
O problema do jornalismo é que ele deixou de existir para dar lugar ao que eu chamo de jornaleirismo. Sabem aquela figura clássica do molequinho vendedor de jornais? Para vender mais jornais ele gritava as manchetes e quanto mais sensacionalista, mais chamava a atenção. Com isso, eles gritavam manchetes que efetivamente não estavam no jornal, inventando polêmicas que não existiam, seguidos de EXTRA! EXTRA! Isso despertava a curiosidade das pessoas e saiam vendendo os jornais, para então o bando de otários perceberem que foram enganados e o moleque ter picado a mula com bolso cheio de moedas. No dia seguinte, o processo se repetia. Com o tempo, jornais perceberam que poderiam facilitar este trabalho sem mentir (muito), bastando adequar as manchetes ou dando ao público o que o público quer: opinião de famosinhos. Celebridades sempre venderam tudo, você sabe.
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As pessoas são burras, e eu canso de falar isso. Nos piores períodos da História aflora-se o pior das piores pessoas. De vez em quando, aflora o pior até das melhores pessoas. Voltando ao ponto da primeira frase: as pessoas são burras, extremamente burras. Num mundo que há
Estamos no Apocalipse Coronga. Alguns acham isso horrível e eu só na base do “teremos menos, mas melhores pessoas”. O Tennessee está com uma onda que o mundo vai acabar num ataque nuclear. Estamos com uma tempestade de areia e para variar os gafanhotos estão vindo aí. Só falta a maior catástrofe mundial: todos os brasileiros sobreviverem.
Pessoal estava com saudades do Voz dos Alienados. Já faz quase 2 anos sem postar maluquices dos idiotas. Eu sei, mas não posso fazer nada se a moderação com Mão de Ferro, além do Disqus reduziu muito os insanos postando aqui. No máximo, alguns me chamando de “filho da puta”, mas isso é xingamento, nem merece resposta. Não é como aquela postagem retardada de várzea, aquela postagem retardada moleque, aquela postagem retardada arte que possamos debochar.
Os Estados Unidos é uma espécie de Brasil com dinheiro. Alguns poucos lugares desenvolvidos (não muito) e um monte de caipiras. Um exemplo clássico é o Tennessee, que é tipo São Paulo, mas com whisky que presta e sem a mania de colocar purê em cachorro quente, além de saberem a diferença entre biscoito e tapa na cara. Sim, o Tennessee não é um fracasso total.
Eu já contei (há anos!) sobre