Casal é impedido por funcionária malvada de batizar a pobre criancinha com nome fofo

Algumas ideias são bizarras demais e, por isso mesmo, são divertidas. Outras são completamente sem-noção. Algumas são completamente estúpidas e retardadas. Eu, sinceramente, não sei como classificar a ideia que um casal britânico teve mediante o nascimento de seu primeiro filho.

Qual a ideia? Pouca coisa. Eles só resolveram batizar seu filho de “Lúcifer”. A funcionária do escritórios de registros não pareceu achar uma boa ideia e isso acabou em briga jurídica.

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Primeira enquete do Ceticismo.net

Estou mudando um monte de coisas no andamento do site. Já fiz o Ebook (já baixou o seu?), e agora eu quero saber mais. Tem horas que eu tenho vontade de acabar com o blog e parar de perder tempo, mas a verdade é que é meu passatempo, minha diversão. Então, eu queria continuar com ele, mas talvez seja preciso mudanças. Não sei. Assim, para atender vocês melhor, fiz esta enquete. Não garanto que muito irá mudar ou SE irá mudar. Mas conhecimento é importante.

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Racistas miseráveis pressionam para apagar conquista de mulher negra

Anteontem eu postei sobre o quebra-quebra geral, em que um bando de idiotas – que os russos chamariam de nekulturnyi – resolveram destruir monumentos históricos para apagar o passado. O tipo de coisa que o pior dos racistas daria graças a Deus, de forma que ninguém se lembraria mais das merdas que ele fez. Eu até sugeri alguns monumentos, por sinal. Hoje, chega a notícia que a HBO Max removeu do seu catálogo o filme “E o Vento Levou…”, por motivos que ele tem negros escravos e isso é errado, pois parece que negros são estereotipados como escravos num filme que se passa na Guerra de Secessão.

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Mãe, esta estátua me ofendeu!

Com a morte de George Floyd por um policial, houve uma onda de protestos, quebra-quebra e o pior do ser humano sendo aflorada. Nisso tivemos atitudes idiotas, como os “protestadores” protestando ao destruir estabelecimentos de outros negros e ameaçando pessoas, com um monte de gente defendendo isso pois… por que não, né? Surge daí ideias absurdas como destruir patrimônio público, externando rancores contra a classe dominante de preconceituosos, destruindo monumentos que façam menção à escravatura, guerras e genocídio.

Chegaram a até mesmo pichar uma estátua do Gandhi e remover a estátua dele de Manchester, apagando de vez a História, o tipo de coisa que qualquer inglês da década de 50 concordaria totalmente. Isso leva a um pensamento geral: ”destruam todos os monumentos de quem eu não gosto”, só que isso nos dá uns probleminhas.

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Mas e a cloroquina, André?

Vocês estão percebendo que eu não estou fazendo nenhuma postagem específica sobre essa onda de cloroquina e hidroxicloroquina ou qualquer babacloroquina. Eu tenho um motivo bem simples pra isso: quero muito que todo mundo que queira tomar esta porcaria tome cloroquina.

Sim, isso mesmo! Encham-se de cloroquina, abiguinhos.

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O coronavírus e o efeito da vítima identificável

Ontem, eu tive que me aventurar fora de casa, mesmo em tempos de pandemias, eu precisei sair. Eu realmente precisei. O mundo que vi foi estarrecedor. As pessoas agindo como se nada estivesse acontecendo. Eu com uma máscara PFF2 e outra de TNT por cima (paranoia ajuda a nos manter vivos, ainda mais depois do que eu vi) e pessoal na rua passeando como se nem fosse com eles. E isso porque a prefeitura do Rio baixou uma lei obrigando uso de máscaras em locais públicos.

Saindo um pouco disso, mas ainda no tema que vocês entenderão daqui a pouco, tem o caso da senhora que defendia abertura do comércio e que o coronavírus era coisinha sem importância. O problema é que a realidade bateu à sua porta da maneira mais funesta: seu marido morreu por Covid-19. Aí a postura muda, mas isso tem um nome: O Efeito da Vítima Identificável.

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Carta de repúdio às cartas de repúdio

Na thread que eu fiz (e eu odeio threads muito longas, achando que para isso existem blogs), eu dava simples explicações do porquê está acontecendo. Não ficou diretamente explicado numa frase só, mas farei agora: Todos vocês são imbecis. Sim, isso mesmo. E esta imbecilidade nos deu algo perigoso: um idiota no poder com um problema psicológico sério. A seguir, eu complemento algumas coisas que eu falei. Não faz diferença colocar link, pois direi tudo aqui.

Estamos numa crise sanitária, econômica e política. Não sabemos como vai acabar, mas sabemos como começou a crise sanitária: quando os casos de coronavírus, ou corona vírus, ou SARS-CoV-2, ou COVID-19 (meus caça-paraquedistas são mais honestos. Eu confesso que são caça paraquedistas) começaram a sair do controle na China, migrou para a Europa e começou a se alastrar. O caos político e econômico começou com isso.

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Indra pode olhar pra baixo e ver a Índia agora (por enquanto)

A índia é um lugar fascinante. Sua sociedade é paradoxal ao ponto de ter ciência avançada a ponto de mandar uma sonda para orbitar Marte e acertar a órbita de primeira (se bem que eles inventaram a aritmética e até os números), mas em contrapartida ainda vivem em castas, como desde antes da Idade Média. Parte disso é explicado pelo seu índice demográfico com 1,353 bilhão de habitantes, a tendência a uma ampla diversidade cultural é altíssima. Isso vai das pessoas mais atrasadas até as que têm maior acesso à educação.

Em 25 de março de 2020, o governo indiano meteu o louco e colocou sua população em quarentena severa, com direito a maravilhosas imagens da polícia solicitando educadamente que o povo fosse para casa. Isso acarretou numa redução drástica no tráfego de carros, ônibus, caminhões e aviões. E isso foi bem detectado pela NASA.

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Artigos da Semana 8

A semana tem sido louca, como tem sido as últimas semanas. Ok, não temos nada de novo, a não ser as loucuras da vez. Tivemos pronunciamento presidencial, tivemos anúncios sem noção, divulgação científica, óbvio, e várias coisas que eu não coloquei no blog, já que eu divulgo ciência e posto algumas opiniões. Isso, entretanto, não é pra fazer do meu blog uma filial do Asilo Arkham.

Deixando isso de lado, temos até publicação dizendo que porco que mete a cara no Cu fica mais saudável e com carne melhor. Cu melhora tudo.

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Aprendemos a lição?

Vemos hoje uma correria por conta do coronavírus. Vemos o quanto nosso sistema gerencial não está apto para lidar com catástrofes. Se as ambientais, daquelas que acontecem todo ano (vocês sabem, as chuvaradas em janeiro alagando tudo e causando enchentes, por exemplo), já são difíceis de serem administradas, para no ano seguinte acontecer a mesma coisa e a mesma falha de atuação, causando o que sempre causa (mortes e mais mortes), imaginem algo que não foi esperado.

Com o nosso sistema emergencial precário, com uma pandemia descontrolada (eu nunca vi pandemia controlada, mas vai ficar assim mesmo), olhando pro que temos produzido até agora, fica a pergunta: aprendemos alguma coisa com isso? Nós realmente aprendemos a lição?

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