O menino que não gostava de inverno sempre pensou que esta era uma das piores estações do ano. Ele sempre o imaginou como sendo algo lúgubre, escuro… Os dias curtos e as longas e frias noites causam arrepios, não só pela baixa temperatura, mas pelo medo ancestral. Ainda assim, os fantasmas só existem em nossas mentes e quando o jovem visitou as montanhas Caskill, a noroeste da cidade de Nova York, ele viu algo nas árvores que seria a chave para o aumento da eficiência de células solares.
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Equipe de Fórmula 1 patrocina mão biônica a fã de 14 anos
Li hoje uma postagem do Meio Bit que me fez me auto-xingar a mim mesmo (sic) muito. Nem precisei do Twitter. Era a história de dois garotos nos idos de 1957 que corajosamente (ou inocentemente, o que não faz diferença) escreveram ao National Institutes of Health (Instituto Nacional de Saúde), solicitando uma verba altíssima (10 dólares da época) para a construção de um… foguete. Ernest Allen, chefe do Departamento de Verbas de Pesquisa, apresentou a carta em uma reunião e os cientistas lá resolveram fazer uma vaquinha e mandaram os 10 merréis pros garotos. Eles ficaram felizes e conseguiram construir o foguete. Leiam o texto do Cardoso ou quebro as suas pernas.
Leram? Ótimo. Alguns de vocês devem estar pensando que isso é coisa de antigamente, e que hoje bilionários não gastam rios de dinheiro em entidades filantrópicas. Entretanto, um menino de 14 anos e fã de Fórmula 1 (coisa que eu não vejo a menor graça) resolveu pedir uma mão biônica ao chefe de equipe da Mercedes e…
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Fóssil de mamãe plesiossauro encontrado com fóssil do feto junto
Os plesiossauros são animais fantásticos. Ou eram, já que estão todos extintos. Por algum tempo ele foi confundido com um lagarto, pois William Conybeare disse que ele (o plesiossauro, e não Conybeare) tinha mais aparência de réptil do que algo similar ao ictiossauro, outro réptil descoberto um tanto antes (não, o ictiossauro não é um peixe com megalomania). Assim, para o "genial" Conybeare, o ictiossauro não era réptil de verdade e o plesiossauro estava mais próximo dos lagartos. Ele não era muito espero (Conybeare, e não o plesiossauro). Mais uma coisa: plesiossauros não eram dinossauros.
Já se encontrou outros fósseis de plesiossauro por aí, mas o que alguns pesquisadores acharam é uma espécie de Kinder Ovo Pré-histórico: uma plesiossaura grávida, com o fóssil do feto juntinho. Família que se fossiliza unida, permanece fossilizada.
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O “DNA” veio do espaço
Pronto, agora um bando de toscos já acham que somos alienígenas e teremos reedições de besteiras como "Eram os Deuses Astronautas?", do Daniken. A mídia adora um sensacionalismo, já que conseguem ver nada de muito sensacional nas notícias. Com isso, quando os pesquisadores do Goddard Space Flight Center, na NASA, publicaram uma pesquisa onde afirmam terem encontrado vestígios de moléculas que servem de base para o DNA em alguns meteoritos, a conclusão da mídia é que a vida se originou no espaço e, portanto, somos todos aliens, sem a graça de chegar perto da Sigourney Weaver. Mas o que foi encontrado mesmo?
Microfluidos permitem exame de sangue com laboratório num único chip
Eu adoro ver o bando de geeks (segundo a definição de uma amiga, geek é um nerd metrossexual) dizendo o quanto amam a tecnologia. Mal sabem eles que "tecnologia" não começo quando inventaram o Windows e sim quando o Homo habilis resolveu usar os primeiros utensílios de pedra lascada. Para isso, foi preciso inteligência e a criação de ferramentas. Pouco tempo depois, estávamos cruzando o céu em supersônicos e mandando espécies inteligentes para o espaço.
A tendência é o aperfeiçoamento dos equipamentos, e a miniaturização e simplicidade deles. Isso é conveniente para quando se precisar em lugares bem afastados e selvagens, sem meios eficientes de transporte e cercado de aborígenes estranhos. Algo como onde o Lealcy mora. Hoje, temos à nossa disposição um laboratório para efetuar exames de sangue de forma simples, e num único aparelhinho. Tudo começa com os microfluidos, mas que diabos são microfluidos?
