Eu gosto quando algumas pesquisas são o puro óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. Não que algumas delas não sejam necessárias. Até são, mas isso porque as pessoas são absurdamente estúpidas e insistem e fazer merda, como andar pela rua entretido com a fuça no celular.
Pensem comigo: o desgraçado vem andando pela rua, com o focinho virado pro celular e o pescoço torto. O que poderia dar de legal disso? Bem, segundo pesquisadores da Universidade Rutgers, ferimentos na cabeça e pescoço ocorridos ao andar com um celular, ou mesmo quando estão dirigindo e usando celular (o miserável além de atropelar alguém ainda pode ter dor no pescoço, mas não larga aquela bosta!)
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A todo momento surgem tratamentos para devolver movimentos a paraplégicos e tetraplégicos, e quanto mais, melhor, já que cada caso é um caso. Entre cirurgias e exoesqueletos, Ciência tem provido bem novas tecnologias e tratamentos, que se tornaram baratos à medida que forem usados em larga escala, e o tempo de pesquisa e desenvolvimento for reduzido, o que acontecerá rápido se mais e mais técnicas aparecerem.
Cláudio Galeno era uma figura fantástica. Nascido em Pérgamo, na atual Turquia, em 129 EC, Galeno era médico, teórico, filósofo (do tipo de filosofia que presta, ouviu, Platão?), biólogo e neurocientista (sim, pois é. Dane-se você, Aristóteles e sua teoria que mulheres tem menos dentes que homens). Galeno atendia pobres, mas a grana mesmo estava no atendimento médico a gladiadores e imperadores. Cláudio Galeno fez grandes descobertas, e cometeu vários erros. Um dos motivos é que as leis vigentes proibiam exumar corpos humanos e disseca-los. Júpiter não gosta, lamento, mal aê, te vira que tu não é quadrado. Isso levou a Galeno achar que as mandíbulas humanas eram divididas em duas, como nos cães, e não são.
Estamos num mundo que transplantes de rostos já não são mais novidade e têm ajudado muita gente. Para quem não consegue um rosto transplantado, a saída é usar máscaras. Você pode até achar que isso não daria muito certo, mas uma pesquisa realizada por cientistas das universidades de York e Kyoto estudou qual é a percepção das pessoas em diferenciar rostos normais de máscaras, em que os modelos eram em fotos, não ao vivo. Seria querer demais, não?
Ontem, eu postei sobre como o cérebro recebe as informações do tato. Daí, fica-se a dúvida: mas amputados que usam próteses não têm tato, fora aquela sensação de membro fantasma chato. Muitas próteses estão ótimas (sim, eu sei que elas são caras. Toda tecnologia inovadora é cara), mas ainda falta alguns detalhes ainda para serem perfeitas (ou quase). Uma delas e o tato, mas isso não será pra sempre. Pesquisadores desenvolvem uma pele artificial capaz de fornecer ao cérebro sensação de tato.
Um tapinha não dói, mas o cérebro registra (podendo ser para se vingar depois ou não). Você sabe quando alguém lhe toca. O cérebro registra esta informação que você reconhece como “toque” e todas as características dele, como a intensidade, a pressão, o calor e a textura do que lhe tocou.
Prometo não falar de idiotas de Filosofia dizendo que próteses são eugenia, dessa vez, ok?
Você, meu amigo fã do jererê, do cigarrinho de artista, do cigarro que passarinho não fuma. Você já tem sérios problemas (entre eles, correr para pagar o que deve ao traficante), e agora ganhou mais um de presente: fumantes frequentes de maconha têm duas vezes mais chances de sofrer um derrame em comparação com aqueles que não puxam fumo.
O mundo segue sempre seu caminho, nem bom nem ruim. O mundo é o que é, e a Seleção Natural nunca falou que estava preocupada com os serumaninhos. Evolução apenas seleciona aqueles aptos a viverem a ponto de se reproduzir e gerar outros descendentes. Está com dificuldade de se espalhar? Bem, quem sabe se alguma mutação não lhe dê uma certa característica que resolva isso? Bem, foi o que aconteceu com a dengue. Um hospital apontou um caso raríssimo de transmissão de dengue via relações sexuais. Que ótimo, não? (ótimo pro vírus). Já a vítima se…