Grandes Nomes da CIência

Biografias de cientistas conhecidos ou não tão conhecidos assim. Curiosidades e fatos sobre suas pesquisas, inclusive gente anônima que fez ciência e não recebeu os devidos créditos. Mais »

Livro dos Porquês

A sabedoria e o conhecimento. Isso é Poder! Abra sua mente, aprenda mais sobre questões básicas (e complexas) e tire suas dúvidas, de forma mais didática possível, sem ser aquelas aulas chatas de colégio. Mais »

Grandes Mentiras Religiosas

O mundo não é tão bizarro quanto fazem parecer. Mentiras e enganações para ludibriar as pessoas, lindamente desmontados, de forma a trazer à luz a desonestidade para tentar lhe fazer parar de pensar e simplesmente aceitar o que querem que você pense. Mais »

Caderno dos Professores

Para quem quer ensinar e muitas vezes se pergunta como abordar um tema. Como deixar a aula interessante, como levar conhecimento aos seus alunos por meios que pedagogos lhe odiarão, mas serão amados pelos estudantes. Mais »

 

Veganismo Desmascarado

vegan_desmascarado.jpgTalvez, vocês tenham presenciado uma cena semelhante: Você vem andando pela calçada e é abordado por uma moça. Ela pede um minuto de sua atenção e você, como todo bom idiota, para para (maldito acordo ortográfico!) dar atenção – e depois lamentar de não ter continuado andando. Ela diz que quer falar com você e lhe entrega um panfleto. Ela, com seu sorrisinho, fala pra você mudar de postura, pois a mesma é errada, que você deveria ver o mundo com outros olhos, ser mais ético. Que, assim que mudar, sua vida melhorará e ajudará a fazer um mundo sem sofrimento.

Você deve estar pensando em alguma Testemunha de Jeová, com sua revista Sentinela, mas não. Estou falando de uma das novas religiões que apareceram nos últimos tempos: o Veganismo. Sim, pois a onda Vegan está mais parecida com religião do que qualquer outra coisa, e aqui eu demonstrarei o porquê.

panfleto_vegan.jpg

Primeiro de tudo, vamos entender o que é veganismo e, para isso, vamos ver sua origem: o vegetarianismo. Não, os dois não são a mesma coisa.

O vegetarianismo não tem nada de complicado: A pessoa não gosta de comer carne e prefere alimentar-se apenas de vegetais. Simples assim. Há alguns que se alimentam de ovos, leite e derivados (seja de vaca, cabra ou outro animal qualquer), ovas (de peixe, claro) etc. Não é muito diferente se eu não quiser comer ovos mexidos, por exemplo (detesto ovos mexidos), ou quiabo (odeio quiabo!). A pessoa come o que quiser e pronto! Fim da história. É mais ou menos como acontecem nas religiões: Um camarada cisma que existe um deus (chamemos Coxarrebolante). Ele faz umas preces a Coxarrebolante, venera Coxarrebolante e continua a sua vidinha. Outros acham que isso deve ser seguido com maior rigor, daí constroem um templo para Coxarrebolante, fazem “UUUUUUhhhhh” para Coxarrebolante, dedicam oferendas e assim tem início a religião do Coxarrebolantismo. Todos TÊM que ser coxarrebolantistas, pois caso contrário serão considerados hereges e atirados no inferno.

Com o Veganismo não é diferente. Em 1944, Donald Watson (1910 – 2005) fundou a Vegan Society, por ter se indisposto com a Vegetarian Society por diferenças ideológicas – coisa que não ficou muito bem explicada, mas isso nós vemos acontecer em qualquer religiões. Assim, Watson (que não é aquele Watson) se juntou a mais 6 pessoas, e decidiram criar uma nova sociedade, criando até mesmo um novo nome. Watson foi criado numa fazenda quando garoto e resolveu ser vegetariano quando ele viu o que acontecia com os porcos, de modo a virarem o amado bacon nosso de cada dia. Ele (Watson e não o bacon) surtou com pena dos animais e achou que a humanidade era boba, feia e chata; e essa humanidade boba, feia e chata tinha que defender os animais.

Sinceramente, não acho nada de errado defender os animais. Mas há algo sinistro que governa os destinos dos seres vivos. Há algo malévolo, pérfido, indiferente a qualquer coisa que nasce, vive e morre. Essa coisa, como já falei várias vezes, é a Seleção Natural. Ela é quem comanda a sua vida, seu mortal idiota! Antes de prosseguir, demonstrando porque o veganismo está caindo para as raias do absurdo (se é que não começou lá), vamos dar uma repassadinha básica em certos detalhes do mundo biológico.

Nós, seres humanos, somos apenas uma ridícula e insignificante porção da biodiversidade. Somos tão ridículos que só há uma única espécie do gênero Homo. Nenhum dos outros sobreviveu. Apesar de sermos ridiculamente insignificantes, a Seleção Natural demonstrou que somos vencedores, dados os milhares de anos que o Homo sapiens anda por aí. Todos os demais indivíduos do gênero Homo não sobreviveram para contar a história, pois foram extintos. Se algo contribuiu para isso foi a nossa dieta onívora (comemos qualquer coisa, ou quase) Antes, éramos caçadores-coletores, isto é, vivíamos exclusivamente da caça e da coleta de víveres que estavam facilmente ao alcance das mãos. Isso perdurou até que inventamos a agricultura. Nosso cérebro era pequeno e não muito bom para formar o que poderíamos chamar de civilização tecnológica (emprego “tecnologia” como o conhecimento de usar ferramentas, mesmo as mais rudimentares). Alguma coisa fez a diferença, e essa diferença foi a ingestão de proteínas de origem animal.

Esse é o ponto que o vegan fica estarrecido, arregala os olhos e diz: NOOOOOOOOO!!! Mas, esperem! As plantas também produzem proteínas, logo o que há de diferente entre elas?

Vegans, como costumam ser os religiosos fanáticos, não leem nada que divirja de sua opinião pré-concebida e preconceituosa, isto é, eles costumam não entender NADA de bioquímica. Façam um teste: peguem um livro de bioquímica e tomem um capítulo. Escolham um vegan e peça para ele explicar. Digamos, ciclo de Krebbs. Se você estiver num debate online, o co-debatedor correrá pro Google, acessará a Wikipédia e dará copy/paste. Peça para ele explicar o que está escrito ali. Ele não saberá. No máximo, recorrerá a sites como o Go Vegan, o Answer in Genesis do Veganismo.

