Altruísmo não é um puro ato de bondade. Há discussões sobre se ele é inato ou adquirido. Pesquisas mostram que o comportamento altruísta pode ser regido por relações mais complexas ainda, como noticiamos em janeiro. As pessoas são boas por vários, e um reforço positivo, como saber que ajudou a salvar uma vida, é sempre mais forte, o que estimula que as pessoas continuem agindo assim. É nisso que se baseia a atitude do Stockholm Blood Service (serviço de Sangue de Estocolmo, uma espécie de Hemocentro da Suécia).
Como as doações de sangue lá não são tantas assim, surgiu a iniciativa de avisar a quem doou quando seu sangue foi usado para salvar a vida de alguém. Pelo visto, a ação está dando muito certo!
Continuar lendo “Na Suécia, doadores de sangue recebem SMS quando salvam a vida de alguém”

Ninguém gosta de endoscopia. Quer dizer, fora aqueles que querem sempre uma segunda opinião. Curiosamente, exame de toque retal é mais tabu que uma mangueirona com luzinha na ponta dando um passeio pelo seu intestino. De qualquer forma, tabu ou não, não é nada muito confortável; já que o médico precisa posicionar direito a camerazinha mágica.
Nada melhor do que pais para deixar as crianças (as suas próprias) traumatizadas. Claro que não é só isso; o reforço pode ser positivo também, e a forma com que nós falamos com nossos filhos influencia em muita coisa, principalmente nas habilidades sociais deles (normalmente, sempre associamos para o pior lado).
Estou em plena satisfação de curtir as minhas férias de meio do ano. Danem-se vocês, plebeus. Sou professor e tenho excelente boa vida. Ganho bem pra cacete, tenho duas férias e não faço nada. Só chego lá na frente e dou aula. SOU RYCOOOOO!!!
Bebês tem sérios problemas. Além de serem máquinas de chorar e fazer cocô, são muito suscetíveis a infecções, ainda mais no cérebro. Qualquer infecçãozinha pode ser um desastre a longo prazo. Só que pesquisadores estão buscando uma forma um tanto quanto inusitada para impedir isso. Sua arma secreta? Vermes. Sim, vermes! Daqueles que ficam felizes no seu intestino. Eles podem ser uma arma contra inflamações crônicas, autismo e Alzheimer, porque toda descoberta que envolva o cérebro precisa mencionar Alzheimer e autismo, duas doenças arroz-de-festa.
Um dos problemas da Seleção Natural é que ela não existe. Se existisse, não teríamos como ter seres vivos estáticos. O problema é que ninguém avisou a esses seres vivos, porque eles insistem em continuar se reproduzindo, sofrendo mutações e sendo selecionados pelo ambiente. São seres vivos ateístas, que parecem não ter fé em Nosso Senhor.
Qualquer um que teve filhos sabe que bebês são pequenas máquinas de chorar, beber leite e fazer cocô. Não necessariamente nessa ordem e, às vezes, tudo ao mesmo tempo. Aquelas coisinhas lindinhas (ou pelo menos nos parecem assim por causa de bilhões de anos de evolução biológica, produzem verdadeiras catástrofes ecológicas em suas fraldas e agora tudo aquilo pode ser um aliado da medicina.
Sim, isso mesmo! Melhor que você, sim! Você e seu smartphone seriam incapazes de fazer um simples machado de pedra. Não, ver tutorial no YouTube não vale. Mas bonobos são, e não fazem só uns gravetos toscos. Eles realmente usam de tecnologia, já que tecnologia não é ficar acessando Facebook ou postar foto pelado no snapchat. Eles constroem e utilizam vários tipos de ferramentas, ainda que rudimentares, mas qual de nós consegue construir um computador do zero?
Jim Carey já teve seus momentos de fazer as pessoas rirem. Normalmente em seus filmes. Pena que Hollywood esqueceu dele, dando chance a outros atores sem graça, de preferência que não copiem Jerry Lewis. Só que Jim quer contar suas insânias para fazer as pessoas rirem de novo. Pelo menos, é assim que eu interpreto, pois ele não pode ser tão estúpido em voltar com aquele lenga-lenga que vacinas têm mercúrio.
Imaginem se pudéssemos controlar os seus genes com luz. Apenas luz. Tá, ok, não é apenas luz, mas seria legal mesmo assim. Isso pode beirar a ficção científica, mas tem sólida base científica. Isso é chamado "optogenética", em que podemos usar canais ativados pela luz, com comprimento de onda bem definido, de forma a a conseguirmos uma expressão de alguns genes. Com isso, podemos usar a optogenética para analisar neurônios de alguns animais, controlando os seus eventos elétricos e bioquímicos, modulando comportamentos. Mas antes que pergunte, não. Usar ligar uma lanterna na cara do seu cunhado não o fará ir buscar cerveja. Tente ameaçá-lo com violência física apelando para uma lanterna pesadona.