Deus não dando uma ajudinha sequer, e o padreco se mostra mais foda que o Cramunhão. Sim, eu gosto mesmo daquele monte de bobagens pelo monte de nonsense que tem lá. Entretanto, tem gente que fatura uns bons dinheiros fazendo exorcismos, atividade que está cada vez mais rentável, principalmente na França.
Lembram quando escrevi o artigo do mando de imbecis que andavam enfiando de tudo na perseguida, e que até alho e OB com iogurte foi parar lá, até mesmo para tratar candidíase? Pois, é. Nada é louco o suficiente, pois sempre tem algo mais maluco ainda. Agora, ginecologistas alertam contra mais uma maluquice: mulheres andam enfiando cápsulas de glitter na ppk. Motivo? Filhos, eu já deixei de tentar entender o cerumano.
Saiu uma notícia que uma
Hoje é sexta-feira, Dia da Maldade. Dia de dar uma pausa na divulgação científica e dar um giro pelas insânias do mundo de Hades. Sexta-feira, dia de usar título semelhante ao Meia Hora. Sexta-feira, dia da maluquice generalizada. Sexta-feira, dia que Samhain toma umas biritas e esquece um pouco o portão do Submundo aberto e dia que vem notícia que uma vesguinha num bar foi meter a mão no berro, largou da máquina para dar um teco nazinimiga, errou e acertou um coroa que não tinha nada com isso.
Há muita notícia falsa aí. Isso é uma pouca vergonha, com gente inventando bobagens que não existem para ganhar hits, clicks e compartilhamentos. Qualquer um que invente essas besteiras deveria entrar na porrada. É toda hora aparecendo gente que filmou discos voadores, com a qualidade digna de ter sido filmado com uma batata. Ou o pessoal que filmou o ET Bilu.
O SUS nem de longe é o pior dos sistemas de saúde públicos. Para começar, muitos países de primeiro mundo sequer contam com um (ou um decente). O problema do SUS é que 1) a população é sem-noção e vai para o pronto-socorro sem ser em caso de emergência, basicamente para pegar atestado. Lotam aquela bosta, mas o cara prefere ficar 4 horas na fila para não ter que ir trabalhar. Não tente entender. 2) Políticas imbecis que colocam pseudociências vagabundas (desculpem o pleonasmo).
Desde que Gronk resolveu brincar de pique-esconde com Klung que jogos são considerados violentos. Deve ser porque Klung se escondeu tão bem que não o encontraram até hoje (nota mental: nunca brincar de pique-esconde perto de um vulcão). Isso estigmatizou jogos e todos eles são tidos como modeladores da psique humana, em que basta matar uns zumbis que você já vira um psicopata, maníaco e assassino. Bem, eu não me tornei um psicopata por causa disso, mas por outros motivos.
Sim, milhares de motociclistas morrem todos os dias em várias partes do mundo. No Rio de janeiro, foi só o prefeito liberar as motos de pagar pedágio da linha amarela que começaram os acidentes com vítimas. Uma elite global resolveu limar parte da população do mapa.