Muito bem, a maioria das plantas sintetizam seu próprio alimento através da fotossíntese, como qualquer criança de Ensino Fundamental sabe. Mas é um processo MUITO complexo. A planta sintetiza também proteínas – que nada mais são que junção de vários aminoácidos – além de enzimas que possibilitam muitas reações químicas no organismos (às vezes elas participam da reação, às vezes só agem como catalisadores, acelerando – mas não participando – da reação). Os animais sintetizam proteínas de forma diferente. Eles montam e desmontam proteínas, absorvem e reciclam os nutrientes absorvidos, até produzirem as proteínas necessárias ao seu funcionamento.

Os animais não produzem todas as proteínas igualmente. Alguns animais produzem uma determinada proteína, outros não. Por causa disso, e de nossa dieta onívora, os seres humanos que desenvolveram a capacidade de metabolizar quase todos os tipos de proteínas tiveram melhor chance na corrida evolutiva, pois a população que apresentou esta capacidade ficou em vantagem nos tempos de escassez. Assim, o que REALMENTE interessa aos animais são os aminoácidos provenientes das proteínas, pois eles serão usados para suprir o organismo de forma que o metabolismo faça a síntese do que for necessário. Dessa forma, o que importa não é a proteína em si e sim de quais aminoácidos ela é constituída.

Um detalhezinho que os fanáticos religiosos vegans – também chamados Talibãs da Couve-Flor – não sabem (ou não querem saber): as proteínas animais são mais facilmente metabolizadas do que as proteínas vegetais, pois as proteínas vegetais são formadas por outros aminoácidos que seriam necessários para o nosso organismo, mas não todos. Se determinados aminoácidos estiverem presentes, não servirão, pois cada proteína é formada por uma série de aminoácidos característicos. E eu ainda nem entrei na questão das vitaminas e complexos vitamínicos. Logo, não basta ser proteína, tem que ser formada pelos aminoácidos certos.

O que isso significa? Significa que bioquimicamente, não há sentido ser apenas (notem o “apenas”) vegetariano. Basta considerar que nem todas as proteínas vegetais possuem os aminoácidos que nós, seres humanos, precisamos. De onde iríamos conseguir estes aminácidos? Comprando no Mercado Livre? Hoje é fácil, há 20 anos era difícil, há 50 anos era praticamente impossível e de 100 anos para trás era COMPLETAMENTE impossível.

Mas… mas… mas, e os estudos que as carnes fazem mal? Simples: Não fazem.

As carnes, enquanto fonte de proteínas, não fazem mal; o que faz mal é a taxa de gordura associada a ela. Escolhendo carnes mais magras, o problema diminui substancialmente. E aí vamos para outro ponto em que o veganismo é semelhante às religiões: Desonestidade.

Sites como o Go Vegan, como todo antro de fanatismo religioso, omite certas informações. Costumam tecer comparações entre as dietas onívoras e as vegetarianas, dando (é claro) vantagem para a dieta vegetariana. O que eles “esquecem” de mencionar é que comparam uma dieta onívora desbalanceada com uma dieta vegetariana balanceada. Trapaça pouca é bobagem! “Esquecem” também de mencionar que, embora os vegetais também apresentem proteínas, a maior parte da planta é composta por celulose, um carboidrato (e não proteína) que não é absorvido pelo organismo humano; se fosse você poderia comer algodão ou mesmo papel, mas você sabe que não é assim que a banda toca. Por certo, nem mesmo o sistema digestório de animais herbívoros, como os boizinhos lindos, estão completamente adaptados para isso. O que eles têm que nós não temos são micro-organismos que atacam a celulose, quebrando-a em moléculas menores que podem ser absorvida pelo organismo dos distintos herbívoros.

No caso dos animais, digerimos a sacarose e o amido (dois outros exemplos de carboidratos) porque eles são “quebrados” em partes menores. Nossa saliva contém uma enzima camada amilase, responsável por quebrar o amido em unidades menores, facilitando sua absorção. No tocante à proteína animal, o fato é que sua ingestão nos propiciou o desenvolvimento do encéfalo [1] [2] [3] . Da mesma maneira, houve um aumento de estatura considerável no povo japonês depois da Segunda Grande Guerra. Com a chegada de norte-americanos nas ilhas do Pacífico, começou a haver uma mudança de hábitos alimentares, com a introdução de mais proteína animal na dieta dos que lá viviam. Isso acarretou um aumento na estatura média do povo japonês [4] [5] , somando-se também um melhor estilo de vida [6] ; e é óbvio que apenas a ingestão de proteína animal não acarretaria isso, mas também é um fator a ser levado em conta. Se fosse nociva, tal desenvolvimento não seria observado, ou seria em menor grau. Em uma reportagem da revista Época (edição de 24 de agosto de 1998), é demonstrado como os tanques japoneses possuíam cabines pequenas, adequadas à estatua média do soldado japonês. Atualmente, entrar numa cabine assim é muito, muito complicado para um adulto. Ainda no tocante à população japonesa, estudos sugerem que o consumo de proteínas animais – em comparação com os povos ocidentais – não está relacionada com casos de Acidente Vascular Cerebral ou infartos. Credita-se então à ingestão de altas percentagens de gordura animal e colesterol. Fica claro que o problema não é a carne em si, e sim a gordura, como banha de porco etc.

Ao lermos sobre os efeitos de uma alimentação pobre em proteínas, encontramos um artigo que relata (grifos meus):

A suplementação, com proteínas, de uma dieta na qual esse nutriente era deficiente, tanto em quantidade quanto em qualidade, levou a resultados diversos, dependendo da qualidade da proteína usada na suplementação. Quando se suplementou a dieta carente com uma proteína de baixa qualidade (de origem vegetal), os efeitos sobre a DA [depressão alastrante da atividade elétrica cerebral] não foram revertidos. A reversão só foi conseguida quando a proteína usada na suplementação era a caseína, a proteína animal de excelência para os mamíferos. Com base nessas observações pode-se concluir que os efeitos da desnutrição no início da vida sobre o desenvolvimento e as funções cerebrais não podem ser completamente evitados, se a alimentação deficiente for suplementada apenas com proteínas de baixo valor biológico, isto é, de baixa qualidade, definida pela falta de alguns aminoácidos essenciais.