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O voo divino de Helios
Hélios é a personificação do Sol. Embora, às vezes, associado a Apolo (que chegou a perder a cabeça por Aquiles), Helios é uma divindade que retrata o poder do Sol, tal qual Guaraci. Filho dos titãs Hipérion e Teia, Hélios tinha como irmãos Eos, Aurora e Selene, a Lua (ou Jaci, dependendo do mito que você mais goste). Ele está a serviço de Zeus, o deus pegador, e com seu carro de fogo percorre os céus. Se fosse um barco, ele teria outro nome, seria outro mito e este artigo não teria o menor sentido, então, vamos deixar Tolkien descansando de lado um pouquinho.
À semelhança de Hélios, outro veículo voa pelos céus usando unicamente o poder dos feixes energéticos e das emissões eletromagnéticas do Sol. Por muita justiça, a NASA batizou o protótipo com o nome do Deus Sol dos gregos.
As estrelas que passam por nossas vidas
Eu tenho uma visão romântica sobre o mundo. Acho-o fantástico pelo paradoxo que é sua simplicidade e complexidade que coexistem. A complexidade são as diferentes forças atuantes no planeta, moldando-o sem parar, onde sua topologia muda, ainda que beeeeeem lentamente. A simplicidade é que se trata de apenas um reles planeta terrestre, jogado num canto irrelevante de uma galáxia irrelevante. Se nosso planeta fosse especial de alguma forma, sua destruição seria uma perda para o universo, só que o universo sequer se daria conta disso. Qual importância tem uma coisa que ninguém sentirá falta? Ainda assim, vemos o amanhecer raiar do dia e o crepúsculo cair da noite. Vemos as fases da Lua, vemos até o eclipse ato da sombra da Terra impedir a luz do sol ser refletida pelo satélite.
Pesquisadores estudam novas interações entre deficientes e máquinas
O Kinect da Microsoft é uma revolução no mundo dos jogos eletrônicos (no Cet.net não usamos anglicismos desnecessários. Se tu usas, és um idiota!). Se antes usávamos teclados, joysticks (este não tem uma tradução à altura e eu sugiro aportuguesá-lo para jóistique), alavancas e outros tipos de controle, hoje usamos a nós mesmos, coisa que nossos pais, avós e bisavós já faziam em termos de diversão. O próximo passo é facilmente imaginável, mas meio difícil de implantar: usar interfaces homem-máquina, onde nossas mentes se fundiriam a computadores e as ordens seriam transmitidas diretamente aos processadores e os softwares fariam o resto.
Arthur Clarke já tinha elaborado isso em seus romances da série 2001 – Uma Odisseia no Espaço. Mas até que ponto isso fica no terreno da ficção?
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Os segredos da eletricidade estática
Um dos ramos mais interessantes da Física é o eletromagnetismo. Desde emissões de rádio-difusão até aquele maldito laser verde que algum desgraçado aponta para os seus olhos, passando por pilhas, bússolas, chuveiros elétricos, células fotoelétricas etc. a interação da eletricidade e o magnetismo mudou muito da condução de experimentos científicos. Uma parte destes experimentos podem ser feitos até por crianças de 4 anos e não estou falando em deixá-las colocar o dedo na tomada. Estou falando no ato de atritar peças diversas e ver o aparecimento de cargas. O nome disso? Eletricidade estática.
Uma recente pesquisa promete esclarecer muitos pontos obscuros sobre a eletricidade estática. Enquanto antes achava-se que não havia uma grande transferência de uma grande quantidade de carga elétrica, a pesquisa publicada por cientistas da Northwestern University, em Illinois, EUA, mostra que não é bem assim.
Descoberto o fungo Bob Esponja
Costumam achar que cientistas não possuem senso de humor. Temos. O que alguns de nós não possuem é bom gosto. Pesquisadores da Universidade Estadual de São Francisco deram um nome pitoresco a um fungo descoberto nas montanhas Lambir na Malásia, em 2010. Devido ao seu formato que lembra uma esponja marinha, deram o nome de Spongiforma squarepantsii, em homenagem ao querido e aboiolado Bob Esponja (um personagem que só não digo que deveria tomar um tiro de .12, pois alegariam homofobia).
