Nossos tatatatataravós, diferente de você, seu sedentário preguiçoso, eram aventureiros. Ou, como diria meu avô: “a barriga comanda as pernas”. eles saíram da África em busca de uma vida melhor e para escapar da fome. Infelizmente, eles não tinham bolsa-família, então tinham que ralar peito do local onde estavam o mais rápido possível, porque os bacuris estavam com fome. nessa empreitada, eles cruzaram o Mar Vermelho, foram parar na Ásia, e de lá rumaram para o mar, indo parar na Polinésia, enfrentando o Pacífico e seus temporais e tufões de vez em quando.
A colonização pré-histórica do Pacífico sempre foi alvo de discussões. A bem da verdade, ninguém sabe com certeza o que aconteceu nem como se deu. Temos, no máximo, explicações. Algumas muito boas, algumas na base de “are you fucking kidding me?”. Mas como a ciência não pára, pesquisadores resolveram abordar por outro ângulo: como teria sido as migrações pelo Pacifico levando em conta as condições climáticas da região?
Continuar lendo “O que levou nossos antepassados a se aventurarem pelo Pacífico?”

Você sabe que insulina é a substância que ajuda a controlar a sua taxa de açúcar no sangue. Você também sabe que pessoas diabéticas tem alguma zica no sistema que produz essa insulina. O que você dificilmente deve saber é que existe uma coisa chamada “resistência à insulina. Resistência à insulina é a situação louca em que a insulina que circula de boas no seu sangue, só que não faz nada. É praticamente um cunhado vindo te ajudar com a obra, mas só faz tomar a sua cerveja. Insulina é uma coisa que não basta ter, é preciso usar, e quem tem resistência à insulina a glicose não entra nas células e tecidos, ficando no sangue e – UAU! – diabetes. Tomar insulina não adianta nada, já que você não tem falta dela. Lindo caso de projeto inteligente, não?
O negócio não tá nada legal na Coreia do Sul Se já não bastava o vizinho maluco de cima, agora uma investigação está levantando os podres da presidente Park Geun-hye, que estaria sob manipulação da líder do grupo religioso 8 Deuses.
O mundo é maluco e você sabe muito bem disso. Não adianta querer tampar o Sol com a peneira, nem tentar suavizar. Çaporra de mundo degringolou de vez, e nem foi por causa da sua tatatataravó gulosa esquizofrênica que dava conversa para cobras falantes.
Fibrose cística é uma bosta de doença. Tendo causa genética e hereditária, esta tristeza é causada por um gene que deu bug, sendo transmitido tanto pelo pai quanto pela mãe. Esta doença leva ao mal funcionamento das glândulas exócrinas que produzem substâncias (muco, suor ou enzimas pancreáticas) mais espessas e de difícil eliminação. Os ductos pancreáticos são inundados pela secreção mais viscosa, o que impede as enzimas digestivas atuarem no intestino, acarretando má absorção de nutrientes, maior número de evacuações diárias e eliminação fezes volumosas, com odor forte e gordurosas. O fígado acaba sofrendo inflamação por causa do acúmulo de bile e se desgraça pouca é bobagem, o aparelho respiratório se ferra de vez, com o pulmão produzindo um muco espesso que acaba obstruindo as vias aéreas e virar um lindo e charmoso viveiro de bactérias.
Venenos não são legais. Contaminantes não são legais. Tudo o que não for natural e não deveria estar num determinado lugar não é legal. O problema é semelhante a xixi na piscina: depois que está lá é difícil tirar, mas, como sempre, podemos dar um jeito. Exceto no caso do xixi.
Eu me lembro do Molion e Felício, dois “cientistas” que defendem que Aquecimento Global não existe. Deles, o meu preferido é o Ricardo Felício, que disse que não existe camada de ozônio, o que prova que um país que não desenvolve tecnologia aeroespacial está fadado a ser visto como piada em outras partes do mundo, pois estará sabendo menos ainda que o João Neve.
Palestrante tem aos montes por aí. Normalmente, não fazem a menor ideia do que estão falando, ou para o segmento que estão se dirigindo. A única coisa que sabem é por que estão ali: Passar a perna no pessoal, fingindo ser o que não são, e cobrando bem caro por isso.
São 3.986 posts (sem contar este aqui), 169 páginas com matérias especiais, 49.840 comentários e muita informação. uma história de muito, muito tempo, ainda mais em termos de Internet, em que um ano é muita coisa. Fiz amigos, alguns desafetos, gente me xingando, gente me elogiando, gente que buscou a informação que precisava, enfim… Migramos de mídia, participações em alguns podcasts (ok, só um, o SciCast, mas vários episódios), convite para ir no CampusParty (ok, só por causa do SciCast, mesmo), convite para escrever em outros sites (infelizmente, já não existem mais. Serei o culpado?) e hoje estamos no YouTube, no Canal do Ceticismo.net.
Meu nome é Barry Allen e sou o homem mais rápido do mundo! Um acidente me tornou o impossível. Para todo o mundo, sou um cientista forense, mas secretamente uso a minha velocidade para combater o crime e achar outros como eu, e um dia, encontrarei quem matou minha mãe e terei justiça para o meu pai. Eu sou…