Quanto mais jovens somos, mais temos a impressão que o mundo surgiu como é do nada, PUF! Quanto mais jovens somos, mais achamos que o pessoal da Terra ovem está errado: O mundo NÃO TEM 6000 anos e sim a nossa própria idade. É divertidíssimo ver a expressão de crianças e adolescentes ao lhes dizer que o Homem foi à Lua com um computador no módulo inferior ao meu relógio de pulso e que os modernos smartphones de hoje superam e muito os primeiros aparelhos de ultrassonografia. Muitos conceitos que temos hoje á eram conhecidos (e usados) pelos mais antigos, bem antigos. Enquanto Arthur Clarke já tinha imaginado a Internet, Isaac Asimov idealizara a Wikipédia e Ray Bradbury previra o Brasil. Então, você pensa que, sim, podemos ser criativos e idealizar coisas novas, como redes sociais, mas estudantes do século XVI já tinham a sua própria e nem mesmo o conceito de nickname é novo.
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Ciência é, por si só, um dos maiores tesouros da humanidade, mas alguns acham que isso é pouco. Não são muitas as descobertas que levam a riquezas no modo comum de se ver isso. A busca por metais preciosos acompanham o Homem desde que o mundo é mundo, mas nem sempre se consegue isso. Cientistas estudam agora um meteorito que foi recuperado 22 de abril de 2012 AAM (Antes do Apocalipse Maia) em Sutter Mill, local onde começou a Corrida do Ouro na Califórnia, em 1849 California.
Eu sempre digo que a Ciência os tirou da barbárie. Ela não só estuda os fenômenos da Natureza, como tenta entendê-los e reproduzi-los. Para tanto, a observação é essencial. Nossos antepassados contemplavam o céu e astrônomos do passado tentaram entendê-lo e explicá-lo, mediante a tecnologia que dispunham na época. Hoje, desfrutamos esse mesmo deslumbramento com nossa atual tecnologia, que astrônomos do futuro balançarão a cabeça e se perguntarão como conseguimos ver algo no céu.
Bem-vindos! Aqui é um sistema automatizado. Enquanto vocês estão lendo este artigo, eu estou de férias, de pés pro ar, tomando daiquiri enquanto contemplo o mar do Caribe. Como muitos de vocês chegaram aqui há pouco tempo, não devem ter lido muitos de nossos artigos. Se leram, é legal recordar-los. Não há um critério perfeitinho, eu apenas peguei os que eu me lembrei e mais gostei. Então, sentem-se e divirtam-se:
Mas, vejamos, por que ser tão direto assim? É sempre tão legal colocar mensagem de Natal e Fim-de-ano e compartilhar bons desejos e bons pensamentos. Não é crendice, não é superstição. Simplesmente, vejo um bando de idiotas que só compartilha foto de desgraça, notícias ruins ou como seu time de futebol ridículo não teve condições de ganhar a 5ª divisão do campeonato do Tocantins.
Há uma ideia extremamente idiota, estúpida, burra e totalmente fora de propósito que o Universo é bonzinho. Não é. Só alguém de visão limitada acha que vivemos em um universo harmônico e perfeito. Não vivemos. Planetas explodem, cometas se chocam com o que tiver pela frente e estrelas explodem em supernovas, levando tudo consigo. Agora, cientistas têm evidências do aniquilamento de um planeta, sordidamente devorado por uma estrela.
Já falamos de todas estas baboseiras de fim-do-mundo. Tem mané, inclusive, que estocou alimentos e comprou um carro. Não entendi para que ele vai querer um carro depois que o mundo for pro saco, mas não é problema meu. Ainda hoje escutei que amanhã planetas irão se alinhar e outras bobagens semelhantes., como coisa que mecânica celeste é assim. As pessoas procuram tanto o fantástico aí fora que não têm tempo para ver o que temos de maravilhoso aqui mesmo, na Terra. E muitas dessas maravilhas vêm de fora da Terra, mas não de planetas e sim da tecnologia desenvolvida pelo próprio Homem.
Ser rei nunca foi fácil. Se o pessoal hoje em dia já sente ciúmes do seu fusquinha porque eles andam de ônibus lotado (ou sentem as maravilhas do calor humano do metrô de São Paulo), imagine comandar um vasto império como o Egito, Egito-ê. Todo mundo é suspeito e até mesmo o inspetor Poirot ficaria em dúvidas. O segundo faraó da 20ª Dinastia estava caminhando placidamente pelo seu palácio. No sagrado ano de 1155 A.E.C., a tragédia (solo de tambores) abateu-se sobre o Império do Nilo. O filho de Rá sucumbiu à conspiração e seu fim foi decretado.
Apesar das mãos estarem cheias de sangue, os romanos adoravam tomar banho. Não só por causa de questões higiênicas e sim porque os banhos romanos eram como os shopping centers de hoje. Na época, era o point onde o pessoal se encontrava para jogar conversa fora, fofocar a vida dos outros e tramar de que maneira se podia cravar um punhal nas costas do Imperador sem que desse muita bandeira.
Eu sempre tive um desejo secreto: ver um eclipse total ao vivo e a cores. Nada de ver pela TV. Infelizmente, a posição geográfica aqui não ajuda muito e sempre acabamos com eclipses meia-boca. Mas, ainda que me pareça pouco, ainda temos vídeos e fotógrafos que registram estes momentos, como foi o caso de Collin Legg, que registrou fotos de diversas maneiras em 14 de novembro deste ano, na Austrália. Juntou as fotos isoladas e montou um time lapse muito legal.