
Nesta casa só aceitamos Ciência!
A Apple, famosa por suas inovações, lançou seus novos preços. Ah, sim, ela anunciou seus produtos, mas o importante é o preço, mesmo, já que os produtos são mais do mesmo, apenas com uma maquiagenzinha, o que é normal em várias empresas (e na Apple principalmente). Daí, me chamou a atenção… ok, não chamou. O que me chamou a atenção foi todo mundo deslumbrado pois os novos iRelógios estão com a incrível capacidade de fazer um ECG direto no seu pulso. Ele vai avisar quando você estiver com arritmia, vai soar alarmes e os Thunderbirds irão lhe resgatar. Uma grande inovação, certo?
Bem, é a tendência Apple inovando como nunca, copiando como sempre, e seguindo marketing exagerado de suas coisas. Mas quando uma empresa comete uma cagada no projeto de seu telefone, deixando-o que nem uma pedra so de segurá-lo, e o seu CEO diz que a culpa é das pessoas por estar segurando errado, o que se pode dizer?
Sentindo palpitações por ver enganação correndo solta, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Eu costumo dizer que brasileiro odeia Ciência, mas é uma forma simplista. De uma maneira geral, as pessoas odeiam algo que lhes tire do conforto, de suas crenças, da vontade que tudo aconteça por mágica. É puro comodismo. Isso explica a quantidade enorme de pessoas que acreditam em médiuns, videntes, líderes religiosos e políticos (têm diferença?), veganismo e terapias alternativas. As pessoas preferem a crença ao saber. Preferem as religiões, de alguma forma. Elas querem que seus mundinhos mágicos fiquem estáveis e tudo se resolva por si só.
No universo das pequenas coisas, você precisa fazer um estardalhaço com algo que não tenha efeito nenhum, de forma a fingir que trabalha e mostra serviço. Nada é mudado mas você tira onda que está fazendo muito por todos, quando efetivamente não está fazendo nada para ninguém. É com base nisso que se baseia esta proibição imbecil dos canudos de plástico no Rio de Janeiro. Motivo? “Ain, o meio-ambiente lindinho não pode ser emporcalhado por causa desses malditos canudos”. Que nem a foto ao lado mostrando a imensa quantidade de canudinhos de refrigerante.
O Sherlock Holmes original era viciado em cocaína. As versões modernas deram uma maneirada (ou mesmo omitiram isso). Na versão Sherlock da BBC, ele anda com trocentos patches de nicotina. Obviamente, ninguém chegaria a tanto, certo? Bem, nicotina é um dos alcaloides mais viciantes. Mais viciante que a cocaína, por sinal. Em todo mundo tem apertado o cerco a cigarros normais e os eletrônicos, principalmente os eletrônicos, que os dependentes químicos juram não ter nicotina e que podem parar quando quiserem. Muitos já pararam umas 5 vezes.
Existe muita coisa de ruim no mundo. Guerras, pestes, fome e gente propagando Homeopatia. Isso escala que não só tem gente propagando Homeopatia como tem os que acham que tocar musiquinha é tratamento. Aí você junta um com o outro e obtém um safado que vende “arquivos de som homeopáticos” prometendo curar ebola, SARS, gripe suína, malária, febre tifóide e cólera! O negócio é tão absurdo que o Conselho Médico da Califórnia está ameaçando revogar a licença do miserável.
Então, minha amiga. Você que está aí, cogitabunda, sorumbática, macambúzia e se questionando sobre o que deu errado na sua vida, fora o drogado vagabundo e mulherengo que você descolou, na esperança de consertá-lo. Você precisa abrir seus caminhos, irmã; e, para isso, você precisa abrir outras coisas. Não, não desse jeito, apesar de ser praticamente o mesmo lugar
A trapaça começou no mundo quando dois caras cismaram que iam se dar bem, mas só um deles conseguiu. Deram um upgrade e a sentença virou “quando o primeiro esperto encontrou o primeiro otário, nasceu a primeira religião”. Quem deve estar sendo lembrado disso a todo instante é um Zé Ruela de Maringá, no Paraná. Mesmo sendo um comerciante, ele achou que estava fazendo um bom negócio ao contratar uma mãe de santo para fazer ele ficar rico, ter prosperidade etc etc