Anestesia é bom e eu adoro se tiver que passar por qualquer intervenção mais dolorosa que cortar unhas. Eu não sou mártir para sentir dor e você pode me chamar de "banana" o quanto quiser. O problema é que novas pesquisas mostram que anestesias podem deixar efeitos colaterais, principalmente em crianças pequenas, cujo cérebro ainda está em desenvolvimento.
Mas, pelo jeito, não são apenas as crianças que são afetadas. Até mesmo adultos corem riscos, exceto comentaristas de sites de notícia, pois não podem ter danos num órgão que não possuem.
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O cérebro humano, esta gambiarra, não cansa de nos surpreender com suas loucuras, como é o caso dos membros fantasmas. A pessoa perde um membro, e os terminais nervosos estão todos bagunçados. O cérebro surta e VOILÁ! Olha lá o membro que não está lá.
O dr. Ugo Cerletti era um neurologista italiano. Um dia ele teve a brilhante ideia de usar o dispositivo como o que vemos aqui ao lado. È uma máquina de eletrochoque. Na magnífica ideia do dr. Cerletti, dar eletrochoques no crânio era uma boa ideia, pois controlava surtos psicóticos e "curava" esquizofrenia. Essa prática teve início em 1937 e, graças ao bom senso, terminou em na década de 1970.
Qual é o segredo do amor parental? Uma dádiva divina, que ilumina e aquece nossos corações, fazendo-nos diferentes dos outros animais? Quando uma de nossas crias está em perigo, clamando por nossa ajuda, se um animal fôssemos, nada faríamos, certo? Pois, é exatamente pelo fato de sermos animais que corremos em seu socorro, mas isso não acontece com todos. Por quê?
Carl Sagan disse que para se fazer uma torta de maçã, era preciso inventar o Universo. Agora, uma pesquisa diz que para se fazer o que você julga ser simples, como uma machadinha de pedra, é preciso um cérebro mais desenvolvido e complexo, o que não é necessário para se usar a Internet, e muito menos para se comentar em blogs.
Vai começar a 5ª Temporada de Game of Thrones, série que o pessoal adora por causa da literatura densa, personagens bem construídos, estilo de narrativa magnífico. Não, péra. Pessoal vê por causa das mortes e da sacanagem generalizada, mesmo. Mas, claro, eu não vou falar sobre série de TV – que não assisti um episódio até agora, nem me interesso – se não fizer alguma observação sobre Ciência junto; e o melhor exemplo, talvez, seja o caso do Hodor, o personagem que tem as melhores falas e o papel mais difícil: só falar "Hodor".
Todos nós congelamos ao ver algum aviso ou advertência. Não importa se é um policial na rua fazendo você parar ou a sua tia que liga pra você perguntando o que fazer, quando o aviso na tela apenas diz para clicar OK. Você pensa na hora "Que saco, tia!", mas a verdade é que isso acontece com todos nós, e isso inclui você também, que se acha o phoda!
Nós, macacada pelada, achamos que temos órgãos muito bem feitinhos. É um engando. Nós achamos que enxergamos excelentemente bem (exceto eu, que uso óculos), mas também é um engano. Enxergamos ridiculamente mal em comparação a várias outras espécies, e se você consegue ler todas as letrinhas daquele quadro que tem nos consultórios de oftalmologia – independente de ali ter o nome do seu amigo polonês ou não – tenho péssimas notícias: é tudo criação do seu cérebro troll, que lhe ilude da maneira mais tosca possível.