Ok, já cansei de provar que o Brasil é o país que odeia ciência. Odiamos qualquer coisa que vem com inovação, ciência, estudo, ensino e descoberta. As imensas isenções e benesses não só fundamentam que vivemos numa teocracia, como o modo como bancadas e ministros organizam suas pautas mediante a religião nos faz ter certeza disso.
Agora, se já não bastava o Feliciano, mais um deputado teve a brilhante ideia de incluir no currículo escolar ensino daquela bobajada chamada “Criacionismo”.
Criando raiva por político retardado eleito por uma população imbecil, esta é a sua SEXTA INSANA!

Estavam com saudades, né? Acharam que por algum momento as coisas tinham finalmente entrado no reino da normalidade, certo? Pensaram aí consigo “Nhé, não tem mais gente louca comentando. Estamos livres, mestre Potter!”. Engano de vocês, plebeus. A tosqueira, diferente do seu salário na segunda semana do mês, nunca acaba!
Nosso cérebro é zuado. Os longos bilhões de anos de evolução biológica fez seres vivos com problemas, e o processo que criou o nosso cérebro nesse ínterim lhe deu capacidades de fabricar informação. Tomando por base a notícia do filhotinho da cabra com ser humano, desmentida pelo E-Farsas, nos perguntamos: Como as pessoas podem ter essas associações.
Há o brocardo que ainda há juízes em Berlim. Bem, em Berlim, eu não ei. Pelo menos, o Supremo Tribunal Federal mostrou, ainda que por votação quase empatada, ao menos eles têm um mínimo de bom senso, ao mandar aquela lei vagabunda que liberava a venda e distribuição de fosfoetanolamina, sem sequer passar pelo mínimo de testes científicos e muito menos liberação junto à ANVISA.
As pessoas veem o mundo das religiões hoje e não sabe que eles não caíram de para-quedas, nem apareceram por mágica. Foram séculos, digo, milênios de ideias que foram se desenvolvendo até chegarmos no que temos hoje. E – SURPRESAAA!!!!! – continuará mudando. Assim, eu não entendi por que as pessoas ficaram chocadas com o caso da pastora canadense que admitiu não acreditar mais em Deus e seus cultos meio que mudaram um pouquinho. Eu disse no título e repito: não vi nada demais.
Tia Dilma e seus péssimos discursos foram afastados enquanto julga-se o Impeachment, num movimento de golpe pelo qual a Presidência foi destituída, esquecendo-se que poderia ter convocado as Forças Armadas para defender o país de um Golpe de Estado, que foi assim nomeado pela imprensa internacional, se você considerar apenas o Huffington Post. O maravilhoso golpe seguindo os ditamos da Constituição e determinado por representantes escolhidos pelo povo. Claro, eu não nasci ontem e sei o que tem em jogo ali é poder, mas as pessoas são muito afoitas em ver as coisas e não analisá-las.
Eu gosto de alguns filmes australianos. Não são muito comuns de passar nas telonas, mas vivemos no mundo internético. Um dos que eu mais gostei é O Homem que Processou Deus (
Não vamos tampar Sol com peneira. Ok, eu sempre estou a ponto de defender professores, mas também tem aqueles que fazem besteiras, ainda mais quando estamos no campo das Humanas. Não que seja um problema por serem de Humanas; o motivo vocês entenderão mais para frente. Vemos, contudo, verdadeiros palanques em que professores acabam externando um pouco demais sua visão do mundo, seja em termos de política, religião e demais temas polêmicos. Surgiu assim um projeto-de-lei em Alagoas visando o conceito de Escola Livre, em que os professores não poderiam externar nenhum viés particular, criando assim a Escola Livre, de forma a manter a neutralidade da escola, impedindo professores de doutrinar e induzir alunos em assuntos políticos, religiosos e ideológicos.
Eu acho que cada um tem o direito de acreditar no que quiser. Se você arria despacho ou reza pra action figure do Nazareno Mágico, quem sou eu para criticá-lo? Cada um paga o mico que quiser, mas tem horas que o que já era ridículo cai para as raias do absurdo.