Ontem, eu tive que me aventurar fora de casa, mesmo em tempos de pandemias, eu precisei sair. Eu realmente precisei. O mundo que vi foi estarrecedor. As pessoas agindo como se nada estivesse acontecendo. Eu com uma máscara PFF2 e outra de TNT por cima (paranoia ajuda a nos manter vivos, ainda mais depois do que eu vi) e pessoal na rua passeando como se nem fosse com eles. E isso porque a prefeitura do Rio baixou uma lei obrigando uso de máscaras em locais públicos.
Saindo um pouco disso, mas ainda no tema que vocês entenderão daqui a pouco, tem o caso da senhora que defendia abertura do comércio e que o coronavírus era coisinha sem importância. O problema é que a realidade bateu à sua porta da maneira mais funesta: seu marido morreu por Covid-19. Aí a postura muda, mas isso tem um nome: O Efeito da Vítima Identificável.
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A índia é um lugar fascinante. Sua sociedade é paradoxal ao ponto de ter ciência avançada a ponto de mandar uma sonda para orbitar Marte e acertar a órbita de primeira (se bem que eles inventaram a aritmética e até os números), mas em contrapartida ainda vivem em castas, como desde antes da Idade Média. Parte disso é explicado pelo seu índice demográfico com 1,353 bilhão de habitantes, a tendência a uma ampla diversidade cultural é altíssima. Isso vai das pessoas mais atrasadas até as que têm maior acesso à educação.
Estamos na semana que Jesus entrou na porrada, morreu na sexta-feira, e ressuscitou três depois, no domingo. É religião, não questione. Também não questione a parte que ele morreu para nos salvar e voltou, anulando o sacrifício. Ou salvou sim, perdoando todos os pecados. Todos, todos, mas todos ainda somos pecadores por causa do Pecado Original. De novo, não pergunte.
A semana tem sido louca, como tem sido as últimas semanas. Ok, não temos nada de novo, a não ser as loucuras da vez. Tivemos pronunciamento presidencial, tivemos anúncios sem noção, divulgação científica, óbvio, e várias coisas que eu não coloquei no blog, já que eu divulgo ciência e posto algumas opiniões. Isso, entretanto, não é pra fazer do meu blog uma filial do Asilo Arkham.
O mundo não pára, a Lusitânia não deixa de rodar. O coronga está ai catando geral mas, mesmo assim, ainda emos algumas notícias a lhes trazer. Algumas sobre selfies robóticas até clérigos falando para ninguém, embora digam que Deus está em todos os lugares.
Não é que eu tenha me esquecido de postar ontem, é que veio artigo interessante e resolvi tocar, daí deixei o resumão pra hoje. Sim, isso que é bom ser dono do site: faço o que eu quero. RÁ!
Eu adoro soluções para problemas que não são problemas. Pessoal vive preocupado com o quanto seu celular consome de eletricidade, em termos monetários, ao recarregar a bateria. Daí, ficam inventando inúmeras soluções, na maioria idiotas, prometendo um mundo mágico de uso de eletricidade gratuita. Alguns usam até uns geradores eólicos caseiros, contando com o poder e Eolos para carregar o seu celular.
Lembam-se que cismaram com canudos plásticos descartáveis por causa de um vídeo tosco de uma tartaruga com um graveto? Lembram-se quando proibiram sacolas descartáveis? Lembram-se quando proibiram copos e qualquer item descartável por ser de uso único? A alegação era mimimi meio ambiente, mimimi. Engraçado que ninguém se lembrou que a China é a maior poluidora do planeta. Pelo menos, com tanta proibição, eliminação a poluição nos rios e na Baía da Guanabara, certo?