Tutancâmon foi rei egípcio pertencente à XVIII dinastia, nascido em 1341 A.E.C. e bateu as sandálias em 1323 A.E.C. Subiu ao trono aos 10 anos, reinou por nove e morreu aos 19 anos. Há uma séria discussão se ele morreu de “morte morrida” ou de “morte passada o cerol”, mais provavelmente, a última. O Rei Tut ficou mais famoso depois de múmia do que em vida. Sua tumba foi descoberta em novembro de 1922 pelo arqueólogo Howard Carter, patrocinado por Lord Carnarvon.
Hoje, Tut repousa eternamente em seu sarcófago, depois que meio mundo andou revirando sua múmia pra lá e pra cá, metendo a mão em locais que nem mesmo os oficiais da TSA ousariam enfiar (eu acho). Agora, Tutancâmon, apesar de não ser baiano, está alegre e descansado em sua rede, e todos o chamam de “meu rei”.

Cheguei a uma conclusão: o pessoal adora tanto o Voz dos Alienados que faz de tudo para aparecer na seleção de sandices. Não posso crer que haja tanta gente burra e imbecil e mesmo a Lâmina de Hanlon tem limites. Porque, se realmente houver tanta gente retardada assim, o mundo não caminhará para a Idiocracia. Aquilo seria um alto padrão de intelectualidade perto do que nos espera.
O mundo religioso é estronho e esquésito. As reações das pessoas beiram a insanidade e as ações subsequentes demonstram que muitos não desenvolveram córtex cerebral, ficando apenas com a parte reptiliana. Foi mais ou menos que aconteceu na prova do vestibular da UFPR, no último dia 14/11. Uma das candidatas estava rezando antes de entrar no local da prova, perdeu-se nos pensamentos do senhor Jesus e os portões foram fechados, deixando a pobre coitada do lado de fora.
Mais uma vez, cientistas sádicos tentam torturar pessoas. Estes psicóticos de Direita pegaram uma doce menina chinesa e só porque não podiam reimplantar a mãozinha dela, que foi decepada quando ela foi atropelada por um trator quando voltava da escola, em julho. Os maníacos acharam que a menina, só por ser chinesa, oriunda de Zhengzhou, na província de Henan, não podia ter a mão reimplantada imediatamente, pois a mesma estava muito ferida. Assim, eles a colocaram na panturrilha por um tempo, até ter condições de reimplantar.
No doce e amoroso mundo religioso, ciosos das palavras cândidas do Sermão da Montanha, vemos como o lindo amor cristão na paz do Senhor Jesus Jóquei de Jegue esquece do que está escrito no Evangelho de Mateus. Quando Uruk-Hais se encontram com os Haradrim o resultado é catastrófico. Elefantes-guerreiros e antas atoleimadas saem na porrada; e foi isso que aconteceu ontem, em Sapucaia do Sul, no Rio Grande, tchê. Um bando de Ovelhinhas do Senhor viram os bodinhos de Oxalá* arriando um despachinho básico, na santa paz de Iansã e resolveram partir pra porrada. Resultado: um deles foi morto a facada.
Para você, caro amigo proveniente da tradicional família mineira, temos uma notícia impactante,causando estupefato aos círculos
Hoje são 9 de novembro, mas creio que você deve saber disso. O que algumas pessoas não sabem é que hoje é o aniversário de nascimento de Carl Sagan, que ao meu ver foi um dos maiores divulgadores da Ciência até hoje. Se vivo fosse, tio Carl estaria completando 76 anos. Feliz Aniversário, tio Carl. Feliz Carl Sagan’s Day.
Alguns títulos meus estão tomando forma de livros de sociologia. Espero morrer antes que o mal se consuma e eu acabe virando sociólogo (ou senador com mais de 1 milhão de votos). Durante toda a semana, um enxame de notícias sobre a tal Mayara Petruso (quando eu comecei a escrever este artigo, eu tinha escrito Mônica Peruzo, para vocês verem como dou importância a isso), que resolveu xingar no Twitter e no Facebook, atribuindo a vitória da Dilma aos eleitores do Nordeste, com frases como “Nordestino não é gente, faça um favor a Sp e mate um nordestino afogado!” (sic). Agora, ela está prestes a responder criminalmente por seu ato. No entanto, eu ainda sou um idiota que acha que todo evento ou ação social (qualquer uma delas) deve ser representação de algo e deve nos ensinar mais sobre nós mesmos. O que aprendemos com isso?
O MEC é uma das mais fantásticas áreas do Governo, onde o absurdo é algo comum e a bizarrice é a ordem do dia. Antes, eles