O Design Inteligente já foi mais que provado. O problema é que seus cientistas são humildes e não publicam os resultados. Assim, ficamos sem saber detalhes, mas podemos ter a certa que tudo foi divinamente planejado por alguém tão inteligente que cria o ornitorrinco. O desenhista inteligente também parece se esquecer de tribos isoladas nos cafundó do judas. Eles estão lá, fora de quaisquer contatos e bem suscetíveis a serem exterminados por qualquer vírus de resfriado que algum idiota que não tiver cuidado possa eventualmente ir lá.
Em contrapartida, estas tribos isoladas poderão ser tratadas por remédios facilmente, pois vírus e bactérias irão rapidinho pra vala, certo? Uma pesquisa demonstrou que as bactérias intestinais de uma tribo Yanomami, que nunca teve contato com o homem estavam alegres e contentes, adaptadas a resistir bravamente aos antibióticos. Deve ter sido vontade do projetista que colocou o playground do lado da saída de esgoto.
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O ódio pela Ciência não é uma coisa apenas do brasileiro. Isso se dá por termos gente imbecil em todas as partes do mundo. Gente que duvida que o Homem foi à Lua, mas acredita na benzedeira. Gente que acha que pesquisa aeroespacial é besteira, mas não vive sem seu GPS. Gente que faz campanha contra medicamentos, mas não acha nada demais tratar com Homeopatia. Agora, está crescendo os movimentos anti-vacina. Cismaram que vacinas causam problemas, quando o máximo que podem fazer é não lhe imunizar contra gente estúpida.
Um monte de gente tem medo daquelas coisas cabeludas que se esgueiram por perto da gente, sem que percebamos. Não, não é um aluno do curso de Sociologia. São aquelas coisinhas ruins, peçonhentas, com um monte de pernas e zoiúdas. Sim, elas. As aranhas. Quase todo mundo tem medo de aranha, mesmo que diga "Pfff, que mané medo! Mato e pronto". Sim, É MEDO, SIM!
Assim como a maioria das pessoas pela Internet afora, eu adoro vídeo de gatinhos. Tudo bem que na maioria das vezes eu penso "que delicia deve ser assadinho, com molho e arroz branco…". Ainda assim, são divertidos, legais e podemos aprender muito com eles em termos de Ciência (sim, eu sei que você só compartilha o vídeo por ser fofuxo, pouco se lixando pra Ciência).
Todos nós congelamos ao ver algum aviso ou advertência. Não importa se é um policial na rua fazendo você parar ou a sua tia que liga pra você perguntando o que fazer, quando o aviso na tela apenas diz para clicar OK. Você pensa na hora "Que saco, tia!", mas a verdade é que isso acontece com todos nós, e isso inclui você também, que se acha o phoda!
A tecnologia vive se espelhando na Natureza. Como eu já falei inúmeras vezes, faz sentido você não bancar o idiota, batendo cabeça anos e anos, se 3 bilhões de anos de evolução biológica já fez este serviço, selecionando e descartando o que é bom e ruim em termos de eficiência para sobrevivência. Um exemplo disso é o nadador Michael Phelps, que foi pras Olimpíadas de Sidney com uma
Tuberculose, por muitos e muitos séculos, era uma das condenações à morte mais eficientes dada pela Natureza. Não por acaso, aparece em muitas obras literárias como carrasco cruel, como é o caso de A Dama das Camélias e Floradas na Serra. Entretanto, graças a Jeová , digo, à Ciência, hoje não é mais tão complicado assim. Só que não existe almoço nem Evolução de graça. Por causa da Seleção Natural, cepas de Tuberculose acabam se tornando resistentes aos antibióticos. O que se faz?
É comum as histórias em que o herói busca as suas origens, seu ponto de partida. Isso se reflete em como nós encaramos a própria existência e nossa curiosidade sobre quem estava aqui antes de nós, antes do ser humano ser efetivamente humano. Já coletamos muitas informações e temos ampliado e muito nossa árvore genealógica.
Uma das principais perguntas sobre nós mesmos é "o que nos fez humanos?". Há muitas respostas, até mesmo partindo das pseudociências da Sociologia e Psicologia. Também tem o pessoal da Filosofia, mas, coitados, eles precisam se sentir úteis uma vez na vida. A resposta pode estar mais dentro de nós do que havíamos imaginado. Nossas habilidade, nossa capacidade de criar escrita, intelecto, cultura e a potencialidade de criar uma bomba nuclear pode estar muito bem mais enraizado do que imaginávamos. O segredo pode estar bem dentro de nossos genes, comandados pelo DNA.