O Sherlock Holmes original era viciado em cocaína. As versões modernas deram uma maneirada (ou mesmo omitiram isso). Na versão Sherlock da BBC, ele anda com trocentos patches de nicotina. Obviamente, ninguém chegaria a tanto, certo? Bem, nicotina é um dos alcaloides mais viciantes. Mais viciante que a cocaína, por sinal. Em todo mundo tem apertado o cerco a cigarros normais e os eletrônicos, principalmente os eletrônicos, que os dependentes químicos juram não ter nicotina e que podem parar quando quiserem. Muitos já pararam umas 5 vezes.
Um perfeito exemplo disso é a marca Twirly Pop, que vem com um pirulito (clichê não sai de moda nunca!). É bonitinho, engraçadinho e você inadvertidamente compraria para os seus filhos, mas trata-se de um e-Liquid, uma essência para cigarros eletrônicos. É exatamente esse aí da imagem à esquerda.
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Eu adoro essas ações de “conscientes” prontas a salvar o mundo. E como bem sabemos, muitas dessas “ações” são basicamente uma forma de arrumar dinheiro dando um balão no Imposto de Renda; e isso vale para todo lugar, não só no Brasil. Assim, uma empresoca canadense – que os jornaleiros frisaram ser “financiada pelo bilionário americano Bill Gates”, mas omitindo que a Fundação Bill & Melinda Gates financia inúmeros projetos, sendo a maior organização filantrópica do mundo – veio com lero-lero alegando ter inventado uma tecnologia capaz de remover o CO2 do ar a preços acessíveis.
Essa é uma história de amor, mas de tragédia. Um amor impossível. Um amor que não poderia acontecer. Um amor proibido por duas famílias rivais. Um amor entre uma adolescente e um homem mais velho, que gerou uma criança que virou palco de discórdia e uma quase tragédia. Não, não foi Sófocles, Shakespeare ou mesmo Nelson Rodrigues. É a história da menina indígena que teve filho indígena de outro indígena, mas um indígena da tribo errada. O bebê, fruto deste enlace, foi enterrado vivo pela avó e bisavó da criança.

Muito bem, chegou o momento. Sinto muito mas alguém tem que dizer logo de uma vez: seu deus não existe! Não, não adianta me xingar. Aceite que dói menos. Seu deus é uma fábula, uma historinha sem pé nem cabeça, um mito criado por pessoas fracas que precisam dar um sentido às suas vidas miseráveis. Pois é, eu sei que é triste. MAS CALMA! Nem tudo está perdido! Sabem quem é o verdadeiro Deus? EU! Sim, eu!
Docho Eshete era um pastor, servo de Nosso Senhor Jesus. Era um bom homem, um homem de fé e princípios. Ele acreditava nos poderes por ter renascido, estava remido no sangue de Cristo Jesus. Pastor Docho conduzia uma cerimônia de batismo no Lago Abaya, na cidade de Arba Minch, no sul da Etiópia, para 80 pessoas. Pastor Docho era um cara legal e estava lá, pronto para o renascimento de seus irmãos, para que, um dia, eles fossem batizados pelo Espírito Santo de Deus.
Eu tenho pra mim que os problemas de São Paulo começaram quando eles começaram a enfiar purê de batata em tudo. Pizza, cachorro quente, churrasco. Capaz até de usarem purê no lugar de KY. Isso fez com que São Paulo tivesse a mania de proibir tudo. O que São Paulo não proíbe são ideias retardadas, oriundas da imbecilidade religiosa de seus deputados toscos (desculpem a sucessão de pleonasmos). Uma delas é que o preso pode ter vários dias descontados de suas penas se simplesmente lerem a Bíblia.
Há muito tempo, eu tinha postado artigo sobre a pesquisa do dr. Edson Amâncio em que ele demonstrava que
Os modernos exoesqueletos modernos são algo que há 20 anos seria considerado ficção científica. Seus circuitos eletrônicos de ponta e mecânica avançada chegam a impressionar, mas, ainda assim, ainda são difíceis de serem usados. Não só fisicamente, mas na parte cognitiva também. E nem estou me referindo às pesquisas de retroalimentação, quando o exoesqueleto retorna informação sensorial à pessoa.