Qual a diferença entre cientistas de verdade e idiotas falaciosos? Cientistas de verdade não têm medo de colocar a cara à tapa e publicam suas pesquisas em periódicos indexados, com revisão por pares (o chamado peer review). O máximo que criaBURRIcionistas conseguem é publicar suas besteiras em sites religiosos ou postar videozinho babaca no YouTube (de preferência, desabilitando os comentários, para não passarem vergonha). Um grupo de estudantes fez um projeto de ciências e descobriram que as abelhas podem ser treinadas para reconhecer cores em busca de alimento.
Que estudantes conseguem publicar seus estudos em periódicos científicos não é novidade. A novidade é que os referidos estudantes são alunos da Escola Primária Blackawton, e têm entre 8 e 10 anos. Resumindo: estas crianças possuem mais periódicos científicos publicados que a soma de todos os criaBURRIcionistas juntos. CHUPA, SABINO! (ops, ele pode levar a sério)
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Enceladus é, na minha opinião, a mais bela e enigmática lua de Saturno. Nos habituamos a falar “lua” para nos referir aos satélites naturais. A saber, só existe UMA lua no Sistema Solar, e é a nossa Lua; só que Enceladus não tem muito a ver com a nossa Lua. Pelo menos, uma coisa é bem diferente entre os dois astros: a Lua não possui gêiseres nem é feita de água. Mas Enceladus, sim, o que foi uma grande surpresa para os astrônomos. Mas que segredos se escondem
Estamos acostumados a ver campos floridos de diversas tonalidades, com suas flores multicoloridas chamando a nossa atenção. Obviamente, não incluo nesse "nós" os frangos de apartamento, que muito mal veem o jardinzinho fofinho do condomínio. As cores (bem como o perfume) ajudam as abelhas e outros insetos a localizarem sua fonte de alimento: o néctar.
Algumas pessoas pensam que cientistas, às vezes, ficam meio sem ter o que pesquisar e começam a estudar qualquer coisa que brote em suas cabeças. Sinto ter que dizer, mas é verdade. Um bom exemplo disso é o que um pesquisador português (sim, piada pronta) resolveu investigar: como os gatos bebem água, leite ou whisky (o gato do John Wayne bebia, e se você não sabe do que eu estou falando, é porque não é velho como eu). A equipe do dr.Pedro Miguel Reis, do MIT, tirou incríveis conclusões da pesquisa.
Antes de nossos pais, avós, bisavós e do seu antepassado mais antigo do qual você se lembra, a ciência islâmica já dominava o mundo, da Ásia Central à Europa ocidental. Aqui contaremos um pouco sobre como os desbravadores do pensamento científico moldaram nosso mundo e como sua influência não é apenas a pedra basilar de tudo o que sabemos hoje. É simplesmente MUITO MAIS!
Conhecedores de métodos industriais, donos de um governo com uma burocracia organizada (eu disse “burocracia” e não “burrocracia”) e bibliotecas bem guardadas, com inúmeros documentos muito bem acondicionados, com sistemas de energia otimizados para trabalharem em níveis otimizados e com um processo criativo excelente. Estes são os chineses, mas não estou me referindo aos chineses dos dias de hoje. Me refiro aos chineses da Antiguidade. Tudo o que você vê hoje, os chineses foram os precursores. Desde a sua agenda até o odômetro do seu carro, passando por sismógrafos, observatórios astronômicos, máquinas computacionais, sistemas hidráulicos, fábricas metalúrgicas e todo um desenvolvimento tecnológico que nos faz inveja ainda hoje, além de um dos mais significativos inventos da Humanidade. Estes são os baluartes de uma antiga civilização. Esta é a brevíssima história da Ciência Chinesa da Antiguidade.
Uma mulher que morava no Estado norte-americano de Minnesota deu entrada num hospital em 2008, com um quadro grave de diarreia. Foi o começo da luta. A bactéria vagabunda que estava causando a doença era a Clostridium difficile, e só o nome dela demonstra o quanto perigosa ela é. A paciente perdeu 27 quilos em 8 meses, o sonho de qualquer acéfala que se acha gorda. O médico que a atendeu, Alexander Khoruts, tratou a infecção com um coquetel de antibióticos. O sucesso foi ZERO.
Por muito tempo, pessoas com lesões sérias estavam condenadas a ficarem para sempre em cima de uma cama ou, na melhor das hipóteses, se locomover com o auxílio de uma cadeira de rodas. Nem que seja uma estilosa como a do Stephen Hawking. Entretanto, longe de nos acomodarmos com infortúnios da vida, a ciência resolveu que tinha que haver um meio a suprir pessoas com lesões diversas, de modo que pudessem ter uma vida normal (ou quase). É a Bioengenharia – ou, como costumam falar erroneamente, Biônica – em ação!
Vida de cientista não é fácil. Temos que lidar com as coisas mais obscuras, onde pessoas ditas “normais” torcem a cara (e o nariz) para nosso ramo de atividade e gaha-pão. Um perfeito exemplo disso são os cientistas da Universidade de Liverpool, que estão estudando as emanações de metano por vacas, a fim de deterinar o quanto elas contribuem para o aquecimento global, antes de viorar o nosso amado hambúrguer cm alface, queijo e molho especial (não, hambúrgueres não são feitos com carne de minhoca).
O Paquistão é uma republiqueta ridícula, governada por maníacos fundamentalistas com um QI de ameba retardada, mas que possui duas coisas: armamentos nucleares e uma rusga com hindus da Índia. Mas temos que respeitar as religiões, desde que seja a nossa e não do maldito infiel do meu vizinho.