Há a expressão que determinada coisa ou pessoa é “um livro aberto”, significando que é facilmente “lido”, isto é, facilmente de se conhecer e antecipar as atitudes. Isso, obviamente, vem do conceito que é preciso abrir um livro para se conhecer o conteúdo lá dentro, e um livro aberto é muito mais fácil de se saber o que tem dentro. O problema é que livros antigos, verdadeiras raridades, não podem ficar expostos ao ar, ou sus páginas irão se deteriorar rápido. Em contrapartida, é um crime ter uma preciosidade dessas e não desvendar os segredos de suas páginas. Pode a Ciência ajudar?
Sim. Ela entrega uma garrafa pro estagiário e diz “segura minha cerveja que eu vou ler este livro sem abrir”.
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Em nome de Allah, o Clemente e Misericordioso, hoje, aos 17 dias do mês de Dhul-Qada, perfazendo 1436 anos desde o dia da Hégira, a fuga de Maomé (salallahu alaihi ua salaam) de Meca para Medina, leio sobre o teste de Carbono-14 em um fragmento de um manuscrito do Sagrado Corão. Curiosamente, a datação revelou que a feitura do mesmo seria de antes de Mohammed ter recebido a Revelação do Arcanjo Gabriel e ter recitado as passagens.
Hoje, chegaram, desenharam um pentagrama no chão, escreveram palavras cabalísticas, sacrificaram uma picanha, com um vinho merlot (prato de pipoca é o cacete!) e chamaram meu nome 3 vezes na frente de um espelho quebrado. Diante da minha glória, perguntaram-me sobre um problema de um livro didático de Matemática. E sim, o livro tinha muitos problemas, mas não o que esperávamos encontrar.
No tosco mundo de Hades, politicamente correto, nada agrada à grande massa da população, criados a leite-com-pêra e ovomaltine. Todo dia alguém reclama de livro, novela, filme, série e do seu Lourival, porque ele varreu a rua com vassoura de cerdas sintéticas e isso ofende o planeta. No mundo governado por pedagogas, as produções televisivas e cinematográficas, obras literárias e peças teatrais não podem mostrar violência. É feio.
Arthur Clarke foi um dos marcos da literatura de Ficção Científica. Seu mundo de computadores, alienígenas, foguetes, flutuações quânticas era apenas uma pequena casca do que ele realmente foi. Engenheiro, especialista em radares e o cara que sentou e fez todos os cálculos provando a viabilidade do satélite geoestacionário.
Eu vi a postagem do Cardoso no
Desculpem a demora, amiguinhos e amiguinhas, mas, como sabem os que me seguem no
Eu já fui uma criança um dia. Não pegava gatinhos para sacrificar em honra a Satã (eram lagartos e em homenagem a Dagon). Diferente das crianças de hoje, que leem estas merdas de Percy Jackson, Dive-detergente e outras coisas toscas e mal-escritas. Eu vivi num tempo em que a gente se aventurava, não pelos profiles dos "amiguinhos" no Facebook para xingá-los ou escrevia besteira no Secret. Líamos clássicos como o Médico e o Monstro, O Último dos Moicanos entre outros títulos. Mas, claro, em termos de aventura, poucos se comparam e ele: o Pai da Ficção Científica Moderna: Júlio Verne.
Você curte Astronomia, não é? Você adora coisa que não doa no seu bolso, certo? Você ama ler e não perde tempo quando aparece um livro novo no mercado, estou certo? Você fez cursinho de inglês e saca muito do idioma, é isso? Então, tenho excelentes notícias para você. A NASA editou e está distribuindo um livro do pesquisador Douglas Vakoch, do SETI, e eu acho que você vai curtir de montão.