Vibrio vulnificus é o nome dela. Essa pequenina bactéria é o demonho em forma de bactéria. Tendo sua íntima relação com o cólera, a Vibrio vulnificus tem uma peculiaridade nada legal. Ela ataca seus tecidos causando septicemia, pois vai devorando seus tecidos, o que pode levar à morte. Solução? Amputar o membro infectado antes que seja tarde demais.
Sim, a V. vulnificus é um monstro devorador de carne, normalmente contraída mediante ingestão de frutos do mar contaminados, sendo os primeiros sintomas vômitos, diarreia, dor no estômago e dermatite, coisa que eu mencionei no primeiro parágrafo. Ah, sim, eu falei que ela devora seus tecidos e você terá uma agonizante e insuportável dor até morrer? Pois, Darwin não brinca em serviço!
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O Espaço Sideral é maravilhoso. Ou seria, se não fosse a falta de oxigênio e pressão atmosférica, microgravidade, temperaturas próximas ao zero absoluto ou muito quentes, dependendo se você está virado pro Sol ou não, raios cósmicos que farão muita coisa com o seu DNA, menos lhe dar poderes fantásticos, meteoritos do tamanho de um grão de areia “voando” a 30 mil km/h… enfim, o Espaço te odeia e fará tudo para acabar com o seu dia. Podiam chamar de “Sogra Sideral” que seria a mesma coisa.
As baleias-francas são baleias, mas nem por isso são aquelas mal-educadas que quando você pede a opinião, ela chapa logo na sua cara que você está gorda ou careca ou que seu chefe ficará com o bônus da empresa, enquanto você continuará trabalhando feito uma mula. Pertencentes à família Balenidae (não ria), as baleias-francas, algumas espécies, como a Eubalaena glacialis e a Eubalaena japonica, estão em risco de extinção. Fora a ação predatória humana, um outro motivo tem para que estes animais sejam facilmente caçados: os olhos.
Células-tronco é a chave da felicidade futura em termos de ciência médica. Com elas pode-se abrir margens para novas técnicas, com amplos usos. Mas a Natureza tem suas artimanhas, e ela, que de mãe não tem nada, fará de tudo para te ferrar.
Por mais que avança o nosso conhecimento, ainda ficamos presos a ideias tortas sobre pesquisa científica, Algumas acabam criando proposições totalmente infundadas, e alguns mitos, seja lá de onde vieram, acabam se perpetuando, por mais que informemos que aquilo não existe. Ideias como só usamos 10% do cérebro, a regra dos 5 segundos, lemingues se suicidam, vacinas causam autismo e que a água muda de estrutura mediante o estado emocional de quem estiver por perto ainda são contados e replicados, mesmo quando falamos que não há nenhum embasamento.
Eu não sei o que há no mundo. Era para os pais defenderem e protegerem a sua prole, como é visto em todos os animais. O instinto de paternidade e maternidade foi o que nos garantiu sobreviver nos primeiros anos de nossas vidas. Muitas espécies nascem com alguma defesa, mas no geral são vítimas fáceis. Seres humanos, pior ainda. Nossa infância é muito longa em comparação aos outros animais, mesmo primatas.
O pessoal pensa que eu sou uma pessoa ruim, covarde e que não gosta de ouvir opiniões contrárias. Já provei várias vezes que não é verdade. Só não deixo meu site virar uma zona. Alguns comentários são tão despropositados que eu deleto direto, mas isso é minoria. O creme de la creme eu deixo bem guardadinho no meu coração de pedra. Só assim teremos algo como este aqui, mais uma edição do seu VOZ DOS ALIENADOS!
A Lua sempre nos fascinou. Ela estava lá. Bem na esquina. O único astro mais próximo da gente e que nos acompanha desde milênios sem tentar nos matar. Dinossauros que o digam. As máquinas já foram lá. o Homem já foi lá. Mais máquinas voltaram lá. Voltaremos a pisar nela um dia mais uma vez? É difícil, já que é mais desafiador ir à Marte, e mais recompensador, também, nem que seja para comer umas batatas fritas com Mark Watney.
A diabetes mellitus tipo 2 já ganhou status de “uma das grandes epidemias mundiais do século XXI”. Os crescentes índices de incidência e prevalência fazem dela um problema de saúde pública; não só em países desenvolvidos, como nos pobrinhos, muito pobrinhos, totalmente miseráveis e em países que odeiam ciência, como é o caso do Brasil.