Guedes, Rubem Carlos Araújo, Rocha-de-Melo, Ana Paula Rocha-de-Melo e Teodósio, Naíde Regueira Teodósio – NUTRIÇÃO ADEQUADA: A BASE DO FUNCIONAMENTO CEREBRAL, Ciência e Cultura vol.56 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2004

Em (pseudo)refutação a isso, costumam linkar o artigo da American Dietetics Association como prova que a dieta vegetariana é mais saudável. Ou não sabem ler em inglês, não sabem usar o Google translator ou são carentes de honestidade (mais provável, uma soma dos três). O abstract (resumo) do artigo começa com:

It is the position of the American Dietetic Association and Dietitians of Canada that appropriately planned vegetarian diets are healthful, nutritionally adequate, and provide health benefits in the prevention and treatment of certain diseases. Approximately 2.5% of adults in the United States and 4% of adults in Canada follow vegetarian diets. A vegetarian diet is defined as one that does not include meat, fish, or fowl. Interest in vegetarianism appears to be increasing, with many restaurants and college foodservices offering vegetarian meals routinely. Substantial growth in sales of foods attractive to vegetarians has occurred and these foods appear in many supermarkets. This position paper reviews the current scientific data related to key nutrients for vegetarians including protein, iron, zinc, calcium, vitamin D, riboflavin, vitamin B-12, vitamin A, n-3 fatty acids, and iodine.

É a posição da Associação Dietética Americana e Nutricionistas do Canadá, que dietas vegetarianas apropriadamente planejadas são saudáveis, nutricionalmente adequadas e fornecem benefícios de saúde na prevenção e no tratamento de certas doenças. Aproximadamente 2,5% dos adultos nos Estados Unidos e 4% dos adultos no Canadá seguem dietas vegetarianas. A dieta vegetariana é definida como aquela que não inclui carne, peixe ou ave. O interesse pelo vegetarianismo parece estar aumentando, com muitos restaurantes que oferecem refeições vegetarianas rotineiramente. O crescimento substancial nas vendas de alimentos atraentes para os vegetarianos ocorreu e estes alimentos aparecem em muitos supermercados. Este artigo analisa a posição atual de dados científicos relacionados aos nutrientes essenciais para os vegetarianos, incluindo proteínas, ferro, zinco, cálcio, vitamina D, riboflavina, vitamina B-12, vitamina A, ácidos graxos n-3, e iodo.

Com o detalhe que as vitaminas do complexo B são majoritariamente (e no caso da vitamina B12, exclusivamente) pertencente a alimentos de origem animal, isto é, carnes. Vegetais não apresentam vitamina B12, a qual é essencial ao nosso organismo [7] . Qualquer um que estude um pouquinho de fisiologia sabe que além da vitamina B12, o ferro é muito importante, principalmente sob a forma heme, que é essencial para nós, devido ao seu trabalho junto à hemoglobina. Esta forma de ferro é muito mais fácil de ser absorvida pelo nosso organismo do que o ferro não-heme. Alimentos de origem animal contém não só ferro sob a forma heme, como a não-heme. Os vegetais normalmente só possuem a segunda [8] [9] [10] .

Nisso, cabe repor os nutrientes e vitaminas essenciais com o uso de suplementos alimentares. Mas que diabo de dieta perfeitamente saudável é essa que precisa de suplementos? Isso faz sentido? Na mente vegan, faz..

Sim, eu concordo que a obesidade é um caso grave na saúde norte-americana, mas precisamos guardar as medidas. Já publicamos uma pesquisa que informa que a obesidade infantil tem origem genética também. Ademais, o que o norte-americano médio come? Um monte de porcarias industrializadas ou nos fast-food da vida. Compre um imenso Big Mac com fritas e preste atenção no quanto de gordura animal você estará ingerindo. Batatas são vegetais e o óleo onde elas são fritas (e saem deliciosamente crocantes) também são de origem vegetal. Assim, o problema não está na carne em si (frita na chapa e não na fritadeira, imersa em óleo) e sim no percentual de gordura ingerido, que pode ser tanto de origem animal, como vegetal. Dessa forma, se eu tirar o hambúrguer e o queijo, eu poderei comer o Big Macapado e ficar tranquilo, já que não estou comendo nada de origem animal? Assim é fácil!

O Go Veg é um site tão escroto, tão mentiroso e sem-vergonha, que não se importa em estuprar o conhecimento científico que temos hoje, publicando um monte de sandices despropositadas sobre a fisiologia humana. Eles tiveram a pachorra de dizer que a formação dos dentes e do trato digestivo foi selecionado biologicamente para se alimentar apenas de vegetais. Só alguém completamente ignorante nesse assunto vai acreditar nisso. E eu falo ignorante na pureza do significado, isto é, de realmente não saber nada sobre o assunto.

Lá, afirma-se que o pH normal do estômago está entre 4 a 5. Mentira! O ácido produzido no estômago é o ácido clorídrico, que junto com a pepsina age fortemente contra o alimento que você ingere. O HCl é um ácido inorgânico com alto grau de ionização (Química de 1º ano de Ensino Médio). À medida que o pH do estômago vai aumentando (como quando você bebe leite de magnésia), o corpo produz mais HCl. A ação do HCl possui um rendimento otimizado entre o pH 1 e 2, isto é, se o pH começar a subir, o corpo corre em corrigir isso. Eu já fiz este teste em laboratório, com solução de HCl e solução de pepsina, e comprovei isso. Mas tal coisa não foi feita pelos “gênios” do Go Vegan.

