Madre Teresa de Calcutá foi uma das figuras mais abomináveis do catolicismo do século XX, pertencendo a uma religião cheia de figuras abomináveis. Sobre ela, eu já falei de como era uma maníaca psicopata que obrigava todo mundo a viver na penúria, enquanto era amiguinha de ditadoras e passeava por todo canto de primeira classe, ficando nos melhores hotéis e vendendo a ideia que era pobrezinha. Não era. Segundo uma pesquisa apurada, ficou-se sabendo o que todo mundo sabia, só não tinha certeza: tia Teresa tinha uma bela soma de dinheiro guardadinha no Banco do Vaticano. Tão bela que se tivesse sacado tudo o Banco do Vaticano teria se ferrado lindamente.
Mas o mais abominável ainda é a história do próprio Banco do Vaticano.
Continuar lendo “As falcatruas de um Banco nada santo e uma santa rica sem santidade”

Em agosto eu escrevi sobre como o YouTube anda sacaneando os produtores de conteúdo com pequena produção e baixo número de assinantes. Eu tomei na cabeça e perdi a monetização, fora os inúmeros flags sem sentido. Descrevi como youtubeiros como o PewDiePie foram afetados, mas estes botaram quente junto ao Tubo e ele mudou as regras. Eu não cheguei a escrever uma coisa que imaginei, mas esqueci de comentar: o YouTube ia acabar escalando isso para os donos de canais de médios a grandes, mas sem chegar (ainda) aos enormes canais. Bem, estou vendo agora.
Na década de 1960, Stanley Milgram, um psicólogo comportamental, queria saber o que levava pessoas boas a cometerem os mais horríveis atos. Sua ideia era que a simples presença de uma autoridade induz as pessoas a cometerem atrocidades como as dos nazistas. Como saber isso? Para tanto , ele idealizou um experimento que visava estudar o comportamento de alguém infringindo dor dor a outra pessoa, simplesmente por estímulo de uma outra pessoa na sala.
Eu fico feliz de haver gente feito o Tedson e o Victor. Com eles, nós pudemos alcançar coisas incríveis na Ciência. Eles são o que temos de melhores (ainda mais porque os cientistas de verdade fugiram daqui). Coo não apreciar toda a Ciência envolvida em sua magnitude? Aí vem um italiano já coroa que não vê importância neste laborioso e importante trabalho desses briosos pesquisadores brasileiros. O que este cientista carcamano fez?
Saiu um
Lembrem-se, lembre-se do cinco de novembro. Não por causa daquela conspiração terrorista para derrubar um parlamento para instituir uma ditadura fundamentalista católica. Ontem foi a primeira prova do ENEM e já tem gente reclamando, o que não é novidade. Se virem vídeo de gatinho, é capaz de reclamarem também. O mimimi dessa vez foi porque um bando de imbecilóides que ainda não entenderam o ENEM se prepararam para escrever sobre o embate Estados Unidos x Coreia do Norte (aposto que até já tinha colinha na manga do casaco) e deram de cara com o tema: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”.
Ajeitar a lente de um óculos é chatinho. polir o espelho do seu banheiro é fácil ou difícil, dependendo da tranqueira que você tenha comprado. Calibrar um microscópio também dá trabalho. Agora, calibrar e focalizar um monstro gigantesco com a mais linda tecnologia óptica para vasculhar o Espaço como o telescópio espacial James Webb realmente é chato, demorado, trabalhoso e tudo com a precisão de algo que faria um fio do seu cabelo algo enorme.
Depois de duas décadas on-line, estou perplexo. Não é que eu não tive um bom tempo na internet. Conheci grandes pessoas e até peguei um hacker ou dois. Mas hoje, estou desconfortável com essa comunidade mais moderna e supervalorizada. Os visionários veem um futuro de trabalhadores fazendo home office, bibliotecas interativas e salas de aula multimídia. Eles falam de reuniões eletrônicas de cidades e comunidades virtuais. Comércio e negócios mudarão de escritórios e shoppings para redes e modems. E a liberdade das redes digitais tornará o governo mais democrático.
Há um problema sério hoje em dia. É uma coisa séria e as pessoas estão ignorando. O Tio Bem ensinou há muito tempo: grandes poderes trazem grandes responsabilidades, mas as pessoas estão ignorando isso. Acham que não devem ser responsabilizadas por quaisquer burradas que por ventura venham cometer. Afinal, inventaram que não devemos culpar a vítima. Mas em muitos casos, a culpa É, SIM, da vítima.