Um dos mais básicos problemas brasileiros é o endeusamento de algumas coisas. Curso universitário, por exemplo. Ainda é uma meta idílica, um velocino de ouro; é como capturar uma sereia, mas daí que você pega uma, dá uma olhada bem de perto, se toca da anatomia e pensa "que diabos vou fazer com isso?" (sim, eu sei que tem outros usos alternativos. vamos deixar isso de lado). Curso universitário, no Brasil, virou cursinho profissionalizante. Universidade há muito perdeu seu sentido de criação: fazer pesquisa. Isso acarreta nuns cursos malucos e totalmente inúteis (como Filosofia, por exemplo).
Quando temos sérios problemas de verbas e recursos, muitos universitários tem problemas e o último a ser vítima disso é o fabuloso e importantíssimo curso de Gastronomia, onde a Universidade Federal do Rio de Janeiro não teve grana para comprar… comida!

A Indonésia é um lugar maravilhoso que ninguém quer ir. Lá, leis maneiras dos tempos medievais reinam em total disparate com o que chamamos "mundo moderno". Com forte maioria muçulmana (cerca de 87%), os camelinhos de Alá fazem o melhor que qualquer fanático religioso é capaz de fazer: falar besteira. O Secretário da Educação (sim, isso existe lá) teve uma brilhante ideia: teste de virgindade para que meninas possam frequentar colégios.
Eu estava aqui brincando com minha bola de plasma, fingindo que sou mágico e poderoso. Andava meio chateado pois os Camelinhos de Alá não estavam aprontando nada de novo, sempre as tosqueiras de sempre. Então, me deparo com a notícia que no Irã (e fora os talibãs do Afeganistão, nenhum muçulmano tosco consegue ser mais idiota que os do Irã). Lá, uma jovem de 27 anos foi eleita vereadora num daqueles rincões de lá. Só que ela está sendo impedida de assumir a vaga pelo simples motivo de ser bonita.
Ser mulher não é fácil. Só o fato de aturar homens já deveria dá-las passagem direto para o Céu, de onde elas caíram (cantada de pedreiro #155884521). No ramo científico, elas produzem trabalhos de tão grande qualidade quanto homens (dependendo, até mais). Entretanto, uma pesquisa indica que a ciência de alta qualidade realizada por cientistas mulheres fêmeas do sexo feminino está sub-representado, em comparação com o de suas contrapartes masculinas.
ANTES que vocês venham me xingar, temos que ser sinceros. Há MUITA gente fazendo Ciência séria aqui. Outros querem fazer, mas não deixam; e tem aquele bando de vagabundos que vivem inventando “pesquisas” que mais se destinam para anormais (UnB, estou olhando bem na sua direção) ou então travestindo pseudociência cromoterápicas de medicina. E nem vou mencionar as besteiras chamadas homeopatia e astrologia. E um dos principais problemas é a falta de desafios ou o engessamento, mediante politicagens, do desenvolvimento científico no Brasil.
O Brasil tem muitos problemas. O principal deles é exatamente ser o Brasil. Sabemos bem o quanto pesquisa científica no Brasil é valorizada. Tão valorizada que o governo faz por onde cientistas saírem daqui para pesquisar em universidades estrangeiras. Enquanto isso, uns pobres abnegados fazem de tudo para manter a chama da Ciência acesa por aqui, mas parece que isso não adianta muito quando aparelhos de última geração dão defeitos.
O problema de ler certas notícias é o sorrisinho cínico que acaba se desenhando na gente. Se prostituição é a mais antiga das profissões, vendedor de armas é a segunda mais velha (a terceira é corretor de imóveis. Perguntem aos hebreus). Mas parece que o pessoal dos direitos humanos acham que esse negócio de usar máquinas autônomas prontas para mandar todos os "alemão"1 não é algo, digamos, muito legal. Mandar um mariner armado até os dentes não entrou na discussão.
Vi
O ser humano é estúpido. Disso não há sequer sombra de dúvidas, mas alguns exageram na idiotice. Tudo começa quando os retardados nascem. Sei lá, algum problema de cromossomo a mais ou a menos. Segundo, os imbecilóides resolvem ser preconceituosos. Terceiro: se acham raça pura e se intitulam neonazistas.
Eu não gosto muito de fanáticos, seja de que espécie for. Mas, no entanto, contudo, todavia, entretanto, eu seria injusto se dissesse que eles nunca fizeram nada que preste. Bem, alguns fazem, nem que seja limpar o planeta eliminando a si próprios, como foi o caso de Dominique Venner, um ensaísta de extrema-direita que participou do OAS, o que nada tem a ver com empreiteiras.