Há algum tempo, eu escrevi um artigo em que demonstrava a descrição de Jesus, o Jóquei de Jegue, em diversos manuscritos. Dadas as suas brutais incongruências, ficou-se claro como aqueles manuscritos não passavam de falsificações, onde um não concordava com o outro, além de sérios erros históricos envolvidos. Como meio de expressão artística, foram centenas, milhares de artistas a retratar a vida (?) e obra (??) do Nazareno Maluco Beleza. Desde DaVinci até o manezinho que escreve Jezus é o Çinhor, passando por Caravaggio, Rafael, Miquelângelo etc. Eu, particularmente, gosto de arte religiosa, mas só as de bom gosto e não estátuas ensanguentadas e com aparência de algo que quer comer seu cérebro.
Agora, um artista norte-americano resolveu radicalizar a ponto de mostrar Jesus com o bíceps de fora, pronto para arrebentar com a cara do Capeta, que nem heróis de filmes de ação.
Esta é a sua SEXTA INSANA!
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Depois deste título, só me resta pensar que eu fui mordido por uma Fátima Tardelli radioativa (visitem o
O menino que não gostava de inverno sempre pensou que esta era uma das piores estações do ano. Ele sempre o imaginou como sendo algo lúgubre, escuro… Os dias curtos e as longas e frias noites causam arrepios, não só pela baixa temperatura, mas pelo medo ancestral. Ainda assim, os fantasmas só existem em nossas mentes e quando o jovem visitou as montanhas Caskill, a noroeste da cidade de Nova York, ele viu algo nas árvores que seria a chave para o aumento da eficiência de células solares.
Os olhos curiosos da menina estão impacientes. Ela olha a água se esvaindo e tenta conter a sua natureza, mas é inútil. O que ela fará em seguida selará o seu destino, mas não sabemos o quanto podemos interferir nele e o quanto esse nosso destino é fatídico para que não escapemos dele. Ela não se contém mais e o que a menina de doces olhos faz lançou seu nome na imortalidade e sagrou seu pai como um dos maiores matemáticos da história… E tudo por causa de uma pérola.
Não é perseguição. Todos nós sabemos como as mulheres podem ser perigosas
Se existe uma cervejaria famosa na Inglaterra é a cervejaria Green King, em St. Edmunds, perto do laboratório Cavendish e em frente a Escola de Medicina em Downing Street, cujos moradores mais ilustres vivem no número 10. Dois rapazes entram lá; um é tipicamente inglês e o outro é americano. Ambos soltam a bomba: "Nós desvendamos o segredo da Vida!". James Watson e Francis Crick ficam imortalizados por uma das maiores descobertas do século XX: a estrutura da hélice dupla do DNA. O que pouca gente sabe é que a história não é bem assim. Uma história de competição que, por muito pouco, não conferiu mais um prêmio Nobel a um americano pacifista, de sorriso simpático, com mania de se encher de vitamina C: Linus Pauling, e por pura desonestidade não foi conferido no devido tempo à pessoa certa. Esta é a história de quem realmente descobriu o segredo escondido no DNA: Rosalind Franklin.
O soldado exausto repousa numa maca improvisada, abrigada sob uma tenda de lona. Lá fora, o vento gelado da Criméia urra como um monstro e a dor e a exaustão estão prestes a reclamar mais uma alma. O vulto silencioso chega à entrada da imensa barraca e sua vestimenta farfalha ao vento. O medo nos olhos daqueles pobres diabos era palpável e o vulto com a mão levantada traz consigo uma lâmpada. O vulto aproxima-se do soldado e este percebe que chegou seu fim, que a Morte chegara… Não, não foi a morte quem entrou na barraca, mas a Vida.
Como pode coisas minúsculas influenciar tanto assim o nosso conhecimento? Como pode um simples detalhe como uma casquinha mudar o rumo da Ciência? Como pode um peixe vivo viver fora da bacia? Tirando a última pergunta, as perguntas remetem em como a Ciência flui e novas descobertas, apesar de ridiculamente sem sentido, respondem grandes questões e abrem a porta para mistérios escondidos. Antes que dois britânicos roubassem a pesquisa de Lise Meltner, um certo monge havia descoberto o princípio de como somos o que somos, de como nossas características são que nossos pais permitiram que fosse.
Divulgadores de ciência sempre temos nossas personalidades favoritas. Nunca escondi que Carl Sagan é o modelo que todos os que escrevem sobre Ciência deveriam ser. É injusto, no mais das vezes, termos que escolher um ou outro como preferido, mas isso vai de nossa opinião, onde sabemos que isso em nada desmerece o trabalho de outros. Entretanto, posso escolher mais um, na categoria "Ainda Vivos".
Atualmente, é moda sentir orgulho. Não que isso seja errado, mas da mesma forma que outros modismos, a baixa auto-estima faz com que as pessoas berrem a plenos pulmões o quanto são orgulhosas por algum evento fortuito. Claro que pais sentem orgulho por seu filho ter se destacado de alguma maneira, como o soldado do 8º Pelotão do Corpo de Bombeiros de Araguari, MG,