E sobre atacar o estômago? O HCl não ataca as paredes do seu estômago por duas razões. A primeira é que o HCl possui o cloro no seu estado de redução máximo, logo, ele não pode oxidar nada (também é ensinado isso em Química do 1º ano do EM). O ácido clorídrico NÃO É um agente oxidante. A segunda é que em conjunto com a pepsina ele não ataca o estômago por causa de uma grossa camada de muco estomacal. Este muco – que normalmente se regenera competamente a cada 3 dias – contém, entre outras coisas uma substância chamada “bórax”, que ajuda a neutralizar a alta concentração de íons H+. Úlceras têm diversos fatores e um deles é a presença da Helicobacter pylori, que ataca o muco. Com menor camada de muco, o ácido clorídrico começa a atacar o tecido estomacal.

Outra besteirada na versão verde da Montfort é dizer que o intestino delgado tem cerca de 10 a 11 vezes o tamanho do ser humano. Considerando que tal tamanho está entre 3 e 7 metros de comprimento, então o corpo deveria ter entre 30 e 70 cm de altura. Ou o pessoal do GoVegan é completamente analfabeto em matemática ou, então, eles examinaram algum gnomo de jardim.

Chegaram, inclusive, a me mandar este artigo da Scielo para fundamentar a argumentação em prol do veganismo. Infelizmente, a própria conclusão do artigo desmonta o castelo de cartas:

CONCLUSÃO: A alimentação onívora desbalanceada, com EXCESSO de proteínas e gorduras de origem animal, pode estar implicada, em grande parte, no desencadeamento de doenças e agravos não-transmissíveis, especialmente no risco cardiovascular (grifo meu).

Qualquer dieta desbalanceada é danosa à nossa saúde, na linha do “tudo o que é demais faz mal”. Mas e os vegetais? Eles não seriam mais saudáveis? Dificilmente. A maioria sequer entraria em nosso cardápio se não fosse o nosso desenvolvimento e aprendizado na prática culinária, o que desmonta a tese absurda que o homem nasceu pra ser vegetariano. Muitos vegetais JAMAIS poderiam ter sido consumidos por nossos ancestrais, como é o caso do feijão que é altamente tóxico, pois possui inibidores de tripsina, uma enzima que ajuda no ataque a fibras musculares que foram ingeridas, além de agir nas fezes impedindo que haja prisão de ventre (e muitas vezes causando diarreia, quando em altas concentrações). Como se resolve? Através de tratamento térmico (cozinhando, em outras palavras). Claro que podem alegar que hoje ninguém como feijão cru, mas nossos antepassados não apareceram na terra com uma cozinha completa. Caçadores-coletores comiam o que viam pela frente (muitas vezes o que viam pela frente os comiam também, mas faz parte).

Ainda sobre o feijãozinho nosso de cada dia, convém que ele fique “de molho”, pois não conseguimos digerir uma substância chamada rafinose, um trissacarídeo também presente na soja, que só faz bem na mente vegan, mas não é essa maravilha que apregoam. Os fitatos contidos nela agem como fatores anti-nutricionais, já que reduzem a biodisponibilidade no organismo de minerais divalentes como: cálcio, ferro, magnésio, manganês, cobre e zinco, principalmente. Alguns estudos mostram que estes fitatos são importantes na mesma medida, mas deve-se ressaltar que ao se ingerir soja é preciso ingerir mais dos íons acima descritos. E tome suplemento alimentar! Isso soa plausível numa dieta tida como “melhor”? Bem, vegans continuarão achando que sim. Comer mandioca crua, alguém se arrisca? A mandioca consumida comumente, não nos traria problemas, mas o preparo original da mandioca brava é todo um ritual, por causa dos glicosídeos cianogênicos. Não, você não leu errado. É quase como comer cianetos (quase; e embora não seja a mesma coisa, pode ser fatal também).

Antes de terminar esta parte do artigo, deixem-me dizer-lhes uma coisa, afim de acabar com um mito: vegetais também se defendem.

Analisem. A Seleção Natural favorece quem estiver mais apto a gerar descendentes. Uma espécie não duraria muito tempo se não puder se reproduzir suficientemente para garantir a sobrevivência. Logo, se muitos herbivoros comessem vegetais direto, sem que esses pudessem ter tempo para se reproduzirem, não haveria vegetais, não haveria herbívoros e não haveria carnívoros. Os vegetais, contudo, desenvolveram táticas de defesa, muitas vezes mais cruéis que muitos animais. Alguns são extremamente venenosos, outros trapaceiam, mimetizando pequenos insetos para que os maiores possam ser atraídos. Outros exalam cheiro de carne podre, para que moscas pousem neles ávidas por um lanchinho, acabem se sujando com o pólen e indo para outra flor semelhante, perfazendo a polinização.

Mas que é sacanagem, é. A Natureza não se importa em manipular os seres.

Ainda mascarando informações, os membros da Seita Vegan parte para falácias de apelo à misericórdia e apelo ao mundo, dizendo que “o grão que alimenta o gado é o grão que faz falta na mesa das pessoas”. Mais uma alteração da verdade! Já começa que o gado não é tratado de forma intensiva, só no caso do gado leiteiro. Isso por que ele criaria capas de gordura, e ninguém quer comprar apenas gordura. De acordo com a EMBRAPA, a dieta completa do gado leiteiro “é uma mistura de volumosos ( silagem, feno, capim verde picado ) com concentrados (energéticos e proteicos), minerais e vitaminas. A mistura dos ingredientes é feita em vagão misturador próprio, com balança eletrônica para pesar os ingredientes. Muito usada em confinamento total, tem a vantagem de evitar que as vacas possam consumir uma quantidade muito grande de concentrado de uma única vez, o que pode causar problemas de acidose nos animais. Além disso, recomenda-se a inclusão de 0,8 a 1% de bicarbonato de sódio e 0,5% de óxido de magnésio na dieta total, para evitar problemas com acidose.”

O gado bovino de corte, é tratado com base de cana-de-açúcar como volumoso (cerca de 40 kg/dia) e apenas 3 kg de concentrado (milho + farelo de soja). E obviamente, depois do que os ingleses fizeram, só se alimenta gado de corte com constituinte vegetal (mesmo porque, são herbívoros). Para quem não se lembra, foram alimentar gado com farinha de carcaça de carneiros e resultou no chamado “Mal da Vaca Louca”.

