A Voyager 1 é uma sonda fantástica. Lançada em 5 de setembro de 1977, está a absurdos 21 bilhões de quilômetros da Terra, ou cerca de 141 vezes a distância entre a Terra e o Sol, viajando a uma velocidade de mais de 60.000 km/h. Alguns dizem que ela já saiu do Sistema Solar e já está no Espaço interestelar, mas isso ainda é discutível. Não se sabe ainda os limites de nossos Sistema. No entanto, ainda podemos comunicar com a Voyager através dessa distância.
Só que os cientistas do projeto fizeram algo um tanto especial (mas muito amado): Eles deram instruções para a Voyager disparar um conjunto de quatro propulsores de trajetória pela primeira vez em 37 anos para determinar sua capacidade de orientação.
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Todos nós sabemos (sabemos, né?) que o coração é formado por tecido muscular, chamado “músculo cardíaco”. Ele não é como o músculo do seu braço, apesar das muitas peculiaridades semelhantes, como você ficar com braço bombadão depois de puxar ferro e seu coração aumentar de tamanho devido a esforços desnecessários, em que muitas vezes é preciso operar, removendo parte desse tecido num procedimento conhecido como Procedimento Batista para os casos de cardiomiopatia dilatada. Só que, diferente dos demais músculos, o músculo cardíaco não se regenera como os outros tecidos musculares, o que é um sério problema quando se tem um atraque cardíaco. Você espera que na recuperação ele voltasse ao que era antes. Lamento, não vai acontecer.
Eu sou do tempo que quando queriam fazer algo sem efetivamente fazer nada iam rezar. Aliás, esta técnica ainda é usada até hoje. Claro, em tempos de redes sociais, isso mudou. Agora temos o “precisamos falar de XYZ” (só isso. Ninguém fala nad; e se falar, saem palavras vazias). Também tem as petições online. Um monte de assinatura e pronto, resolveu-se. SQN! Então, seguindo os moldes de grandes iniciativas tipo o Viva Rio, que pretende discutir a miséria da população passeando pelo calçadão de Copacabana, inventaram de fazer uma Marcha Pela Ciência.
Mecenato sempre foi algo legal. Os ricaços pagavam a pintores, escultores e faz-tudos em geral para produzir obras monumentais. Depois, os mecenas viram que Ciência era legal e arte virou muito mainstream. Daí passaram a financiar cientistas. Hoje, os ricaços como Elon Musk, Jeff Bezos e Richard Branson olham pro Espaço e pulam de contentamento. Sim, o Espaço, a Fronteira Final virou playground de gênios, bilionários, playboys e filantropos. Agora, temos outro na jogada: Um russo, o que estava demorando, afinal, eles conquistaram o espaço primeiro. No caso, a figura atende pelo nome de Yuri Milner e sua ambição é a lua. Não a nossa, mas o satélite saturniano Encelado.
Entre 1998 e 2012, uma série de medidas desencontradas e mal tabuladas levou a conclusões errôneas. Bem, acontece. Muitos erros na Ciência levam a medidas erradas, acarretando em dados ruins e levando a conclusões sem a menor relação com a verdade.
Em agosto eu escrevi sobre como o YouTube anda sacaneando os produtores de conteúdo com pequena produção e baixo número de assinantes. Eu tomei na cabeça e perdi a monetização, fora os inúmeros flags sem sentido. Descrevi como youtubeiros como o PewDiePie foram afetados, mas estes botaram quente junto ao Tubo e ele mudou as regras. Eu não cheguei a escrever uma coisa que imaginei, mas esqueci de comentar: o YouTube ia acabar escalando isso para os donos de canais de médios a grandes, mas sem chegar (ainda) aos enormes canais. Bem, estou vendo agora.
Eu fico feliz de haver gente feito o Tedson e o Victor. Com eles, nós pudemos alcançar coisas incríveis na Ciência. Eles são o que temos de melhores (ainda mais porque os cientistas de verdade fugiram daqui). Coo não apreciar toda a Ciência envolvida em sua magnitude? Aí vem um italiano já coroa que não vê importância neste laborioso e importante trabalho desses briosos pesquisadores brasileiros. O que este cientista carcamano fez?
Saiu um
Ajeitar a lente de um óculos é chatinho. polir o espelho do seu banheiro é fácil ou difícil, dependendo da tranqueira que você tenha comprado. Calibrar um microscópio também dá trabalho. Agora, calibrar e focalizar um monstro gigantesco com a mais linda tecnologia óptica para vasculhar o Espaço como o telescópio espacial James Webb realmente é chato, demorado, trabalhoso e tudo com a precisão de algo que faria um fio do seu cabelo algo enorme.