Ötzi era um cara bem legal. Só não se sabe se ele gostava de mulher. Conhecido como o Homem do Gelo, Ötzi deixou-se para a posteridade, tendo hoje 5300 anos, mas com corpinho de 5280. Cientistas o estudam até hoje e, claro, você clicou no link acima apontando para o artigo em que eu falo sobre ele, né? Então vai lá, eu espero.
Foi? Muito bem, bom garoto! Agora, uma biópsia mostrou uma coisinha não tão legal. Ötzi estava com o bicho-ruim dentro do corpo. Não, não era Satanás, era um trecho de DNA que não pertencia a ele. Seriam os reptilianos vindo sorrateiramente para o nosso planeta? Os Invasores de Corpos? Não o que penetrou (Ui!) no corpo do Ötzi foi…

Há muita coisa que nós não sabemos. Arqueólogos precisam montar cada pecinha de cerâmica mais velha que a sua avozinha para saber o que ela representa (a cerâmica, não a sua avozinha). Cada osso, cada fragmento de madeira, cada pedaço de tecido podem nos dizem muito sobre a civilização local, mas, por vezes, damos de cara com uma parece misteriosa. Algo que nunca se viu antes e tem um formato estranho, jamais visto. Esse é o caso de misteriosas luvas que parecem garras de um urso, encontradas no Peru e datam de 1500 anos. Um pouquinho mais velhas que a sua avozinha.
No sacrossanto recesso e meu lar,
O deserto de Atacama é um dos lugares mais secos da Terra. Ele está na América do Sul e seu território passa pelo Peru, Bolívia, Argentina e Chile. Normalmente, as pessoas, logo que ouvem "Peru", pensam em Macchu Picchu, aves galiformes ou anatomia masculina. Não é um país rico e, por causa disso, a vida lá é dura; entretanto, a arqueologia lá encontra coisas maravilhosas e não estamos falando dos edifícios, mas de outra civilização. Uma comunidade agrícola parece ter vivido lá pelas bandas do Atacama, entre os séculos IV e VII da Era Comum.
A mulher em dores excruciantes adentra o hospital… o que poderia se chamar de hospital aquele açougue. Sem suturas, sem instrumentos cortantes decentes, sem esterilização, sem antisséptico. Aquilo era o Inferno na Terra. Não, não estamos falando do Brasil. A mulher em trabalho de parto estava recusando qualquer tentativa de socorro. Ela só queria ser atendida por uma pessoa. Não uma pessoa qualquer, mas uma figura lendária. Tão lendária que nem sabemos com certeza se existiu. Tão lendária que a história acima descrita pode nem ter ocorrido. Mas o nome da pessoa ainda permeia a História.
O proto-indo-europeu é um idioma ao qual se atribui como raiz linguística e ancestral comum das línguas indo-europeias faladas pelos povos proto-indo-europeus, já que seria estranho indígenas brasileiros falarem este idioma. Durante o século XIX, a grande maioria do trabalho linguístico foi dedicado à reconstrução de suas “filhas”, como o proto-germânico, e na maioria das técnicas atuais de linguística histórica foram desenvolvidos como resultado.
Os romanos e gregos já sabiam das propriedades da luz em se dividir em várias "cores". Eles já sabiam que a luz branca era a soma de várias emissões luminosas, enquanto um pessoal tosco jogado lá pelo deserto palestino achava que isso era algum presente divino, aliança ou alguma bobagem neste sentido.infelizmente, os antigos estavam limitados às tecnologias de suas épocas.
Muitas vezes me fazem a mesma pergunta, mas com algumas variações: "Como criar meu filho para não acreditar nas religiões?", "Como fazer meu filho um pensador?", "Como troco esta maldita de fralda quando minha mulher não está em casa?"
Hoje é Sábado de Aleluia, e é o dia dele. O dia daquele que morreu por fazer a coisa certa. Aquele que foi odiado, pisado e ainda hoje é xingado, achincalhado e sofre bullying. Sem ele, a História do mundo seria diferente. Guerras não existiriam, conquistas não seriam feitas, debates não teriam aparecido, toda a nossa cultura não estaria aqui. Nem mesmo outras religiões apareceriam. Sim, sem ele o mundo seria muito diferente, para melhor ou pior, não se sabe.