Um dos principais problemas com os malucos que chegam em áreas de comentários, fóruns de discussão e o recanto da insânia conhecido por Facebook (ou melhor dizendo "a rede que não mencionamos") – YouTube fica de fora. Aquilo não é comunicação direta com o Inferno –, é a forma que querem nos converter, ameaçando-nos com pragas, maldições e previsões de como seu poderoso deus vai nos ferrar. O problema é que esse deus fracote sempre age de forma… como direi?… infantil. Ou pelo menos, é assim que seus seguidores dizem que ele age. Como temer um deus que fica que nem criancinha birrenta?
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O tosco mundo de Hades não para um minuto. Eu até entendo quando você pede um ente querido, mesmo quando este ente tem 4 patas, late, suja o seu quintal, sem ser o seu cunhado.No caso, a ente querida era uma cachorra (cachorra, cachorra; e não cachorra, a distinta senhorita do apartamento em frente). O problema é que a execução foi mal feita e a casa acabou pegando fogo.
Vocês sabem o quanto eu adoro jornaleiros, aquelas figurinhas que existem apenas para vender jornais, inventando manchetes escabrosas e notícias que não noticiam nada. Vivem apenas para gritar manchetes e ter visualização, como uma notícia do Correio Brasiliense "denunciando" prostituição de orangotangos na Tailândia. Algo extremamente absurdo, não é mesmo? Eu concordo com o fato de prostituir animais realmente é um absurdo devido aos maus tratos com o bicho e eu queria saber quem é que teria tesão em transar com um orangotango, mas taras esquisitas é o que não falta nesse mudo de Hades.
Ser professor é uma bosta, mas professor de Química sofre duplamente. Primeiro porque todo mundo diz que odeia a sua disciplina (até um diretor de colégio falou isso pra mim!). O segundo sofrimento é ter que sempre ouvir besteiras sobre como fazer explosivos e drogas. Porque, né?, Química só serve pra isso. Então, você dá um esporro no moleque para protegê-lo de si mesmo, acaba indo parar na Coordenação, porque o educando traz uma bagagem ou outra besteira paulofreireana, e tem vontade de aprender.
Bem, os estados já estão ficando sem água, teve blackout em muitas cidades (não, não foi blecaute. Eles que desligaram puxaram a tomada para poderem ligar o X-Box deles). Entre o caos de falta d’água, luz e telefonia – só faltando faltar gás para voltarmos à Idade das Trevas… literalmente –, o Ministro das Minas e Energia vem com a maravilhosa explicação que isso é temporário e o pior já passou: "Deus é brasileiro. Temos que contar que ele vai trazer um pouco de umidade e chuva para que possamos ter mais tranquilidade ainda".
Agora o mundo foi dominado pelos coxinhas politicamente corretos. Um pessoal que acha que devemos proteger nossas criancinhas de tudo. Temos que colocá-las numa redoma de vidro, com litros e mais litros de merthiolate que não arde em estoque. E isso não é de agora. O Roberto Jefferson, quando era advogado-de-porta-de-cadeia e dava consulta no programa "O Povo na TV" (um precursor do Programa do Ratinho), fazia campanha contra o Pica-Pau, pois era um desenho violentíssimo.
Vi uma manchete bombástica –
Eu costumo dizer que a Ciência nunca está errada. A Ciência se autocorrige. A cada erro (nossos ou dos colegas), aprendemos mais e, de preferência, se for pra cometer erros, que sejam novos. Por isso as publicações indexadas, com revisão de pares, é tão importante. Garante a lisura que algum maluco não escreveu um monte de bobagens, assinando com nome de personagem de desenho animado.
Todo mundo quer ser revolucionário, principalmente quem é franguinho de apartamento, que mal sabe quanto papai e mamãe gastam com o toddynho deles. A geração mimada, criada à base de leite-com-pera e ovomaltine, que não sabe ficar sem seus iTrecos e uma conexão wifi querem mudar o mundo. Primeiro, foram aquelas