Argumentar que isso faz com que haja falta de alimentos é uma falácia gritante. Qualquer um que vá no CEASA ou no CEAGESP pode ver o tanto de comida que é desperdiçado. ESTE é o problema! Desperdício! Em reportagem da Folha de São Paulo, fica demonstrado que 30% dos alimentos que o Brasil produz são desperdiçados. O desperdício pode acontecer até mesmo em unidades de saúde, como no Hospital das Clínicas. Além disso, há o caso que o mundo está se tornando superpopuloso, e o que seria realmente efetivo seria um controle de natalidade mais sério. Só que com mais gente no mundo, existem mais eleitores, mais gente que servirá de “decoração” para as campanhas eleitorais, mais massa de manobra, mais formas de haver doações, as quais poderão ser desviadas, enriquecendo o bolso de muita gente.

Em resumo: podem plantar o quanto quiserem, ainda haverá falta de alimentos na mesa das pessoas, pois o problema não é a existência do alimento, e sim na chegada até a casa das pessoas. Não há nenhum motivo político ara resolver isso, pois a fome é uma grande arma na mão de ditadores, como podemos comprovar nos países africanos, onde a ONU despeja toneladas e mais toneladas de alimento, e nem um grama chega à boca dos famintos. Se os campos são destruídos para fazer pastagens, segundo a visão vegan, eles seriam destruídos para transformá-los em produção agrícola. Fazem ideia da logística por trás disso? Bem, com certeza, eles não sabem.

Lógico que eu não diria que seres humanos não devem comer vegetais. Devem! Mas também não podem deixar de ingerir carnes, ou então estaremos todos condenados a viver de suplementos alimentícios pelo reso da vida. Reitero a pergunta: Que dieta saudável é essa que não supre nossas necessidades nutricionais?

Na próxima página destruiremos outra falácia vegan: a preocupação com os animais.

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

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  • Vieira Carvalho

    Vc mesmo não admitiu que a ILP usa agrotoxicos?

    Alessandro Bruno respondeu:

    Usa mas muito menos que a agricultura tradicional.

  • Vieira Carvalho

    A sensibilidade das plantas se compara a sensibilidade de dispositivos eletronicos.
    Quando as telas de computador sensíveis ao toque são ativadas, o “comportamento” do computador é objetivamente e, inconscientemente, realizado através dos circuitos integrados nos dispositivos semicondutores.
    Apesar do computador reagir por estimulos, e possuir sensibilidade, ele não tem subjetividade nenhuma. Não tem sentimento. Assim como é o caso das plantas.
    O maquinário dos computadores e das plantas possuem sensibilidade, mesmo não tendo consciencia.
    E sensibilidade não é um indicador de consciencia.
    Processar ou computar informação NÃO É um indicador de consciência.

    A sensibilidade das plantas, conforme bem o explica Daniel Chamovitz em seu livro, “What a Plant Knows?” publicado pela Scientific American, não tem nada a ver com dor, portanto, não se deve usar o termo “sofrimento” quando nos referimos a elas. Nessa publicação ele mostra que NÃO HÁ hipótese plausivel de que as plantas sofrem, pela absoluta ausência de um sistema nervoso central organizado, sistema nervoso central organizado esse que está presente em animais sencientes.

    As plantas são sensíveis, é fato, possuem todas as proteínas que permitem receber e codificar os estímulos de luz, movimento, calor e toque, mas, não tendo um sistema nervoso central organizado, NÃO PODEM ter a experiência da dor, possuir emoções ou ter interesses.

    Algumas plantas tem capacidade de guardar memorias de curto ou longo prazo, relativo a estimulos externos em sua memoria rudimentar. Guardar memoria não implica em pensar. Se armazenar memoria fosse pensar poderiamos considerar computadores seres pensantes.

    O mais adequado é comparar as plantas com robôs. Plantas são maquinas biologicas. O que muda em relação aos robôs é que em um o mecanismo é organico e no outro o mecanismo é inorganico.

    Comparar seres vivos não-sencientes com maquinas, não é uma comparação inventada por mim. É tão aceita que a academia tambem faz isso.
    Veja esse video por exemplo a partir de 2:20 min:
    https://youtu.be/aihmaB2Xgxo?t=2m20s

    Não coloque essa palavra “sentir” do caso das plantas, no mesmo sentido de “sentir” que se refere a senciencia. Plantas não são sencientes. Seria o mesmo que colocar a palavra manga (pedaço da roupa) com manga (fruta).

    Para se ter interesse é necessario ser um alguem. Uma pedra por exemplo não tem interesse, pois nesse corpo não há um alguem, não há uma mente, não há um “eu”. A pedra não se importa se será destruida ou deixada a esmo.
    O mesmo ocorre com as maquinas. Elas não se importam se vc vai deixa-las funcionando ou paradas. Maquinas não tem interesses se vão permanecer trabalhando ou se vão deixar de existir.
    Com as plantas (que são maquinas biologicas) ocorre o mesmo.

    É necessário ter uma mente para se ter interesses. Pedras, maquinas, plantas, embrião, não possuem mentes. Não há um “eu” ocupando esses corpos.
    Para se ter interesses, é necessario ser capaz de ter experiencias positivas e negativas. Pois somente aqueles capazes de ter experiencias positivas e negativas vão ter interesses em buscar ter experiencias positivas e interesses em evitar ter experiencias negativas. Sem a capacidade de ser afetado positivamente ou negativamente, não há interesses sobre qualquer estado. Somente os seres sencientes são capazes de experimentar bem-estar e mal-estar. É por isso que é preciso ser senciente para se ter interesses. Se não é senciente, não se tem interesses.
    Para se ter interesses, é necessario possuir subjetividade. E nem todas as especies tem subjetividade.

    Se eu digo que não há impedimento moral em comer ou vestir vegetais, no fundo eu estou dizendo que vegetais são seres vivos que não possuem sentimentos e, portanto, não têm apreço por sua vida ou interesses próprios a serem contrariados no momento em que eu tomo a decisão de comê-los ou vesti-los.

    Os integrantes do reino vegetal, assim como os embriões, não possuem um sistema nervoso, não sofrem e não manifestam apreço por sua vida ou existência, portanto, isto sim retira o inconveniente ético de matá-los. A ética considera interesses que não são seus. Não há interesses em plantas ou embriões. A única maneira de justificar que não é antiético matar indivíduos de determinado grupo seria provar que este grupo não tem consideração por sua existência.

