Não é Sexta Insana (ainda), mas isso merece ser trazido à luz do conhecimento de vocês, gays, homossexuais, pederastas, fãs de Glee e afins. Vocês não podem pôr os pés em Nebraska, EUA. Por que? Porque uma tia achou que isso aí que vocês fazem, seus pervertidos, está acabando com o mundo, levando aquela grande nação ao lupanar da luxúria (tomara!).
Não, não é ela.
A tia se chama Sylvia Driskell, tem 66 anos, e mora em Auburn, Nebraska. No dia 1º de maio entrou com uma ação nomeando todos (sim, todos) os homossexuais como réus, clamando para si mesmo o direito de servir como "embaixadora" dos reais demandantes da ação: Deus e Seu Filho, Jesus Cristo.
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Eu adoro adágios, principalmente os latinos. Mesmo porque, qvid latine dictvm sit, altvm sonatvr*. Um dos que eu também gosto é um adágio em italiano traduttore traditore, que significa na melhor adaptação "tradutor, o traidor". Traduções sempre são complicadas, ainda mais quando envolvem termos técnicos. Acaba-se, não raro, escrevendo-se bobagens.
Eu nunca entendi a tara por "trotes" em Universidades. Tipo, sei lá, quando eu ingressei em uma (e isso faz muito tempo), não tinha essas babaquices, e mesmo assim eu fui lá pra estudar, não para fazer trote, fazer amiguinhos, encher os cornos de cerveja, drogas etc. Deve ser por isso que eu sempre passava com as melhores notas, enquanto os descoladões se ferravam e pediam ajuda aos nerds como eu. Obviamente, eu deixava eles se ferrarem.
O município de São Carlos tem a Universidade de São Carlos, que se especializou em pseudociência. A
Tudo bem, não vivemos num Estado Laico. Distribui-se Bíblias, impõe-se ensino religioso, isenta-se igrejas de todos os tidos de todos os impostos. E você, seu idiota, é arroxado cada vez mais com impostos estapafúrdios e tarifas de água (que água?), luz e combustíveis dando tchauzinho lá da estratosfera.
Não há nada pior que pais incompetentes. Não há nada pior que um Estado que faz loucuras. Não há nada pior do que expor crianças e adolescentes aos perigos do mundo. É vergonhoso saber que tipo de sociedade nos tornamos. É lamentável termos que ver cenas todos os dias que nos afrontam, nos revoltam, nos causa asco. Um menino foi espancado e está com sério risco de morrer, num leito frio de hospital, e agora dor e ranger de dentes ecoam pelos corredores do Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. O menino está em coma induzido e não há muitas esperanças.
Eles crescem às sombras. Movem-se entre nós. Nós não lhes damos tanta atenção. São ridículos, poucos, desorganizados. Eles não oferecem perigo. São uma pífia demonstração ridícula que nunca será grande coisa. Não precisamos nos preocupar com eles.
O que mais me impressiona no brasileiro médio é a sua estupidez galopante. A capacidade de usarem sua absurda condição em algum modo idílico de se acharem melhores que os outros, mais sofredores, mais heroicos, mais que todo o resto da população. Com o (des)caso da falta d’água em todo país, as pessoas começaram a ser criativas e sua arrogância as fez se mostrarem mais mendigas que a mendicância, como é o caso de um casal casado do estado de São Paulo que adaptou uma caixa de descarga para servir de chuveiro.
Antes de começar, vou deixar claro o seguinte: eu não espero ciência de verdade em filmes de Hollywood ou Bollywood. Do Brasil, não espero nem mesmo cinema. EU SEI que o foco é apenas diversão, mas estão falando maravilhas do filme, só porque o Kipp Thorne ajudou no esboço do roteiro. E a Ciência que está ali é só um esboço, mesmo. Porque se a Física de Interestelar é razoável, a Química e a Biologia são pavorosas.
O tosco mundo de Hades não para um minuto. Eu até entendo quando você pede um ente querido, mesmo quando este ente tem 4 patas, late, suja o seu quintal, sem ser o seu cunhado.No caso, a ente querida era uma cachorra (cachorra, cachorra; e não cachorra, a distinta senhorita do apartamento em frente). O problema é que a execução foi mal feita e a casa acabou pegando fogo.