Qualquer um que seja a) saiba minimamente ciência; b) capaz de ver fotos de satélites sabe que a geleira da Antártida está reduzindo, diferente do Molion e do Felício (que disse que camada de ozônio não existe), duas criaturinhas que negam o óbvio, cujas “pesquisas” se baseiam apenas em ad verecundiam ao invés de dados trazidos por institutos de pesquisas.
Ao longo dos anos, o gelo glacial está indo por água abaixo, a ponto da Groenlândia estar a cada dia com mais áreas degeladas. Os efeitos a longo prazo são muitos e a elevação dos oceanos é a menor das preocupações e isso o que isso vai acarretar.
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Dizem que somos o que comemos. Não é bem assim. É mais como “ficamos da maneira como comemos”. Nossos alimentos deixam marcas, algumas visíveis outras nem tanto. Como dentes, por exemplo. Isso pode ser evidenciado em nossos tatatatataravós, sejam Homo sapiens, sejam neandertais. Se bem que nenhum de nós tem ancestral entre os neandertais, mas isso ainda não é totalmente consenso.
Não vamos tampar Sol com peneira. Ok, eu sempre estou a ponto de defender professores, mas também tem aqueles que fazem besteiras, ainda mais quando estamos no campo das Humanas. Não que seja um problema por serem de Humanas; o motivo vocês entenderão mais para frente. Vemos, contudo, verdadeiros palanques em que professores acabam externando um pouco demais sua visão do mundo, seja em termos de política, religião e demais temas polêmicos. Surgiu assim um projeto-de-lei em Alagoas visando o conceito de Escola Livre, em que os professores não poderiam externar nenhum viés particular, criando assim a Escola Livre, de forma a manter a neutralidade da escola, impedindo professores de doutrinar e induzir alunos em assuntos políticos, religiosos e ideológicos.
Os EUA – vocês não acharam que eu ia falar do Brasil, né? – tem vários defeitos. Um deles é o Ken Ham e o Bible Belt. O sistema educacional é falho em muitos pontos, como na hora de escolher livros didáticos, não raro feito por comissões constituídas por gente burra, estúpida, ignorante e totalmente idiotas e… Ops, desculpem. Tem idiotas que acham que divulgadores científicos não podem dizer que pessoas burras são pessoas burras. My bad. (Sim, eu sei que você está lendo isso. Beijo na irmã!)
Ontem (17/04) foi o melhor dos nossos dias, o pior de nossos dias e… Nah, que nada, foi mais um dia como outro qualquer na Câmara dos Deputados. Um festival de insânia, uma ópera-bufa que não é sem precedentes, pois aquilo acontece diariamente, só que somos alienados e não prestamos atenção. Foram xingamentos, gritos de louvor, loas a torturadores e um festival de assassinatos da Língua Portuguesa.
As pessoas não sabem o que é ceticismo. Pensam que é coisa de ateu satanista do Inferno. Outros confundem ceticismo com ignorância. Tem os que acham que religiosos não podem ser céticos, além dos que pregam que todo mundo é cético 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Acho que já comentei aqui antes que sou uma pessoa muito curiosa e sempre me interessei por ciência. Poucos sabem, mas quando eu tinha entre 9 e 14 anos eu queria estudar química quando crescesse (é sério, gente, juro). Eu passei boa parte da minha infância e adolescência lendo enciclopédias e livros didáticos de ciência.
O Universo não é o lugar mais lindinho de se morar, mas é o único lugar… ao menos, por enquanto. Ou não. Sei lá. Só sei que este belo universo ordenado e criado por um projetista inteligente está a cada segundo pronto para nos mandar pra vala sideral. A Lua é um belo exemplo disso. O que antes era conhecida como uma imensa esfera maciça e lisa, Galileu provou que não é bem assim que a banda toca.
Aaron Swartz deveria entrar no meu rol de Grandes Nomes da Ciência, mas eu teria pouco a escrever sobre ele, sua trajetória, enfim. Talvez seja um erro mas não é por falta de merecimento. Ele merece. Tal qual Prometeu, Swartz trouxe algo do reino dos deuses e deu aos Homens, pagando uma penitência severa por isso, e agora é tarde. Swartz já não está mais entre nós. A drª Alexandra Elbakyan é uma seguidora, herdeira, digamos assim, do Prometeu moderno.
Claro, os veganzinhos do coração defenderão até a mote como as civilizações eram vegetarianas e viviam muito, tinham saúde, mortalidade infantil quase nenhuma e faziam cocô cheiroso (sério, já me falaram isso!). O problema é que isso leva a certos embaraços, principalmente quando a gente lê publicações científicas (aqueles que nunca aparecem em sites vegans).