    Todo ser que tem um mente é um alguem. Nós não estamos matando um alguem quando matamos uma planta ou um embrião.
    Comparar um animal com uma planta, é como comparar um bebê com um espermatozoide.
    Os motivos que se tem para acreditar que plantas são conscientes são tão fortes quanto se tem para acreditar que espermatozoides são conscientes.

    Que fique claro. Defendemos os seres que tem interesses. E para se ter interesses é necessario ter uma mente. As plantas não tem uma mente, não tem interesses. Sem interesses, sem direito.

    As plantas têm mecanismos que lhes possibilitam reagir a estímulos externos, tais como reagir ao toque ou a luminosidade. Tambem tem mecanismos de defesa para se livrar de insetos que as comem. Mecanismo esse que não provem da vontade da planta. As plantas reagem a estimulos do ambiente porem ela não escolhe suas ações; A planta é simplesmente uma maquina biologica seguindo um algoritmo. As plantas não respondem a qualquer processo consciente. Ora, uma célula também tem mecanismos de defesa, e nem por isso dizemos que as células do nosso corpo sofrem ou tem sentimentos.

    Não há qualquer razão para acreditar que as plantas têm uma mente que se preocupa com o que acontece com elas.
    Todo ser que tem interesses deve ter uma mente. As plantas, por não terem uma mente, não tem interesses.
    Apenas os seres que são sencientes possuem interesses.
    Qualquer coisa que façamos as plantas não violamos os seus interesses pelo fato delas não terem interesses.

    Pryderi respondeu:

    Trdução “planta não é sensiente porque eu não quero que seja.

    Lagartões feios não entram no meu cômputo”

  • Vieira Carvalho

    Ninguem te respondeu sobre teu experimento mental? Pois bem.. Vamos lá!

    Ao meu ver, em questões sobre prioridade em salvamentos de vidas, devemos nos guiar principalmente pelos seguintes fatores:

    (1) O quanto alguém já desfrutou (entendendo desfrute aqui como o nível de bem-estar multiplicado pelo tempo de vida). Quanto menos alguém desfrutou, mais prejudicado é se morrer, e, portanto, maior a prioridade em ter a vida salva.
    (2) O quanto alguém teria para desfrutar se não morresse (entendendo novamente aqui desfrute a partir da relação entre nível de bem-estar e quantidade de tempo).
    Quanto mais alguém teria para desfrutar se não morresse, mais prejudicado é se morrer e, portanto, maior a prioridade em ter a vida salva.
    (3) O impacto positivo e negativo que salvar a vida de tal indivíduo teria sobre o bem-estar de outros indivíduos.

    Esses parâmetros por vezes prescrevem a mesma decisão. Em outras vezes, conflitam. Quando houver conflito, teríamos de então estabelecer quando um parâmetro tem peso maior que o outro, e por que. Se basear apenas na aparencia fisica de alguem para decidir quem salvar é um criterio irrelevante/pifio.
    Entre salvar um bebê humano ou um cachorro, um bebê humano pode ter prioridade pois ele satisfaz os criterios, como o de ter maior potencial de ajudar os outros, viver mais. Mas supondo que, de alguma forma, soubessemos que esse bebê carrega um tipo de “gene psicopata”, o correto seria salvar o cachorro, pois os danos consequentes de salvar o bebê seriam piores. Ou vai me dizer que preferiria salvar Hitler do que um cachorro?
    Se o bebê tiver alguma doença genetica que faça viver pouco, for sozinho no mundo, enquanto o cachorro não, o melhor é salvar o cachorro.
    Considerando um bebê deficiente mental permanente, que vive tanto quanto um cachorro, onde ambos estão em igual situação, então tanto faz. Sei que isso pode parecer muito indigesto para quem julga a aparencia fisica como relevante, mas essa é a resposta mais coerente, pois anti-especista não faz distinção de especie assim como anti-racista não faz distinção de raça.
    A ética tem suas limitações e não adentra nas situações de dilema.
    A ética busca a solução justa. E como não há uma solução justa num dilema (pois a natureza de um dilema não permite que exista uma solução justa), então a ética não se aplica. A ética só se aplica quando há escolha pela solução justa.

    Pryderi respondeu:

    Resumindo seu blábláblá “não vou responder porque eu ão vou dizer que eu preferirei salvar o bebê, já que não tenho poderes mágicos para saber se ele é um psicopata ou não”

    Vegans: honestidade e vocês nunca andam juntos

    Alessandro Bruno respondeu:

    (1) O quanto alguém já desfrutou (entendendo desfrute aqui como o nível de bem-estar multiplicado pelo tempo de vida). Quanto menos alguém desfrutou, mais prejudicado é se morrer, e, portanto, maior a prioridade em ter a vida salva.

    Nesse caso, entre seu pai que já é idoso é o filho de um psicopata que matou centenas de pessoas mas só tem 18 anos, é melhor salvar o filho do psicopata. Que pode ter os genes do pai, mas não é psicopata e portanto não entra no caso 3

  • Hoje no Brasil a pecuaria ocupa aproximadamente 174 milhões de hectares, enquanto a agricultura consome 60 milhões de hectares.

    Brasil compra álcool dos EUA e feijão da China. Muito mais barato do que produzir. 🙂 Vai se informar, vegan.

    E a maior parte produzida na agricultura é destinada para alimentar os animais na pecuaria.

    Desmentido no texto COM FONTES.

    Do contrario, deveriamos rasgar o estatuto da criança e deixar a pedofilia correr livremente pela internet.

    Apelo à Misericórdia. Non Sequitur.

    População da Dinamarca: 5,676 milhões. População da CIDADE do Rio de Jneiro: mais de 7 milhões

    Dá uma olhadinha no tanto que a Dinamarca importa: http://wits.worldbank.org/CountryProfile/en/Country/DNK/Year/2015/TradeFlow/Import/Partner/all/Product/16-24_FoodProd/Show/Partner%20Name;MPRT-TRD-VL;MPRT-PRDCT-SHR;AHS-WGHTD-AVRG;MFN-WGHTD-AVRG;/Sort/MPRT-TRD-VL/Chart/top10

    Dá uma olhada quanto ela exporta. Ridículo perto do Brasil. http://www.fao.org/docrep/004/Y1669E/y1669e07.htm

    Dinamarca não tem produção orgânica.Tem um quintalzinho

    Butão terá agricultura orgânica. População? 774.830 pessoas. Tá de sacanagem, né?

