Estamos mais perto da velocidade Warp? Slow down!

Duas coisas que nós, fãs de ficção científica, amamos é a chamada Velocidade Warp (ou Velocidade de Dobra, Dobra Espacial, Hiperespaço etc), onde podemos cruzar distâncias enormemente gigantescas num piscar de olhos.

Em todas as obras de ficção científica, distâncias relativísticas são facilmente cruzadas por algo peculiar, que é a velocidade de Dobra Espacial. E quem tá interessada em estudar mais sobre isso é a NASA, que pesquisa como pode fazer algo do reino da ficção se tornar realidade.

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Motos perpetuamente ineficazes, mas legais de se ver

Moto perpétuo já era algo tão idiota no tempo de Isaac Newton que o mesmo disse com sarcasmo over 9000 que era o mesmo que tirar algo de coisa alguma. Estes projetos mirabolantes são fantásticos de tão criativos, mas a realidade fala mais alto. A maldita realidade… Eu mesmo, do alto de meus 15 anos, criei uma bicicleta que tinha um motor elétrico acoplado a um dínamo, que gerava energia pro próprio motor. O chato do meu pai me explicou sobre as Leis da Termodinâmica e fez meu sonho de ficar milionário ir pro esgoto.

O filme a seguir é uma brincadeira (pelo menos, eu penso assim), onde o camarada constrói vários motos perpétuos, segundo o projeto de seus idealizadores. Vale a pena dar uma olhada.

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SOL: A estrela que aparece redonda

Ok, Colombo achava que a Terra era redonda feito melão, enquanto a ideia reinante era que o planetinha azul estava mais para ter formato de pizza. Só que Colombo estava meio equivocado, mas nem era culpa dele; seu raciocínio era primoroso (apesar de não ter sido o único a pensar assim). Hoje sabemos que a Terra tem um formato todo especial. Ela é um elipsoide, sendo achatada nos polos e mais "larguinha" na linha do equador.

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Cientistas criam robô com capacidade de camuflagem

Antes que algum exterminador apareça do nada na sua sala, é preciso que batedores sondem o local. Claro que esse negócio de apocalipse robótico não é tão simples e é preciso tomar cuidado, pois se algum desses batedores aparecer aqui no Rio, em menos de um dia estarão sendo vendidos na rua Uruguaiana (ou na 25 de março, caso acabem indo pra São Paulo).

Cientistas da Universidade de Harvard — cuja instituição não tirou 3 no IDEB e nem teve nenhum severo corte nas verbas – desenvolveram um robô com capacidade de camuflagem. Se você olhar pro chão agora e ficar em dúvida se ele está se mexendo, acho melhor ligar pro John Connor.

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Daqui a pouco teremos backup no DNA. Ratinho tá de olho

Carregar informações sempre é trabalhoso. Eu me lembro quando estava na faculdade e tinha que levar cadernos, livros, tabelas, régua, calculadora (sim, já existiam e a minha era uma Cassio FX 82D, que tenho até hoje e funciona) etc. Hoje seria muito mais simples, bastando levar um iPad ou mesmo um smartphone, se bem que ler livros nele é uma porcaria. Informação ocupa espaço, pesa e se você faz backup de tudo o que você tem (e que deveria fazer sempre), sabe a como as coisas vão se acumulando.

Pesquisadores da Universidade Harvard estão trabalhando num modo de armazenar dados (como texto, imagens e até vídeos) no mais simples, que nem a Natureza pensou: no DNA.

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O avô do avô do seu avô pode não ser bem o seu avô

Bom, pelo menos pode não ser seu único avô, já que uma nova espécie humana foi achada na África, e se eu disser que você tem um pézinho no continente negro, não vá me processar por racismo, hein? Se bem que já vi gente reclamando que era racismo se referir à África como Continente Negro. Mesmo porque, se nas Américas temos pessoas de pele vermelha, na Oceania temos marcianinhos.

Evidências fósseis (daquelas que gente inculta ignora para poder justificar suas crenças) apontam que os seres humanos têm um outro ancestral, contemporâneo ao Homo erectus. Saber que temos um tio perdido em nossa árvore genealógica é importante? Mudará a sua vida?

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Projeto de Lei dos EUA proíbe experimentos com chimpanzés

Um projeto de lei que acabaria com a experimentação invasiva em grandes macacos nos Estados Unidos deu mais um passo para se tornar lei. É o The Great Ape Protection and Cost Savings Act de 2011, e prevê o fim de experimentações invasivas em chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos e gibões. É grande, se pendurou na árvore e gosta de bananas, está protegido, apesar de eu saber que gorilas não se penduram em árvores e que demais símios gostam de muitas coisas além de frutos de duplo sentido.

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Descoberto em Israel um porto do período Helenístico

Israel é um país que nos remete a muitas imagens mentais assim que é mencionado o seu nome, como nada, deserto, nada, mais nada ainda, deserto, deserto, palestinos querendo mandar tudo pelos ares, o Domo da Rocha ali só faltando ter um relevo trollface, que faz os judeus subirem nas tamancas todos os dias entre outras coisas. Ah, sim, e ainda tem aqueles mitos sobre uns caras que resolveram ficar pregando que nem pastor maltrapilho do Largo da Carioca ou da Praça da Sé.

Por outro lado, Israel tem as suas maravilhosas construções, como o Herodium, o imenso complexo planejado por Herodes, o Grande. Agora, foi descoberto um antigo porto que data do período Helenístico, isto é, entre o 2º e 3º séculos A.E.C., no Acre. Não o estado brasileiro, mas a cidade no extremo norte da Baía de Haifa.

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Cientistas criam modelagem 3D de rinovírus

Com o que se parece um vírus? Como ele se locomove? O mais enigmático dos seres vivos é tão enigmático que está em uma tênue linha que separa uma substância química de um ser vivo. Pesquisadores da Universidade de Melbourne, Austrália, criaram uma simulação em 3 dimensões de um rinovírus, onde algumas espécies não afetam rinocerontes, mas seres humanos.

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Pesquisadores se inspiram em lagartos na construção de robôs para andar em Marte

Domingão de Sol, céu azul e moças desnudas na praia. Então, como legítimo representante do sexo masculino, o mané resolve sair pra fazer teste de Cooper. Calça tênis, short, camiseta regata e sai correndo na areia para mostrar que ele está em forma (mesmo porque, esferas são formas bem definidas). Correr na areia não é algo mole e dali a alguns minutos, o tiozão ficará com as pernas pesadas e doendo. Pelo menos, ficou com o teste de Cooper feito.

Engenheiros gostam de usar seres vivos como inspiração em suas criações. Infelizmente, o tiozão acima não seria modelo pra nada, a não ser bola de futebol. Como estamos falando da exploração do terreno de Marte e não de gente que não se toca, sai de cena o tiozão e entra como modelo um lagarto.

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