O bom da Indonésia é… bem, esqueça. Se tiver algo de bom lá é o aeroporto para ralar peito daquela bosta o mais rápido possível. Se bem que eu gosto dos filmes de terror trash de lá (sim, eu gosto e você vê Big Brother. Hunf!) Como nada é ruim o bastante que a religião não faça piorar, tem gente que acredita piamente naquele negócio de amor fraterno e liberdade de pensamento. Algumas insistem que podem escrever suas opiniões num blog (oiê!) sem ter babacas incomodando, enquanto outros soltam um desabafo no Facebook, tendo que ver o lado negro que se esconde nos corações humanos (ou nem tão escondido assim). Foi o que aconteceu com um indonésio que escreveu "Deus não existe" no Facebook e agora corre até risco de ir pra vala.
Esta é a sua SEXTA INSANA!
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Este é o primeiro Voz dos Alienados do ano. Eu já estava pensando se eu não teria mais… cahan… contribuições sinceras, mas pelo visto, o pessoal gosta tanto da coluna que sempre procura não destruir minha fé em Nossa Senhora da Esquisitice, padroeira da estupidez alheia. A maluquice ainda é meia ralinha, já que o pessoal deve estar num retiro espiritual, pegando na Chave dos Céus ou usando o Apito de Chamar Anjo. Bem, bem, melhor deixar de papo e ir pro que interessa. Por onde começamos? Ah, sim pelo começo! Com vocês, VOZ DOS ALIENADOS!
Sinceramente, eu até nem acho ruim o Tiririca. Mesmo porque, ele não fará nada que faça alguma diferença no final das contas. Ninguém se importa com ele e se ele votar contra ou a favor do Governo não dará em nada. O pior são as bancadas religiosas, o que faz tooooooooooootal sentido num Estado Laico (aviso: a última frase foi sarcasmo). Por algum motivo que escapa a minha compreensão, as pessoas simplesmente não prestam devida atenção do anda acontecendo por aí e muitas sequer sabem em quem votaram para vereador. Daí, os toscos eleitos deitam e rolam. Foi o caso do ilustre sua excelência, vereador de Ilhéus Alzimário Belmonte (PP) ter criado a "importantíssima" lei que obriga (sim, você leu certo: o-bri-ga) que antes das aulas haja uma sessão onde os alunos terão que rezar o Pai Nosso.
Estamos em pleno janeiro, com sol brilhando, calor aumentando e meu banheiro todo quebrado em reforma. Nada pode ser mais feliz do que isso, ainda mais por eu não ser fiel da paróquia de Las Vegas, o antro do pecado, com jogatina, mulher bonita, bebidas, jogatina, mulher bonita, shows, bebida, jogatina, mulher bonita, padre gastando o dinheiro da igreja e… HÃÃÃÃ?
Nada, eu disse NADA pode ser mais ridículo quando o "pensamento" religioso acaba dando vazão à estupidez (o que acontece quase sempre). Isso aliado aos defensores de células culturais que devem ser "preservadas" por algum motivo espúrio que escapa à minha compreensão. Este relativismo cultural acaba servindo de desculpa para quaisquer atrocidades que mentes tacanhas e que ainda vivem na pré-história façam. E
Desde o dia 31 de dezembro do ano passado está chovendo. A prefeitura, ciosa do seus deveres para com a população – e respeitadora com o dinheiro dos impostos – faz o que sabe fazer melhor: merda. Entra ano, sai ano e é sempre vem aquela palhaçada de contratar a infame Fundação Cacique Cobra Coral (como o nome é muito grande, chamemos de Chefe Minhoquinha). Só que, ao que parece, ele não anda muito bom das pernas, digo, do tacape ou seja lá o que ele use para controlar algo que ninguém controla.
Uma das maiores taras do catolicismo é o Sudário de Turim, que mais parece uma toalha de mesa de gosto duvidoso. Falar nele é o mesmo que mexer em vespeiro ou questionar a… cahan… virgindade da "Dona" Maria. Por causa disso, vivemos tocando no assunto (só no assunto, eu não tenho nenhuma tara na "Dona" Maria). A questão da vez é que o Império do Mal Vaticaniano ficou feliz como pinto no lixo ao saber de uma pesquisa que chegou a nenhuma conclusão a respeito do pano-de-chão-sacro e disseram que a Ciência não podia explicá-lo. E isso foi divulgado antes do Natal. Coincidência?
Eu vejo com reserva certas atitudes. Não creio eu que ritos religiosos devam ser misturados de qualquer jeito ou pode acabar em problemas, e a experiência mostra que isso é mais regra que exceção. Um exemplo é quando misturam rituais católicos (como missas, por exemplo) e ritos africanos. Os dois têm tanto amor conjunto como um judeu hassídico adoraria participar de uma reza numa mesquita sunita.
Se Jesus tivesse realmente existido, ele estaria que nem a imagem ao lado. O problema nem é com ele, mas com o seu fã clube, que não perde a oportunidade de seguir os ditames do Príncipe da paz, Maravilhoso Conselheiro, o Consolador (êpa!) e glorioso filho de Deus. Aqueles conselhos maravilhosos sobre amor e harmonia, pregando a paz entre os homens de boa vontade. O problema é que os homens lá na Igreja da Natividade estavam com vontade de sair na porrada. Até polícia foi envolvida da peleja.