    Dizer que a luta pelos direitos dos animais não faz sentido porque os veganos inevitavelmente matam animais, faz tanto sentido quanto dizer que a luta anti-pedofilia não faz sentido porque os defensores das crianças inevitavelmente compram algum eletronico onde houve trabalho infantil em algum ponto da cadeia de produção.

    Um estudo feito pela Universidade Estadual de Washington, EUA, mostrou que a agricultura orgânica pode ser usada para alimentar de maneira eficiente toda a população mundial

    Show me the paper.

    Planta um tomateiro em casa sem nenhum tipo de agrotóxico e me diz o que acontece

    Não devemos aceitar nem que os animais, nem que as crianças, devam ser tratados como propriedade por causa desses casos acidentais.

    E porque eu devo me preocupar com o boizinho? Ah, mas o lagarto feio vocês estão se lixando. Uma criança doente vocês cuidam. Um mosquito, tascam inseticida.

    Se vamos por essa logica, bebês/deficientes mentais que sejam abandonados/orfãos, que não estejam sobre a responsabilidade de nenhum estado, e em territorios que correspondam a aguas internacionais/espaço sideral, poderiam ser legalmente considerados como propriedade

    Deveria, mas são pessoas. Pessoas nós protegemos. protegemos até vegans, veja só. Barata? Tasca inseticida, né, vegan?

    Todos os seres sencientes tem um interesse em comum de usarem os seus próprios corpos

    Fonte: Comic sans.

    Pedofilia não é trabalho infantil, energúmeno. E sim, se vc é contra trabalho infantil e compra coisa da China, sim, vc é um hipócrita. Bem, se hipócrita não fosse, vegan não seria

    Se os seres são IGUAIS no que se refere à capacidade de serem prejudicados ou beneficiados, nossas decisões morais devem ser pautadas por um critério abrangente que não se limite as caracteristicas fisiologicas dos seres

    Por que não? Pq vc não quer?

    A dor física que os animais não-humanos podem experimentar lhes é tão significativa quanto a dor que nós, humanos, experimentamos.

    Mas vc pisa nas formiguinhas quando anda. MANÍACO!

    É tão importante para eles buscarem experiencias positivas quanto é importante para nós. A capacidade de sentir é igualmente relevante para todos os seres que são sencientes.

    Eles ficarão muito satisfeitos em saber que virarão churrasco. E um fim nobre. Você gostaria de virar churrasco. Não, melhor nõ. Vegan tem carne ruim, dada a péssima alimentação.

    Bem, cansei os seus floods

  • Isso é sua opinião, enquanto não houver uma lei que diga isso ela é problema exclusivo seu.

    Isso vale para qualquer babaquice vegan (desculpe o pleonasmo)

  • Joel Hegel

    Cara só pelos erros de português que se vê no teu comentário já dá pra imaginar que para se formar em nutrição não é preciso de muita coisa rsrsrs Veganos são analfabetos. Todos, sem exceção.

  • Pirata Espacial

    E não são matérias primas????? Se sua preocupação, é com animais, vá nessas fazendas e açougues, e conte para eles sua frustração, vá lá e liberte os “pobrezinhos”, comentar aqui não mudará em nada esse fato. É como disseram, é todo preocupado com os animais, mas não hesita, nem um pouco, um rodox na cara das baratas…

  • Pirata Espacial

    Eu sou das:
    Premissa A: Estou com fome!
    Premissa B: Mato o bicho!
    Premissa C: Asso o bicho!
    Premissa D: Como o bicho!
    Bem mais simples…

  • Rafaelle Caldas

    Ufa! Li tudo e não me arrependi.
    Ótimo texto. Bastante brilhante na verdade.
    Nunca nos é saudável chegar ao ponto de sentir tanto desprezo por uma via de pensamento, mas a incoerência dessa ideologia vegana é algo esmagador. E infelizmente ela está crescendo.
    Enfim, parabéns pela pesquisa toda.

  • Lucas Hohenheim

    Os Inuítes com sua dieta 100% de origem animal com peixes ricos em ômega3 e focas, morsas, baleias. Refutam Vegan há milhares de anos uhasUHASUHASUHSAUH

    Also, o triste é que esses povos estão se rendendo à dietas ocidentais, ricas em produtos industrializados e carboidratos(essa porra é veneno puro).

  • Lucas Hohenheim

    Se estivesse há 15 anos com dieta Vegana e não vegetariana, provavelmente o vegetal hoje seria você devido a quantidade de problemas psiquiátricos que desenvolveria.

  • Pirata Espacial

    Se preocupa não! Darwin te manda a conta do almoço!…

  • Silvia Regina

    O fato de vcs não comerem animais,não impedem a morte dos mesmos. E as vitaminas B12 suplementadas são de origem animal. Então se vcs estão suplementando com vitamina B12. Estão entrando em contradição! Não existe vitamina B12 que não seja de origem animal. E mais fácil comer carne de uma vez.

  • milly Maynard

    Toda dieta requer cuidados, gênio.

    Pryderi respondeu:

    Explicou isso aos vegans também?

  • Otelmo Eggers

    Ainda sobre a questão sobre se o consumo de gordura é saudável ou não, vale a pena ler a entrevista com Nina Teicholz no link a seguir: http://www.medscape.com/viewarticle/839061

  • Otelmo Eggers

    Veganildo, tens razão quanto a levar um processo. Mas a natureza está pouco se lixando para processos disciplinares. A formação em nutrição garante uma série de informações desatualizadas, nada mais. Desde que a humanidade começou a consumir mais carboidratos e diminui a ingestão de alimentos de origem animal, a morte por problemas cardíacos disparou, o diabetes tipo 2 está se tornando cada vez mais comum. Verifique os dados existentes.

  • Pirata Espacial

    Tenho impressão que conheço esse Victtor, eu acho que ele é da minha cidade, pois estou comentando 2 anos depois, e dobrou o numero de imbecis vegans em Joinville…

  • Rafael Laurindo

    Baseado em misticismo, não, baseado em como as coisas evoluíram e chegaram a este ponto. Animais irracionais NÃO tem direitos. Isso é ilógico.

