Diz um antigo, e estúpido, adágio que se você não serviu para nada, acabará sendo professor. Não é que não esteja errado, está, a não ser que você coloque pedagogos (desculpem a má palavra) na relação de professores. Os filhotes de Paulo Freire, com seus construtivismos e sócio-interanaputaquepariuismos acham que são mais professores do que os outros, sendo que foram péssimos alunos já no Ensino Médio.
Dados levantados pelo INEP, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, mostram que cerca de 19% dos candidatos do Enem 2014 que ingressaram em uma graduação de Pedagogia no ano seguinte não conseguiriam sequer um certificado de Ensino Médio com a nota do exame, a qual foi uma sonora bosta. Tiraram até 450 pontos, levando em conta a média aritmética das quatro provas objetivas e da redação. Achou ruim? Lembre-se que esse pessoal será responsável por educar o SEU filho.
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ENEM 2016. Fora o show de horrores que foi a galerinha atrasada, o que mais reclamaram é que, como sempre, as provas estavam difíceis; dentre elas, a prova de Química, que mencionou um texto de Platão sobre os estados físicos da água.
Sim, eu fiz Química. Todo mundo me pergunta o por quê. Eu não teria grandes motivos para explicar uma coisa que nem eu sei ao certo. Entretanto, há alguns fatos a serem considerados e analisar como eu acabei nessa profissão.
Temos uma nova Reforma Educacional. Menos disciplinas obrigatória, maior tempo na escola, horário integral, desobrigatoriedade de aulas de Educação Artística, Filosofia, Sociologia e Educação Física. Alunos podendo escolher as disciplinas, pessoal reclamando.
As pessoas, de uma maneira geral, têm dificuldades de entender muitas coisas. Isso até não é problema nenhum, posto que eu mesmo não entendo de várias coisas. A diferença é que eu sempre que tenho dúvidas, procuro por um especialista da área para elucidar as minha dúvidas. Se eu tenho dúvidas sobre as vicissitudes da prática médica, eu pergunto a um médico. Se eu quero saber mais sobre o ofício de arquitetos, procuro um profissional da área e por aí vai. Mas o brasileiro médio tem a mania que querer dar palpite em tudo, querer saber mais que os profissionais, os quais são taxados de arrogantes e de querem se posarem como autoridade no assunto. Bem, se são formados na área e atuam na profissão, sim, eles são autoridades no assunto. A falácia de apelo à autoridade é quando se evoca uma personalidade para sustentar o seu ponto, independente se esse ponto é área de expertise da figura mencionada ou não.
O Brasil é o país que odeia ciência. Ok, beleza, é algo que temos que conviver. mas não precisamos odiar tanto assim, né? Por isso é sempre bom divulgar iniciativas como a
Ok, já cansei de provar que o Brasil é o país que odeia ciência. Odiamos qualquer coisa que vem com inovação, ciência, estudo, ensino e descoberta. As imensas isenções e benesses não só fundamentam que vivemos numa teocracia, como o modo como bancadas e ministros organizam suas pautas mediante a religião nos faz ter certeza disso.
Como assim? Só porque é feriado vocês acharam que não ia ter artigo? Mas eu jamais os privaria disso! Ainda mais com a imbecilidade rolando solta. Chega a ser cômico, se não fosse trágico, saber que ele, o incrível baluarte do saber, foi até Brasília para discutir as novas metas da Educação com o novo ministro do MEC. Sim, ele, especialista educacional, ele, detentor de vasta sabedoria. Sim, senhoras e senhores, Alexandre Frota foi ter com o ministro da Educação. Do jeito que anda a mesma, a presença do Frota é facilmente explicável.