Ciência é, por si só, um dos maiores tesouros da humanidade, mas alguns acham que isso é pouco. Não são muitas as descobertas que levam a riquezas no modo comum de se ver isso. A busca por metais preciosos acompanham o Homem desde que o mundo é mundo, mas nem sempre se consegue isso. Cientistas estudam agora um meteorito que foi recuperado 22 de abril de 2012 AAM (Antes do Apocalipse Maia) em Sutter Mill, local onde começou a Corrida do Ouro na Califórnia, em 1849 California.
Para a Ciência, um meteorito (aquilo que vocês chamam de “pedra que caiu do Espaço”) é tão precioso quanto o elemento de número atômico 79.
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No filme do Indiana Jones, o arqueólogo malvadão sai em busca de caveiras pré-colombianas, as chamadas caveiras de cristal. Longe de serem artefatos extraterrestres, que na verdade eram "ossadas" de antigos ETs (sim, spoiler. E o dr. Jones tem um filho, o pai dele já tinha morrido e ele continua com medo de cobras. Me processe). Infelizmente, a realidade não é bem essa e as
Vocês devem se lembrar do Aibo, o cão-robô desenvolvido pela Sony e produzido entre 1999 e 2006. Mas seu foco era ficar dentro de casa. Ter que se deslocar por terrenos acidentados era um sacrifício para ele. A Boston Dynamics, entretanto, está indo por outra direção. Seu robô-canino é focado por se deslocar em qualquer tipo de terreno, avaliando o ambiente em volta e decidindo como andar pelo local em questão.
Olhamos para o passado mediante pistas que existem hoje, no presente. Sabemos de seres vivos que já não existem mais mediante seu registro fóssil, que pode ser desde um dente até uma pegada. Sabemos de como era a superfície do planeta mediante rochas e como era a atmosfera com a análise de amostras de gelo retiradas da Antártida. Agora, sabemos mais ainda sobre como era a atmosfera em tempos há muito esquecidos por meio de uma coisa tão simples que mal nos damos conta quando cai, a não ser se seu maravilhoso penteado foi feito à base de chapinha: a chuva.
Desde que começamos a nos aventurar pelo Espaço, levamos o melhor e mais abundante que podemos produzir: lixo. Desde uma ferramenta até restos de foguetes e satélites, vários corpos estão orbitando a Terra, além da Lua e a ISS. É o chamado “lixo espacial”. Você pode achar que um parafuso não é nada demais, mas quando ele está sendo acelerado a velocidades de milhares de quilômetros por hora, vemos que ali não é um lugar muito legal para dar mole, nem pros astronautas, nem pros satélites artificiais. Ali é um grande estande de tiro, mas a solução parece estar vindo, pontual e certeira como um relógio.
De pé, ó vitimas da fome. De pé, famélicos da terra. Da ideia a chama já consome. A crosta bruta que a soterra!
A Aventura Humana é curtíssima se comparada com a história do planeta. A história do planeta é ridícula em relação à história do Universo. Em contexto universal, o ser humano é menos que poeira e só alguém bem humildemente arrogante acha que temos algo de especial, já que algo demora 14 bilhões de anos para que amebas de duas pernas possam saracotear pra lá e pra cá, achando-se o máximo.
Diz-se que a Ciência é feita de fatos, assim como uma casa é feita de tijolos. Mas assim como um punhado de tijolos não são uma casa, a Ciência não é apenas um punhado de fatos. Entretanto, o mundo tem suas peculiaridades e tais podem ser um chamariz para entender o mundo em volta. Foi o que o Museu de Ciências no Canadá fez para divulgar o seu trabalho.
Acredite em mim quando eu falo: você não gostaria de encontrar uma mamba-negra pela frente… nem pelos lados e muito menos por trás. Aquela criatura infernal – mais conhecida pelos cientistas como Dendroaspis polylepis – é simplesmente uma das cobras mais peçonhentas do mundo. Só não digo que é má feito o pica-pau porque não rimaria.
Todo mundo conhece mitocôndrias. Aprendemos desde o Ensino Fundamental que elas são responsáveis pelo fornecimento de energia da célula. O que pouca gente sabe é que ela não é natural de nós, e sim uma bactéria com DNA próprio, que passou a viver conosco por endossimbiose. Outro exemplo de endossimbiose é a relação das plantas com seus cloroplastos. Todas as algas eucariontes (que possuem membrana nuclear) também possuem cloroplastos. O interessante que estes cloroplastos são, na verdade, descendentes de antigas cianobactérias (algas azuis). Agora, descobriu-se que outro tipo de cianobactéria acabará se tornando organela também.