  • Rafael Guimarães

    Você nem perdeu tempo lendo e concluiu que o texto é totalmente desnecessário? Será telepatia?

  • Suzan Souza

    Tem merda na cabeça só pode, total perca de tempo

    Pryderi respondeu:

    Sem refutação, escrita pobre e erro de português

    Fanático religioso é foda.

  • sou prova inconteste de que este articulista não sabe o que diz! sou vegetariano desde o meu nascimento (1959), vegano há 8 anos! primeiramente, amigo…vá fazer analise para saber de onde vem tanto ódio, em seguida vá consultar ESPECIALISTAS em nutrição vegana!

    Pryderi respondeu:

    Troquem “Vegan” por “cristão” e vejam como as religiões são todas iguais. Mesmos “argumentos” de sempre.

    Pirata Spacial respondeu:

    “especialista em nutrição vegana” é igual pastor evangélico ensinando as outras religiões sem sair da igreja…

    Alessandro Bruno respondeu:

    Mas fala aí, qual(is) suplemento(s) você toma regularmente? Quantas vezes você consulta o nutricionista por ano? A resposta pra mim é zero e vivo com saúde.

  • Rafael Laurindo

    Caguei.

  • Curioso654

    É por isso que o respeito e a boa comunicação é tão importante, pois sem ela se cria brigas desnecessárias entre pessoas ao invés de tentarem acharem uma resposta juntos.

    Li o artigo todo e até concordo com várias coisas, mas só quero que leia o que tenho a dizer(Não entendam errado, não estou defendendo ou apoiando o ponto de vista de cada um, só vou dizer a minha opinião, por isso, por favor, não me respondam de forma agressiva.)

    Carne é saudável se consumida de forma correta(Sem ser em excesso, por exemplo).Mas hoje em dia colocam muitas substâncias nas rações dos animais e muitas vezes eles ficam em lugares muito sujos, podendo infectar nosso alimento.

    A carne crua também pode fazer mal, não é só os vegetais.

    Outra coisa que acho ruim, é que a quantidade de vacas que existe para nos alimentar é muito grande, isso faz com que mais delas arrotem, liberando o gás metano, que contribui para o aquecimento global.Não sei se tem como controlar isso, só sei que prejudica o ambiente.

    Sobre os predadores, o papel deles é muito importante para a natureza, já que eles ”Controlam” a superpopulação das presas.Eles tem esse papel na natureza, matam para sobreviver, pois eles só podem comer isso, e matam para controlar a quantidade de presas.O humano está no topo da cadeia alimentar, por isso somos tantos, porque não tem predadores que nos caçam e diminuem a quantidade de pessoas.

    Eu não acho errado quando matamos para nos defender, se não matarmos o mosquito da dengue, podemos morrer pelas doenças que ele pode transmitir, se uma cobra tenta nos atacar(Muitas vezes elas só atacam porque invadimos o espaço dela) nós nos defendemos para não morrermos.Eu só acho errado mesmo quando existe maltrato, tráfico ou caça de animais, que são coisas desnecessárias.Ah, e já que é necessário fazer experimentos com animais, espero pelo menos que sempre dê bons resultados, para que talvez um dia não precisemos mais usar cobaias vivas.

    O mundo está se acabando, as florestas estão desaparecendo, espécies são extintas, poluição e desastres naturais ocorrendo cada vez mais, guerras, fome, etc.Acho que é por isso a preocupação com a natureza, porque dependemos dela para sobreviver, extraímos tudo dela.

    Pessoas, vocês precisam parar de atacar uns aos outros, se querem defender os animais, façam isso sem pressionar ninguém, sempre com respeito ao próximo.Se querem defender a alimentação com carne incluída, respeitem quem não come e diga que é uma escolha sua.Vamos aprender a se comunicar sem ofender, poxa vida.Eu mesmo acho que o mundo é cheio de conflitos pela falta de comunicação.

    Enfim, só quero que todos reflitam sobre as escolhas que fazem e sobre o que dizem, e que respeitem uns aos outros, porque assim nada vai se resolver.Precisamos pensar todos juntos, com diferentes opiniões, como podemos ajudar e fazer a diferença nessa mundo.

    Se eu errei alguma coisa, podem me corrigir(Sem me ofender, por favor).Ah, e só mais uma coisinha, eu não sou vegano, mas vou começar a parar de comer carne de boi, frango e porco.Acho que só vou comer ovo e peixe.

    Alessandro Bruno respondeu:

    1. Como o artigo já fala, toda dieta bem planejada é saudável! O autor não fala que não podemos ficar sem carne, ele desmente a mentira vegana se que a carne não é um alimento saudável.

    2. Essa relação entre pecuária e aquecimento global é outra mentira, por isso só os sites veganos que divulgam isso. Inclusive, se olhar em meus comentários anteriores junto com os artigos científicos vai ver a lista de maiores emissores de gás carbônico e os maiores rebanhos bovinos. Não são os mesmos.

    3. O mundo está se acabando devido aos problemas da agricultura e pecuária. Qual a solução? A Integração entre as duas, nos meus outros comentários tem muitos artigos científicos sobre isso.

    4. Concordo que pessoas precisam parar de atacar as outras, eu ataco as distorções e exageros que fazem os vegans achar que estão salvando o mundo.

  • João Batista de Araújo Santiag

    É interessante os veganos defenderem a não crueldade com os animais. E a “crueldade” com as pessoas que trabalham na agricultura para produzir o trigo, o vinho, os etcs. veganos. Eles verificam se têm certificado de origem e que os trabalhadores estão em condições boas de trabalho.

  • João Batista de Araújo Santiag

    Ah! Esqueci-me.
    Pode tomar mel? Própolis? E as abelhinhas que ficarão sem nutrição?
    ou o sofrimento é só de bois, galinhas,etc. Animais que achamos mais importantes?
    Pode matar uma barata? Uma conhecida vegana solta inseticida em barata à vontade. Pisoteia nelas à vontade. Mas não come nada de origem animal. Me expliquem como se eu tivesse 5 anos.