Crianças proibidas de ver o eclipse. Mas religião é coisa boa

Eu adoro eclipses. São mágicos, incríveis e fantásticos. As Leis de Newton em ação, dando um espetáculo. Para minha infelicidade, nunca vi um eclipse total do Sol. Já vi o da Lua, mas não é a mesma coisa. Mas eu tive quase isso quando era criança. Não ficou tudo escuro, mas vi através de um vidro escurecido com fuligem de uma vela o Sol ser "abocanhado", para depois voltar com toda a sua glória. Eu prefiro pensar que naquele momento eu quis ser cientista, para entender o porque daquilo estar acontecendo. Mas é uma competição desleal se comparar um eclipse com histórias de burros falantes, chuvaradas mágicas e zumbis palestinos. Os eclipses, pelo menos, existem.

Infelizmente, algumas crianças inglesas (pois é. Nem o Brasil é tão tosco a este ponto… espero!) não puderam ver o eclipse. Foi decidido que eclipse é feio, ruim, bobo e chato. Mas as desculpas oficias foram outras, inclusive que eclipses vão de encontro a motivos culturais e religiosos.

Me eclipsando de vergonha, esta é a sua SEXTA INSANA!

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De onde vem o ferro do planeta Terra?

Um dos principais motivos de você estar agora aí lendo este artigo, entre muitas coisas, é a magnetosfera. Este grande campo magnético faz com que partículas de alta energia desviem, formando as auroras, que são sinceras. Isso é devido ao imenso núcleo de ferro em convecção no interior da Terra, gerando um poderoso ímã. No manto, há uma bela quantidade de ferro disperso também, mas o problema que se segue é: de onde veio este ferro? De asteroides? Estranho, pois a Lua foi fuzilada por trocentos asteroides, tal qual a Terra, e parece não ter o metal por lá. Como ele se dispersou assim pelo manto? Não deveria ser um pedação apenas?

Afinal, de onde veio este ferro todo? Vontade divina? Jesus quis assim? Vishnu achou que seria uma ideia maneira? Hefestos estava sem ter com que trabalhar?

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Até onde luzes artificiais fazem mal à nossa saúde?

Eu adoro estes programas de TV falando sobre "vida simples". Lindo e maravilhoso, principalmente quando você está num apartamento equipadão, com Internet banda largam ar-condicionado, geladeira e trocentas luzes acesas. Eu não dou a mínima pro boizinho, adoro vida moderna, mesmo sabendo que pagamos um preço por isso: deixamos de ver as estrelas e a própria Via Láctea.

Mas e nossa saúde? Até que ponto ela é afetada pela quantidade de luzes artificiais que nós temos?

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Hemodiálise é Ciência de Foguetes, sim!

Vocês aprenderam na escolinha de tia Teteca que os rins filtram o sangue. O sangue ruinzão entra, é filtrado e sai sangue bão, com as impurezas e toxinas indo parar no seu glorioso xixi. Você tem dois rins e se cuidar bem deles, os terá por muito tempo. Se a sua função renal cair, existem tratamentos e até mesmo se suas capacidades de filtração estiverem a 50%, você pode viver uma vida (quase)normal. Por isso que pessoas com apenas um rim podem viver bem. Entretanto, quando a função renal cai abaixo disso, meu filho, você tá com um problemão, e quando chega a 10 ou 20%, você é mandado pra hemodiálise. Algo demorado e nada confortável.

Com tecnologia aeroespacial, uma equipe interdisciplinar de pesquisadores do Reino Unido projetaram uma fístula arteriovenosa com melhores padrões de fluxo (sem capacitores) de sangue, de forma a salvar mais vidas de pacientes.

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Skynet Paulistano ou Física 1 x 0 Jornaleiros

Diz o adágio que as melhores intenções, minha querida, foram levadas ao moinho que triturará teus sonhos tão mesquinhos. Assim, a equipe de jornaleiros da Folha até tem boas intenções, mas mais poderosos são os poderes de Murphy, e sua mão cadavérica ergue-se e diz "Preparai-vos, ó mortais". Aí o que acontece? O magnífico drone que ela colocou para auxiliar a manifestação e promover uma guerra deu pau caiu, teve gente que se feriu, e as ambições foram por terra.

O que será que isso nos ensina?

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Confirmado um SPA em Enceladus

Enceladus é um satélite muito legal, pena que não gosta de mulher, principalmente as friorentas. O satélite natural de Saturno, o Planeta-Estiloso, já se mostrou muito interessante pelos seus gêiseres, e já falamos sobre ele AQUI e AQUI. Mas eram gêiseres mesmo? Bem, sim e não. Sim, são gêiseres, e não, não são como os daqui da Terra. O que é aquilo, então?

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O mundo molhado de Ganimedes

Ganimedes já causava fascinação no século XVII, quando Galileu o observou pela primeira vez. Ele era a prova que os mundos podiam ser como a Terra (ok, não são. Mas Galileu não tinha como saber). Não somos só nós que temos “luas” (a rigor, “satélites naturais”). Júpiter, o Rei dos Planetas também tem, e não é só isso. Ganimedes é o maior satélite do Sistema Solar. Ele consegue ser maior que Mercúrio, mas é menor que a Terra. Já sabemos sobre a topologia de Ganimedes, mas agora sabemos mais.

O velhinho, mas muito eficiente Telescópio Espacial Hubble nos deu evidências de um grande oceano de água salgada nos subterrâneos de Ganimedes. É tão grande que ele pode ter mais água que a própria Terra. Mas como ele conseguiu?

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Por que ainda se acredita em idiotices?

O tosco mundo de Hades, Nosso Senhor, é movido à estupidez. Larga maioria da população é burra, e eu gostaria muito de dizer que isso é exclusividade de brasileiros, mas somos apenas os mais eficientes em incompetência. É difícil ser uma gota de informação nesse oceano de insanidade chamada Internet. É difícil competir com a maluquice degenerada, à solta e sem controle. Os veículos de informação veiculam tudo, menos informação. Ou veiculam, se entendermos que informação não é conhecimento.

Mas por que, com tantos lugares para se achar informações, as pessoas ainda repassam tanta besteira?

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Descobertas evidências de um grande oceano esquecido de Marte

Você pensa que conhece Marte. O planeta vermelho… sem ar, sem vida. Mas você não sabe nada sobre ele. Você não sabe que em algum momento ele teve atmosfera, nem que um enorme oceano primitivo cobria cerca de um quinto de sua superfície, fazendo dele um ambiente quente, úmido e maneiríssimo para abrigar vida.

Agora, o pessoal da NASA publica um trabalho descrevendo a existência de um antigo oceano no hemisfério norte de Marte, oque mudará muito da sua concepção sobre o Planeta-Deus.

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O deserto que alimenta nossas florestas

Um dos erros mais comuns é achar que plantas se alimentam de matéria orgânica. Não se alimentam. Ela não "come" húmus e muito menos cocô. Quem deve comer cocô é quem ainda insiste que plantas se alimentam assim. Elas gostam mesmo é de material inorgânico, oriundo da decomposição da matéria orgânica no solo, por agentes decompositores. Se planta gostasse de matéria orgânica, ela ficaria feliz com um copo de plástico.

Já imaginou do que a Floresta Amazônica se alimenta? Por mais bizarro que possa parecer, não é da matéria orgânica em decomposição trazida pelo rio Solimões (também é). Muito da sobrevivência da Floresta Amazônica vem do Saara!

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