Cientistas constróem orelha com uma impressora 3D

A onda agora são impressoras 3D. Eu quero uma pra mim. Poderei construir muitas coisas, exceto armas e a Cicarelli na praia, pois senão serei proibido. Eu quero uma impressora 3D, você quer e até sua avó iria querer para poder fazer artesanato. Só que enquanto pensamos besteiras sobre o que poderíamos "imprimir", pesquisadores da Universidade de Princeton tentaram, conseguiram e imprimiram algum um pouco mais prosaico e bem mais complicado e útil: uma orelha (ouvido externo é o cacete!).

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Cientistas acham vestígios de meteorito que caiu em Tunguska

Em 30 de junho de 1908, Tunguska conheceu o medo. Uma explosão ensurdecedora, seguida de uma onda de energia varreu o local, fazendo ocm que a noite se tornasse dia, onde até mesmo em Londres era possível ler um jornal se nenhuma luz artificial. O acontecimento era um mistério e o que hoje conhecemos pelo nome de Evento de Tunguska despertou a curiosidade do mineralogista Leonid Alekseyevich Kulik, que liderou a primeira expedição de pesquisa em 1927, a fim de entender o que havia acontecido naqueles recantos de deus-me-livre.

Kulik não achou nenhum meteorito, mas a Ciência não dorme, ela não se contenta. E isso parece recompensar a persistência de muitos pesquisadores, pois, ao que parece, foram encontradas as primeiras evidências de um meteorito que resolveu dar um "Olá" para os filhos de Lênin, antes de Lênin ser cool.

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A perversidade do cientificismo

Em qualquer postagem, comentário, artigo e conversa que se faça enfocando a importância da Ciência e Tecnologia, sempre aparece um chato que fica papagueando que somos cientificistas, que o mundo isso, que Filosofia é importante, que temos que entender o "eu" ou algumas maluquices sem sentido, como análises dimensionais do campo social num contraponto neoepistemológico voltado para os vieses da humanidade. No fim, a Ciência é ruim, e para sair da caverna teremos que nos tornar filósofos, pois estes, em sua arrogância, acham que são capazes de entender algo só pensando dentro de um buraco.

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Grandes Nomes da Ciência: Hattie Alexander

Um casal chega em desespero ao hospital. O corpo inerte da criança sai dos braços da mãe e vai para os braços de uma enfermeira que corre contra o tempo; a equipe médica está com pressa. Os pais choram e cada segundo é contado. O nariz da criança sangra e a infecção que começou no nariz e na garganta se espalha para outras partes do corpo, como a pele, ouvidos, pulmões, articulações e as membranas que revestem o coração, medula espinhal e o cérebro. O quadro parece ser de meningite C e isso por causa de bilhões de anos de evolução biológica que acarretou no aparecimento do terrível Haemophilus influenzae tipo B (HiB). A criança não tem esperança de sobreviver e aos pais só restará o luto e o pranto.

Mas isso é um quadro que não precisa acontecer, pois aqueles que andam pelos vales das trevas não precisam ter medo, enquanto a Ciência estiver ao seu lado. A Ciência do legado da drª Hattie Alexander.

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Ensinar engenharia para crianças nos colégios deveria ser obrigatório

Vamos ser sinceros: o Ensino está uma bosta. E tudo por causa de uma questão conceitual: para que mandar as crianças para o colégio? O que eu espero de um colégio para meu filho? O que efetivamente meu filho aprenderá num colégio? O que ele fará com o conhecimento adquirido no colégio? A verdade é que o atual modelo educacional serve unicamente para meter o aluno no colégio. Por um lado, os pais se veem livre daquilo que puseram no mundo, pelo outro, colégios arrumaram uma incrível fonte de renda, baseada na total incompetência paterna e materna de educar.

Afinal, o que deveríamos ensinar aos nossos alunos?

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Cientistas da NASA encontram peróxido de hidrogênio em Europa

Mais um mistério do Universo é desvendado! Pesquisadores do Jet Propulsion Laboratory analisaram Europa e encontraram uma grande concentração de peróxido de hidrogênio – a famosa "água oxigenada" – em Europa. Isso pode explicar muitas coisas, mas não porque tem loiras lá. Mesmo porque, estou falando do satélite Europa e não o continente, criaturinhas desatentas. A pesquisa pode nos dizer da capacidade de Europa, o satélite do sistema joviano, pode sustentar vida.

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Cientistas usam bactéria para criar um “transístor” biológico

O mundo da informática moderna não seria o que é sem os transístores. Sua invenção foi tão importante que deu de presente aos seus inventores — John Bardeen, Walter Houser Brattain e o egocêntrico William Bradford Shockley – o prêmio Nobel de 1956. Ele é uma das poucas coisas que consegue ser melhor que a Natureza, ainda mais que ter um não ter um transístor não faz nenhuma diferença no mundo biológico.

Entretanto, não seria legal se tecidos biológicos pudessem emular as funções de um transístor? O que você chama de ficção´, eu chamo de Ciência!

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Impressoras 3D ajudando no estudo de fósseis

Fósseis são muito importantes. Eles nos ensinam mais sobre o passado da Terra e sobre os seres que viveram. A saber, todas as espécies fossilizadas que foram descobertas até hoje é uma ridícula fração de tudo o que já viveu. O processo de fossilização é demorado e difícil, e muitas das espécies do passado não tiveram a sorte de serem fossilizadas para que cientistas pudessem estudar. Por isso, cada fóssil é tratado como o tesouro que ele realmente é, e muitas vezes não se pode nem movê-lo para não destruí-lo.

Levando isso em conta, como cientistas poderiam estudar fósseis e compartilhá-los com seus colaboradores ao redor do mundo? Como um estudante da Nova Zelândia estudaria fósseis encontrados no Chile? A resposta vem através de impressoras em 3D, que literalmente imprimem uma cópia do fóssil para que possa ser compartilhado.

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FDA aprova comercialização de olhos biônicos

É difícil dizer qual de nossos sentidos é mais importante. A saber, seria o tato, mas eu particularmente gosto de todos os meus, inclusive do 7º (ainda mais se estiver enfrentando algum maluco com armadura esquisita). Ainda não conseguimos algo que restaure a sensação de tato a pacientes que sofrem de neuropatia sensitiva autonômica hereditária. O paladar é outro problema, mas conseguimos fazer surdos escutarem e a próxima etapa é fazer cegos enxergarem, mesmo porque, olhos biônicos já estão no mercado europeu desde 2011 e agora foi a FDA americana quem autorizou sua comercialização.

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Cientistas do século XVI já usavam Facebook antes de existir Facebook

Quanto mais jovens somos, mais temos a impressão que o mundo surgiu como é do nada, PUF! Quanto mais jovens somos, mais achamos que o pessoal da Terra ovem está errado: O mundo NÃO TEM 6000 anos e sim a nossa própria idade. É divertidíssimo ver a expressão de crianças e adolescentes ao lhes dizer que o Homem foi à Lua com um computador no módulo inferior ao meu relógio de pulso e que os modernos smartphones de hoje superam e muito os primeiros aparelhos de ultrassonografia. Muitos conceitos que temos hoje á eram conhecidos (e usados) pelos mais antigos, bem antigos. Enquanto Arthur Clarke já tinha imaginado a Internet, Isaac Asimov idealizara a Wikipédia e Ray Bradbury previra o Brasil. Então, você pensa que, sim, podemos ser criativos e idealizar coisas novas, como redes sociais, mas estudantes do século XVI já tinham a sua própria e nem mesmo o conceito de nickname é novo.

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