Desde que eu vi um satélite voando pelo céu pela primeira vez, eu sempre quis ter um. Ao me lembrar do tempo que vi o Sputnik voando pelo céu como um ponto brilhante (acho que entreguei a minha idade), sempre fico pensando se não poderia um satélite meu, só meu, totalmente meu. Nem precisava ter armas atômicas (um simples raio da morte seria o suficiente). Agora, a NASA pesquisa se poderiam usar um smartphone como um satélite. Sonhar demais? Ir à Lua também era.
Continuar lendo “Tem algum telefone sobrando? Ele pode virar um satélite”

A deusa temperamental inflama-se de ira quando contrafeita. Seu calor abrasador e sua enorme força faz com que ninguém queira chegar perto dela. Ainda que tenha um nome delicado, o fulgor de seu reino afasta qualquer um. É uma deusa desolada, sem companheiros, sem ninguém por perto. Todas as tentativas de abraçar falharam, e mesmo assim a deusa se sente só, condenada a ser o que é pelo resto da existência. E se ela tiver que aprender uma lição, que seja com a Lua e seus calmos prateados raios, E essa lição podemos ver no vídeo a seguir:
Criacionismo é o tipo de piada que uma vez contaram num bar e o pessoal acreditou. Os idiotas que acreditaram não aceitaram que o cara que contou a piada dissesse que eles tinham sido trollados, então, para justificar suas imbecilidades, começaram a criar histórias fictícias, com citações fora de contexto. Desonesto, não? Pois, é, eu também acho. Alguém que segue um livro dizendo "Não prestarás falso testemunho" não deveria mentir feito um bando de desclassificados, mas é o que eles fazem.
Você é daqueles sedentários? Além de se achar sedentário, quer salvar o planeta? Além de sedentário, salvador do planeta, possui um QI menor que a temperatura ambiente? Você é sedentário, salvador do planeta, tem um QI menor que a temperatura ambiente e quer fazer facurdade? Só se for design, pois ninguém em condições normais de temperatura, pressão e intelectual iria bolar uma merda de uma bicicleta saída da Reversal Russa, onde a bicicleta é carregada por VOCÊ!
Eu invejo meus pais. Em 20 de julho de 1969, eles puderam ver "ao vivo" mais um capítulo de nossa aventura fora da Terra. Ainda que eu veja e reveja a descida da Apolo XI na Lua, é sem graça saber que não estava vendo o momento acontecendo, como é sem graça ver hoje as pirâmides sem ter a visão real de como elas eram quando recém-construídas.
Fim de mês, do salário e da minha paciência. Pego emprestado o celular da minha filha e tem um prego com o penteado do Justin Bieber no papel de parede. Minha mulher aparece com mais uma fatura pra pagar e eu tenho medo de ver os trabalhos que tenho para corrigir. Ou seja, nada de muito diferente do que acontece todos os meses. Um amigo aparece no Gtalk dizendo que foi no médico por causa de um problema no olho, mas como estou cansado não fiz as piadas óbvias (e já sem graça). SumPaulo está com a umidade baixa, praticamente um deserto de Atacama, e ele tinha comprado um umidificador. Se besteira não visse junto, eletrodoméstico não seria.
Ok, Colombo achava que a Terra era redonda feito melão, enquanto a ideia reinante era que o planetinha azul estava mais para ter formato de pizza. Só que Colombo estava meio equivocado, mas nem era culpa dele; seu raciocínio era primoroso (apesar de não ter sido o único a pensar assim). Hoje sabemos que a Terra tem um formato todo especial. Ela é um elipsoide, sendo achatada nos polos e mais "larguinha" na linha do equador.
Ray Bradbury, juntamente com Isaac Asimov e Arthur Clarke, faz parte da Santíssima Trindade. Mesmo porque, os 3 existiram e temos provas. Os 3 abençoaram a Curiosity durante a viagem e o pouso seguro em Marte,
Antes que algum exterminador apareça do nada na sua sala, é preciso que batedores sondem o local. Claro que esse negócio de apocalipse robótico não é tão simples e é preciso tomar cuidado, pois se algum desses batedores aparecer aqui no Rio, em menos de um dia estarão sendo vendidos na rua Uruguaiana (ou na 25 de março, caso acabem indo pra São Paulo).
Carregar informações sempre é trabalhoso. Eu me lembro quando estava na faculdade e tinha que levar cadernos, livros, tabelas, régua, calculadora (sim, já existiam e a minha era uma Cassio FX 82D, que tenho até hoje e funciona) etc. Hoje seria muito mais simples, bastando levar um iPad ou mesmo um smartphone, se bem que ler livros nele é uma porcaria. Informação ocupa espaço, pesa e se você faz backup de tudo o que você tem (e que deveria fazer sempre), sabe a como as coisas vão se acumulando.