Bandagens são uma tecnologia de uso médico conhecida desde os antigos egípcios, que aplicavam tiras de algodão, algumas vezes embebida em betume para imobilização. Elas ajudam a cicatrização ao não expor feridas abertas ao ar, cheio de “humores capazes de fazer espíritos malignos entrarem”, se por “espírito maligno” você entender como bactérias.
Milênios depois, surgiram as bandagens elétricas, isto é, bandagens pelas quais circulam corrente elétrica. A primeira patente data de 1940. O problema é que essas bandagens elétricas até funcionam, mas não se sabia direito o motivo, só que uma pesquisa pretende explicar o que acontece quando a gente eletrocuta o local, mesmo com correntes pequenas. Afinal, isso é cadeira elétrica para bactéria?

A programação infantil televisiva praticamente acabou no Brasil. Ou se tem programas para donas-de-casa ou programas evangélicos. Um dos culpados é efetivamente não ter patrocinadores para programas infantis, pois a legislação brasileira proíbe publicidade dirigida a crianças menores de 12 anos na Constituição, no Código de Defesa do Consumidor, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Resolução 163/2014 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Se você não pode veicular seus produtos, por que você iria patrocinar um programa a um público-alvo que não é o seu. É tipo no intervalo da novela Aventuras de Jesus, da Record, tiver propaganda do Terreiro de Umbanda Caboclo Feliz. Uma emissora só mantém programação mediante financiamento por patrocinadores e audiência. Se não tiver nenhum dos dois, já era, vai pra vala.
Se encher de álcool já não é uma coisa saudável. Se encher de gravidez durante o álcool, digo, se encher de álcool durante a gravidez não só ferra com a saúde da mãe, como da criança também, pelo que se sabia até agora. Agora se sabe que é bem pior, pois uma pesquisa mostrou que mamães pés-de-cana acabam tendo seus sistemas imunológicos afetados. Não apenas isso, com esse tipo de dado dá para ter um vislumbre de como será o desenvolvimento dos neurônios dos seus filhos. E o prognostico não é nada muito legal, também.
A vida de diabéticos não é fácil. Não existe “A” diabetes, mas diferentes versões, até a que você efetivamente precisa de receber insulina. Sem ela, sua vida, que já é ruim, ficará bem pior, até levar à morte. Hoje, podemos dar insulina aos pacientes, mas por meio de injeções. Seria possível facilitar isso? Bem, me disseram que a Ciência não é capaz de responder a tudo. Perguntei a um filósofo, mas ele começou a citar Deleuze. Fui em outro filósofo, mas ele falou que deveríamos encarar a realidade como ela é, e manter a existência dos fatores nestes níveis. Não, insulina não deveria ser usada. Perguntei a um cientista e ele respondeu: Se não tá fácil, a gente faz ser!
A diferença entre psicoterapia, homeopatia e placebos é que placebos são honestos em admitir que são placebos. É troço muito louco, já que o placebo funciona mesmo quando você sabe que é placebo. O problema é quando o placebo é um placebo tão vagabundo que lá pelas tantas você já não tem certeza, mas continua tomando porque vai que… É o caso da fosfoetanolamina, por exemplo.
2000 anos de Medicina nos preveniu várias doenças e aumentou nossa expectativa de vida para cerca de 70 anos (no início do século XX era de 40. Há 1000 anos era de uns 15 anos, e aos 12 você já estava pedindo pra morrer). Erradicamos várias doenças, fazemos microcirurgias, muitas vezes só com uma pequena incisão, não deixando nem cicatrizes. Mas aí chega o século XXI e temos o que? Um bando de millenials que cismaram que o bão mesmo é ter filho com parteira. Péra, parteira não. Parteira é coisa de pobre. Eles chamam “doulas” (é uma parteira hipster).
Você deve ter visto pessoal compartilhando e comentando sobre a incrível descoberta do que causa o Alzheimer: uma bactéria. Pois é, pessoal falou bobagem novamente. Não é isso. Indo pro TL;DR o que foi descoberto é como agentes infecciosos poder direcionar (e não criar) doenças degenerativas como o Alzheimer, bem como sua progressão. Isso significa dizer que uma bactéria não está fazendo as pessoas contraírem Alzheimer, e sim como a infecção age sobre uma pessoa que ou tem e apresenta ou tem, mas ainda não começaram os sintomas.
Quando a pessoa chega ao ponto que precisa de um transplante (seja do que for) é sinal que ela está bem ferrada. Essa é a parte da queda, e como sabemos que além de queda, coice, tem a parte inconveniente que você ganha um órgão novinho (ou não tão novinho assim) e seu corpo tosco acha que aquilo é um brutal invasor e faz de tudo para impedir que aquele órgão que o ajudará a sobreviver por mais alguns anos lhe ajude a sobreviver por mais alguns anos, mandando tudo que é tipo de agente imunológico para combater aquele Boulos biológico.
O modelo Kubler-Ross foi criado por Elisabeth Kübler-Ross e também é chamado “modelo do sofrimento”. Ele mostra através de passos coo lidamos com perdas profundas ou depressão, passando por vários estágios. Um exemplo disso são professores, que sempre acabam entrando em franca depressão, mediante as cobranças inerentes à profissão, ou nem tão inerentes assim, mas parece que sempre tem um sádico para fazer de tudo para acabar com a auto-estima desses profissionais. Como seria o Modelo Kübler-Ross para professores?