Alunos da rede pública de Ubatuba participarão de simpósio científico no Japão

Quando as coisas dão errado (e muito!) em termos de ensino, eu meto o malho, mas quando há iniciativas boas, aliás, excelente, aliás, incrivelmente fantásticas, temos a obrigação de divulgar.

Um grupo de estudantes já está de malas prontas e já foram pro aeroporto, pois estão de partida pra filial do bairro da Liberdade proo Japão. Se fosse para a China, algum sarcástico (oiê!) diria que era porque arrumaram um emprego melhor na Foxconn, mas a parada não é essa. Eles estão indo lá porque vão participar do Simpósio Internacional de Ciência e Tecnologia Espacial, patrocinado pela Agência Espacial Japonesa.

E você tirou nota boa no ENEM? That’s cute!

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Pedagoga safadinha vai em cana por dar uns pegas no cachorro da família (e não foi o marido)

Estou calmo e plácido vendo pela janela o céu plúmbeo (alguém realmente fala assim na vida real?) quando meus Oompa Loompas trazem notícias a serem postadas (hoje, vocês terão meio pão de forma de brinde, fiéis lacaios). Enquanto no Brasil os pedagogos acham que professores devem ter relações erótico-freudianas com alunos (não fui eu quem disse isso), nos Estados Unidos, o lance lá é partir pra cima de animais domésticos, como foi o caso de uma orientadora. Ela achou que xingar o marido de cachorro não tinha sentido, então passou a ter… cahan… intercursos mais íntimos com o cão da família. Continuar lendo “Pedagoga safadinha vai em cana por dar uns pegas no cachorro da família (e não foi o marido)”

Alvo: Lua. Meteorito 7 na caçapa do canto

A Lua não é feita de queijo e é mais esburacada que rua de subúrbio. Todos os anos, a Lua é bombardeada por trocentos asteróides (sim, trocentos. Não encha o saco), fazendo-a ter aquele aspecto. A Natureza é uma mãe psicopata que está disposta a nos mandar pra vala de qualquer jeito; haja vista o que aconteceu em 17 de março, quando um pedregulhão cósmico se chocou com Jaci com um impacto que não acontecia há cerca de 8 anos.

Mas a Natureza é perfeitinha.

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O esplendor da topografia de Titã

O poder do Senhor dos Céus está consolidado. À sua volta, guardiões zelam pelo equilíbrio, onde forças cósmicas ditam os rumos de tudo que há ali. Um deles é o poderoso Titã, o único satélite natural do Sistema Solar a ter uma atmosfera densa. Mas o poder do Titã não fica só em suas grossas nuvens alaranjadas, fotografadas pela sonda Cassini-Huyggens. De posse dos dados da sonda, cientistas planetários conseguiram montar um mapa topográfico da poderosa lua que pertence ao Senhor dos Anéis.

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Cientistas examinam cavidade auditiva de dinossauro e não é por causa de dor de ouvido

Ontogenia é o estudo das origens e desenvolvimento de um ser vivo. Saber como ele apareceu e no que ele resultou. Um dos bichos que mais despertam interesse nesse campo é, claro, dinossauros. A saber, são os únicos monstros que realmente tivemos (os outros estão guardados na Área Pitu, digo, Praianinha, quero dizer, Área 51).

Agora, uma equipe de pesquisadores resolveram estudar não apenas um dinossauro, mas especificamente seu crânio e mais especificamente ainda seu ouvido interno, e como ambos se tornaram o que eram.

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USP e UFSCar “iluminam” pacientes obesos para que possam emagrecer. Céus, oh, Céus!

No Brasil, Ciência é brincadeira (de mau gosto). Vivo lendo sobre como as coisas estão melhorando. Melhorando tanto que ao invés de desenvolver pesquisas aqui, nos gabamos em mandar cientistas para outros países. Próxima meta, acabar com toda a atividade científica aqui, já que a ralezinha que acha que Filosofia presta para algo, condenada nós de "cientificistas com pensamento do século XIX" (sim, já me disseram isso, vindo de gente que pensa como Platão, com um pensamento tacanho de mais de 2000 anos!).

Enquanto não atingimos esta meda, passamos pro passo intermediário: desenvolver a pseudociência, como é o caso de uma "pesquisa" da USP — que os retardados enchem a boca (e outros orifícios) para dizer que é a melhor universidade do Brasil – que usa luz de leds para obesos emagrecerem. Bem-vindos ao Domingão da Pseucociência!

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Uma caixa d’água de um bilhão de anos

Nosso mundo, como muitos outros mundos, não é estático. Ele não para para nada, nem para parar de se indignar com acordos ortográficos horríveis. Ainda assim, há sempre um recanto perdido, longe de nossas mãos pecaminosas, mantendo-se imutáveis, ou quase isso. Extremófilos mudaram muito pouco nesses longos milhões de anos, mas há algo bem mais antigo, mesmo sem ser espíritos do mal. Uma mina d’água que se acredita ter um bilhão de anos. Se você queria uma visão do passado sem ter um DeLorean, taí a sua chance.

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O maravilhoso “círculo de fogo” nos céus australianos

Como vocês são espertos, prestaram atenção nas aspas; já que o Círculo de Fogo do Pacífico não compreende a Austrália. Acontece que hoje é sexta-feira e eu ainda tenho que trabalhar. Nada como algo ameno para nos alegrar, ainda mais que estamos no fim do mês e o salário é apenas uma doce lembrança.

Em 10 de maio deste ano, um eclipse fez dos céus australianos algo muito legal. Como sempre, o Brasil não foi agraciado com a visualização do evento, pois não possuímos estrutura para um evento deste porte. Assim, compartilho com vocês um vídeo em lapso de tempo (time lapse) mostrando o magnífico eclipse que ocorreu neste dia. Espero que gostem.

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Os traços biológicos de uma catástrofe estelar

Quando uma estrela já não aguenta mais, está totalmente de saco cheio e vê seu contra-cheque as forças internas são tão grandes que a gravidade não consegue mais segurá-las, ela explode de forma violenta e avassaladora. Claro, isso vai depender do seu tamanho, já que o nosso Sol "apenas" se transformará numa gigante vermelha, devorando todos os planetas rochosos, para depois encolher, não restando vestígios de Mercúrio, Vênus, Terra e nem Marte. Se ela fosse mais massiva, se transformaria numa supernova e durante sua explosão, toda a sua massa estelar seria expulsa, espalhando sua poeira, de quem somos filhos.

Agora, cientistas alemães estudam a origem do Cosmos por uma outra frente: por vias biológicas, onde fósseis dão indícios da magnífica e temerosa explosão de uma supernova.

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Cientistas constróem orelha com uma impressora 3D

A onda agora são impressoras 3D. Eu quero uma pra mim. Poderei construir muitas coisas, exceto armas e a Cicarelli na praia, pois senão serei proibido. Eu quero uma impressora 3D, você quer e até sua avó iria querer para poder fazer artesanato. Só que enquanto pensamos besteiras sobre o que poderíamos "imprimir", pesquisadores da Universidade de Princeton tentaram, conseguiram e imprimiram algum um pouco mais prosaico e bem mais complicado e útil: uma orelha (ouvido externo é o cacete!).

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