
E dando voltas pelos caminhos e Nosso Senhor Hades, deparo-me com algo que fatalmente concorrerá ao prêmio IgNobel. Este prêmio premia (Irc! Construção bosta! Mas vai essa, mesmo) pesquisas sérias, porém inusitadas. Inúteis? Talvez, mas nem por isso deixou de seguir rigor científico (diferente de você, Tedson!).
Pense que você está calmamente comendo um lanchinho perto do cais. Aí chega aquele monte de gaivotas, doidas para filar o seu lanche. Você iria fazer o que? Gritar “xê”? Sair de perto? Usar um lança-chamas (o mais divertido até agora)? Nada disso. Segundo uma pesquisa, basta você ficar encarando a gaivota.
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Como vocês, eu também uso rede social. Para mim, Twitter está de excelente tamanho. Era fã do Orkut, mas ele não existe mais, enquanto Facebook é apenas um culto ao ego, com pessoas postando, mas dificilmente lendo, pois, a plataforma é péssima para encontrar conteúdo. O problema é que mesmo meu uso reduzido de rede social me faz entrar em contato com um mundaréu de gente esquisita, tola, burra e totalmente maluca, chegando ao ponto de achar que vagabundo está sob efeito de altíssimos alucinógenos.
Você está cansado de ouvir falar de LDL e HDL. Já até decorou que HDL é o colesterol bom e LDL é o colesterol fidaputa. A bem da verdade, o LDL não é uma gordura em si (por “uma” gordura, estou falando de ser uma substância específica), mas sim um complexo de gordura e proteína. Esta bagaça faz o lindo favor de dar um help para placas de gordura darem um rolê no corpo, até que a miserenta grude nas paredes dos vasos sanguíneos. Já sabe que daí é pra se ferrar, né? Então!
Imagine que você é um médico e chama o próximo paciente. Ele chega trazendo a esposa, que não está passando bem, mas você não consegue tirar os olhos do marido. Motivo? Ele tem pele azul. Como isso aconteceu? Invasão alienígena? Papai Smurf safadeenho andou aprontando das suas? Não, nada disso, apenas um exemplo de como Evolução acontece, selecionando indivíduos, e fazendo-os sumir.
Imagine o cenário. Você está num voo. Sente aquela vontadinha de ir ao banheiro. Vai, volta e quando se dirige pro seu lugar o avião começa a sacudir. O piloto fala pra todos apertarem os cintos, só que o manezão está em pé, tentando me segurar para que eu não metesse a fuça em algo ou alguém. Não é legal isso. Tal fenômeno é a chamada “turbulência”; correntes de ar ascendentes e descendentes se movimentando ao mesmo tempo, fazendo o avião sacudir.
Sim, Jesus morreu, mesmo. Essa parte é verdade e ele não volta, lamento. Quem morreu há pouco tempo foi o “falso Jesus”, que para ser honesto nunca se apresentou assim. Michael Job era um pregador e ator americano que se apresentava nos cultos vestido de Jesus lá pela África. Ele até fazia um certo sucesso. Era tipo o Inri Cristo, mas sem ser tão insano, nem jogar sinuca ou andar cercado de beatinhas sexies.
Todo mundo sabe que câncer não é legal. A não ser se você for um dos desclassificados que usaram a doença para promover sua fosfoetanolamina, que cura tudo, menos doença alguma. Como já falei antes, o grande problema do câncer é que não existe “O” câncer, mas quase 200 doenças diferentes, uns mais agressivos que os outros. O câncer faz muitas vítimas, mas 80% dos casos é curável se descobertos a tempo; e a chave do problema é essa: descobrir a tempo.
Eu sempre achei que vegans eram hipócritas. Todos eles dizem defender animais, mas sempre têm uma latinha de Baygon em casa. Alguns falam que “ain, mas aí é pruque musquito traz duenssa, né?”. Isso é uma saída tosca. Se é pra ser vegan, tem que ser como o Aymeric Caron, um ativista que defende que mosquito também é gente (ou algo assim), e que deveríamos, não só evitar de mata-los, como dar um pouquinho de nosso sangue para a pobres mamães mosquitas, como uma forma de doação de sangue para a vida. 
