Curiosamente, falaremos sobre uma seita que não é no Brasil (é na Nicarágua), mas que também é formada por imbecis que acham que Jesus está vindo aí, e médico é coisa de gente sem fé. Autodenominada “O corpo místico de Cristo”, aquele monte de Zé Ruelas acham que suas mais de 300 crianças e adolescentes não precisam ir à escola, receber atendimento médico nem nada, já que o Sinhô Jesus dará jeito em tudo.
Estão ouvindo? Este é Darwin vindo em Mach 2 trazendo a sua SEXTA INSANA!
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O Brasil ainda está na Idade Média. Enquanto nós esquecemos cientistas e contratamos índios mágicos para controlar o tempo (sem sucesso), temos pseudociência rolando a torto e a direito, temos também uma população burra, estúpida, iletrada, inculta, imbecil, ignorante e totalmente alienada, que acha que com uns “passes” pode mudar as coisas como um passe de mágica. Médicos estudam anos a fio para saberem menos que uma tiazinha desdentada e analfabeta, que recomenda umas reza aí, mizifio.
No lar dos bravos e terra dos livres, você tem a oportunidade de ser o que quiser, fazer o que quiser, construir seu brilhante futuro, rumo a um horizonte de oportunidades… mas só se você for da cor certa. Ter o sobrenome adequado também pode, ou ajudar bastante, ou ferrar sua vida de vez. Que o diga Ahmed Mohammed.
Diz o mito que a USP é uma das melhores universidades do país. Tão ótima que
O problema nem é chegar na idade adulta. É quando adquirirmos a maestria do cinismo. Eu, de minha parte, já desencanei desse negócio de respeitar as pessoas, principalmente o amor próprio e a dignidade delas. Respeitar necessidades básicas é algo que não existe mais no vocabulário das instituições e colégios não estão excluídos, muitíssimo pelo contrário.
Eu acabei de publicar um artigo, que na verdade é o meu
Hoje, chegaram, desenharam um pentagrama no chão, escreveram palavras cabalísticas, sacrificaram uma picanha, com um vinho merlot (prato de pipoca é o cacete!) e chamaram meu nome 3 vezes na frente de um espelho quebrado. Diante da minha glória, perguntaram-me sobre um problema de um livro didático de Matemática. E sim, o livro tinha muitos problemas, mas não o que esperávamos encontrar.